Lusomundo.net

10-02-2003
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Carlos Carvalhas considera que o povo português «gostaria de ouvir que o Governo está contra uma guerra preventiva», concluindo que, como cidadão, não se orgulha de um primeiro-ministro «que toma uma posição subserviente em relação aos Estados Unidos».

Em resposta, Durão Barroso afirmou que também não se sente orgulhoso de «ver na Assembleia da República deputados portugueses que defenderam a tirania de Milosevic».

As acusações prosseguiram com a intervenção de Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, que considerou «uma hipocrisia» a atitude do Governo, dizendo que o que «se passa no Iraque é uma ajuda ao psicopata Sharon para resolver à moda dos Estados Unidos a crise na Palestina».

O primeiro-ministro respondeu, dizendo que o deputado do Bloco de Esquerda tinha utilizado «termos impróprios» e que a sua intervenção provocou o cair da «máscara dos pretensos defensores do Direito Internacional».

Durão Barroso terminou a sua resposta afirmando que será «um grande dia para a Europa e para o mundo, o dia em que o ditador Saddam hussein for destronado».

O debate mensal no Parlamento, que decorre hoje, serviu para Durão Barroso responder ao líder comunista, Carlos Carvalhas, dizendo que já autorizou os Estados Unidos a utilizarem a base das Lajes numa eventual intervenção militar no Iraque.Carlos Carvalhas considera que o povo português «gostaria de ouvir que o Governo está contra uma guerra preventiva», concluindo que, como cidadão, não se orgulha de um primeiro-ministro «que toma uma posição subserviente em relação aos Estados Unidos».Em resposta, Durão Barroso afirmou que também não se sente orgulhoso de «ver na Assembleia da República deputados portugueses que defenderam a tirania de Milosevic».As acusações prosseguiram com a intervenção de Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, que considerou «uma hipocrisia» a atitude do Governo, dizendo que o que «se passa no Iraque é uma ajuda ao psicopata Sharon para resolver à moda dos Estados Unidos a crise na Palestina».O primeiro-ministro respondeu, dizendo que o deputado do Bloco de Esquerda tinha utilizado «termos impróprios» e que a sua intervenção provocou o cair da «máscara dos pretensos defensores do Direito Internacional».Durão Barroso terminou a sua resposta afirmando que será «um grande dia para a Europa e para o mundo, o dia em que o ditador Saddam hussein for destronado».

Carlos Carvalhas considera que o povo português «gostaria de ouvir que o Governo está contra uma guerra preventiva», concluindo que, como cidadão, não se orgulha de um primeiro-ministro «que toma uma posição subserviente em relação aos Estados Unidos».

Em resposta, Durão Barroso afirmou que também não se sente orgulhoso de «ver na Assembleia da República deputados portugueses que defenderam a tirania de Milosevic».

As acusações prosseguiram com a intervenção de Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, que considerou «uma hipocrisia» a atitude do Governo, dizendo que o que «se passa no Iraque é uma ajuda ao psicopata Sharon para resolver à moda dos Estados Unidos a crise na Palestina».

O primeiro-ministro respondeu, dizendo que o deputado do Bloco de Esquerda tinha utilizado «termos impróprios» e que a sua intervenção provocou o cair da «máscara dos pretensos defensores do Direito Internacional».

Durão Barroso terminou a sua resposta afirmando que será «um grande dia para a Europa e para o mundo, o dia em que o ditador Saddam hussein for destronado».

O debate mensal no Parlamento, que decorre hoje, serviu para Durão Barroso responder ao líder comunista, Carlos Carvalhas, dizendo que já autorizou os Estados Unidos a utilizarem a base das Lajes numa eventual intervenção militar no Iraque.Carlos Carvalhas considera que o povo português «gostaria de ouvir que o Governo está contra uma guerra preventiva», concluindo que, como cidadão, não se orgulha de um primeiro-ministro «que toma uma posição subserviente em relação aos Estados Unidos».Em resposta, Durão Barroso afirmou que também não se sente orgulhoso de «ver na Assembleia da República deputados portugueses que defenderam a tirania de Milosevic».As acusações prosseguiram com a intervenção de Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, que considerou «uma hipocrisia» a atitude do Governo, dizendo que o que «se passa no Iraque é uma ajuda ao psicopata Sharon para resolver à moda dos Estados Unidos a crise na Palestina».O primeiro-ministro respondeu, dizendo que o deputado do Bloco de Esquerda tinha utilizado «termos impróprios» e que a sua intervenção provocou o cair da «máscara dos pretensos defensores do Direito Internacional».Durão Barroso terminou a sua resposta afirmando que será «um grande dia para a Europa e para o mundo, o dia em que o ditador Saddam hussein for destronado».

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