PS espera que não se confirme que o PSD vai impor pré-condições ao Governo

20-10-2010
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“O PS espera naturalmente que não se confirmem estas informações que têm vindo a público [sobre o PSD], porque seria um péssimo sinal para o país”, declarou Fernando Medina à agência Lusa.

A Comissão Política do PSD discutiu a possibilidade de abstenção do partido na votação do Orçamento para 2011 condicionada a um conjunto de pressupostos que teriam de ser aceites pelo Governo.

Entre as condições que o PSD pretende colocar ao Governo está a suspensão de todas as Parcerias Público-Privadas (PPP) e de todas as grandes obras públicas, limitar a subida do IVA a um ponto percentual do IVA (em vez dos dois pontos previstos pelo Governo) e que o reembolso nas deduções na saúde, educação e habitação possa ser feito através de títulos de dívida pública.

Perante esta possível posição do PSD, Fernando Medina contrapôs que, na actual conjuntura, “o que se impõe é que o PSD diga claramente uma palavra positiva ao país”.

“Isso passa por um sinal de negociação para a viabilização do Orçamento do Estado”, disse.

De acordo com o porta-voz do PS, “uma negociação, para ser séria, deve fazer-se de boa fé e sem pré-condições, tendo em vista assegurar os objectivos de consolidação orçamental que Portugal necessita e a que está obrigado”.

“Temos esperança que estes rumores não se confirmem”, acrescentou o secretário de Estado.

“O PS espera naturalmente que não se confirmem estas informações que têm vindo a público [sobre o PSD], porque seria um péssimo sinal para o país”, declarou Fernando Medina à agência Lusa.

A Comissão Política do PSD discutiu a possibilidade de abstenção do partido na votação do Orçamento para 2011 condicionada a um conjunto de pressupostos que teriam de ser aceites pelo Governo.

Entre as condições que o PSD pretende colocar ao Governo está a suspensão de todas as Parcerias Público-Privadas (PPP) e de todas as grandes obras públicas, limitar a subida do IVA a um ponto percentual do IVA (em vez dos dois pontos previstos pelo Governo) e que o reembolso nas deduções na saúde, educação e habitação possa ser feito através de títulos de dívida pública.

Perante esta possível posição do PSD, Fernando Medina contrapôs que, na actual conjuntura, “o que se impõe é que o PSD diga claramente uma palavra positiva ao país”.

“Isso passa por um sinal de negociação para a viabilização do Orçamento do Estado”, disse.

De acordo com o porta-voz do PS, “uma negociação, para ser séria, deve fazer-se de boa fé e sem pré-condições, tendo em vista assegurar os objectivos de consolidação orçamental que Portugal necessita e a que está obrigado”.

“Temos esperança que estes rumores não se confirmem”, acrescentou o secretário de Estado.

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