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17-04-2002
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FC Porto vence finalíssima

A chama (reacesa) do "dragão" Os portistas desfizeram as dúvidas acerca de que clube merecia "levar a Taça para casa" e fez um jogo ao seu nível. O Sporting prometeu muito na primeira meia-hora, mas depois deixou-se "adormecer" pela experiência dos "dragões". O FC Porto alcançou, assim, a décima Taça de Portugal do seu historial. Começo avassalador do Sporting

O Sporting começou o jogo a todo o gás. Os campeões nacionais colocaram em sentido a defesa azul-e-branca, actuando em velocidade e colocando um ritmo ao jogo que deixou completamente baralhado o último reduto do FC Porto.

Actuando com Schmeichel na baliza; Saber, Beto, André Cruz e Rui Jorge compondo o bloco defensivo; Vidigal, Duscher e Pedro Barbosa a darem cartas no meio do terreno e Edmilson, Mpenza Ayew trocando de posições na frente, o Sporting conseguiu marcar o ritmo de uma 1ª parte jogada a grande velocidade.

Fernando Santos fez quatro alterações relativamente ao jogo da final: o regressado Baía jogou no lugar de Hilário; na defesa Secretário, Jorge Costa (no lugar de Ricardon Silva), Aloísio e Esquerdinha formavam o quarteto habitual; Chainho, Drulovic e Deco (ocupando a posição do lesionado Paulinho Santos) constituíam um triângulo mais ofensivo que aquele apresentado na final; Capucho, Clayton (trocou com Rubens Júnior) e Jardel tinham como missão atacar a baliza do Sporting.

Os "leões" entraram melhor na partida e aos 3' já Duscher fazia um remate que quase surpreendia Baía.

Embora fosse o Sporting a atacar mais (preferencialmente pelo flanco direito), os portistas não deixavam de mostrar acutilância ofensiva. Exemplos disso são os remates de Deco (num livre directo) e Jardel (cabeceamento a passar ao lado do poste direito).

Mas, embora o "dragão" mostra-se de quando em vez "as garras", era o "leão" a dar cartas, senão vejamos:

- Aos 10', André Cruz centra e encontra Duscher sozinho no centro da área, mas o cabeceamento do argentino sai torto.

- Aos 14', Mpenza e Saber fazem uma grande jogada de entendimento. O marroquino centra a meia altura mas Jorge Costa tira o pão da boca a Ayew, que aparecia isolado frente a Baía.

- Aos 17', Vidigal descobre Ayew à entrada da área, mas o ganês remata de forma acrobática por alto.

- Aos 21', Ayew ganha sobre Secretário e consegue isolar-se sobre o lado esquerdo do ataque, mas remata muito torto.

O Sporting ganhava o meio-campo aproveitando a grande forma evidenciada por Duscher, Vidigal e Pedro Barbosa e aproveitava depois a velocidade de Mpenza, que colocava "em água a cabeça" aos defensores portistas.

O antídoto para tanto jogo ofensivo chamava-se Aloísio.

FC Porto com pézinhos de lã...

No entanto, a partir da meia-hora os portistas começaram ao pouco a equilibrar o meio-campo e as situações de perigo começaram a surgir.

Primeiro foi Deco a fazer um cruzamento fantástico mas Jardel atrapalhou-se no momento de concretizar.

Entretanto, Augusto Inácio teve de trocar André Cruz por Quiroga, já que o brasileiro ressentiu-se da lesão que o afectou durante a semana.

Nos últimos cinco minutos da 1ª parte, Jardel mostrou que estava numa noite atípica, já que por duas vezes teve o golo nos pés e falhou de forma inacreditável. Primeiro, conseguiu fintar Beto e isolou-se, fintou depois Schmeichel e quando tinha a baliza deserta, rematou às redes... laterais. Depois, na melhor jogada de contra-ataque da 1ª parte, Chainho desmarcou Jardel que se deixou antecipar de forma infantil por Schmeichel.

Os portistas falhavam mas estava dado o mote para uma 2ª parte em que entrou em grande... A confirmação após o intervalo

O FC Porto já tinha avisado no final da 1ª parte e entrou na 2ª parte a marcar: aos 47', Clayton ganha a linha de fundo e engana Schmeichel que estava à espera de um cruzamento, rematando cruzado e com efeito.

No minuto seguinte, Jardel faz um chapéu a Vidigal e na cara de Schmeichel chuta por cima.

Os "dragões" não tiravam o pé do acelerador e, aos 54', Capucho ganhava a linha de fundo e conseguia centrar para Jardel, que se deixou antecipar. No entanto, Clayton aproveitou a sobra de bola e rematou rasteiro, com o esférico a rasar o poste esquerdo.

Inácio tentou a reacção aos 65', fazendo entrar Toñito e De Franchesci para os lugares de Pedro Barbosa e Edmilson e durante alguns momentos os "leões" deram mostras de poder reagir.

Mas a reacção não o chegou a ser, porque os portistas fariam o segundo golo no preciso momento em que o Sporting começava a atacar de forma mais consistente.

Deco marca um livre de forma irrepreensível e Schmeichel dá um passo para a direita sendo que o brasileiro coloca a bola no lado esquerdo da baliza. Estava feito o resultado final aos 72'.

Fernando Santos tinha então razões para dar a Rui Barros a sua "festa de despedida", saindo Clayton.

"A última letra"

No último quarto-de-hora, o Sporting tentou o tudo por tudo, mas sempre utilizando mais o coração do que a cabeça.

Exemplo disso foi a forma como Toñito foi expulso em apenas dois minutos, por protestos com o árbitro e o árbitro auxiliar.

Entretanto, o Sporting ia ganhando cantos atrás de cantos, facto que possibilitou constantes subidas de Schmeichel à área leonina, embora sem nunca conseguir criar perigo.

Aos 90+1' entravam Domingos e Alessandro e saía Deco e Capucho, apenas com o intuito de "queimar tempo".

E foi já no último minuto que Jardel se isola e quando Schmeichel sai ao encontro dos seus pés, o brasileiro tenta o golo "de letra" mas a habilidade resulta numa bola ao lado.

Os portistas conseguiam acabar em beleza um jogo em que se mostrou superior durante os últimos dois terços do jogo.

As estrelas

FC PORTO

Aloísio - Tal como no jogo da final, o veterano defesa brasileiro passeou a sua classe pelo Jamor. Sempre seguro a defender, não perdeu uma bola de cabeça. Cometeu somente uma falta e levou um cartão amarelo por pontapear a bola para longe já depois do encontro parado.

Chainho - Foi o pulmão do meio-campo do FC Porto. Sempre incansável tanto a defender como a atacar, foi o elemento mais sereno da equipa quando foi preciso. Para quando a selecção?

SPORTING

Duscher - o motor do meio-campo sportinguista, principalmente na primeira parte. Foi o municiador do ataque, o mais rematador da equipa e um dos mais inconformados da formação portista, pertencendo-lhe mesmo as oportunidades mais flagrantes - remate de cabeça ao lado e outro de fora da área por cima da área. Fez as despesas do ataque leonino e mais uma vez roubou muitas bolas ao adversário. Vidigal - depois de uma segunda metade de campeonato de grande nível, a temporada nacional não podia acabar da melhor maneira para o "leão": dois bons jogos na final e finalíssima da Taça de Portugal e o justo prémio da convocação para o EURO'2000.

As reacções

Vítor Baía, agradecido: «Foi algo de extraordinário chegar aqui e alcançar a glória. Queria dedicar esta vitória ao Rodolfo Moura, que é o melhor fisioterapeuta do mundo e que graças a ele estou aqui»

Fernando Santos, fazendo o retrato do jogo: «Na primeira fase do jogo o Sporting entrou melhor, mas nós criámos mais oportunidades de golo e acabámos o jogo sendo a melhor equipa.

Fizemos uma boa época a que só faltou o campeonato nacional.»

Drulovic: «Tivemos azar no campeonato, embora tenhamos sido a melhor equipa. Mostrámos isso mesmo aqui na finalíssima. Fizemos uma época muito positiva e tivemos agora a recompensa»

Clayton, explicando o golo: «Foi um jogo muito importante na minha vida. Foi um jogo muito difícil. Estou muito feliz por ter marcado e ter ajudado o FC Porto. No golo eu notei que Schmeichel estava adiantado e tentei propositadamente rematar»

Capucho, lacónico: «Mais uma vez o Sporting mereceu ganhar»

Hilário: «É um orgulho muito grande. Sinto-me privilegiado por estar aqui»

José Roquette, e o "fair-play": «Não era o resultado que eu esperava mas parabéns ao FC Porto»

Luís Duque: «Ganhámos o campeonato, perdemos a Taça. Parabéns ao FC Porto»

Pedro Barbosa: «Foi um grande espectáculo de futebol. O FC Porto foi mais feliz e acabou por merecer ganhar. A nossa massa associativa foi espectacular e merecia esta Taça, mas fica para o ano»

Valentim Loureiro, Presidente da Liga: «O Sporting começou bem mas a partir dos 20' o FC Porto pegou no jogo e marcou dois golos justos. São dois grandes clubes, mas hoje o FC Porto teve o domínio do jogo e os golos reflectem isso mesmo. Há que dar os parabéns aos adeptos presentes, que fizeram disto uma grande festa»

António Guterres, Primeiro-Ministro: «O Sporting jogou melhor na 1ª parte e o FC Porto na 2ª. O resultado acaba por ser justo»

João Soares, Presidente da Câmara de Lisboa: «O FC Porto mereceu ganhar. É indiscutível. Foi a equipa que melhor jogou e mais oportunidades criou» Ricardo Soares

FC Porto vence finalíssima

A chama (reacesa) do "dragão" Os portistas desfizeram as dúvidas acerca de que clube merecia "levar a Taça para casa" e fez um jogo ao seu nível. O Sporting prometeu muito na primeira meia-hora, mas depois deixou-se "adormecer" pela experiência dos "dragões". O FC Porto alcançou, assim, a décima Taça de Portugal do seu historial. Começo avassalador do Sporting

O Sporting começou o jogo a todo o gás. Os campeões nacionais colocaram em sentido a defesa azul-e-branca, actuando em velocidade e colocando um ritmo ao jogo que deixou completamente baralhado o último reduto do FC Porto.

Actuando com Schmeichel na baliza; Saber, Beto, André Cruz e Rui Jorge compondo o bloco defensivo; Vidigal, Duscher e Pedro Barbosa a darem cartas no meio do terreno e Edmilson, Mpenza Ayew trocando de posições na frente, o Sporting conseguiu marcar o ritmo de uma 1ª parte jogada a grande velocidade.

Fernando Santos fez quatro alterações relativamente ao jogo da final: o regressado Baía jogou no lugar de Hilário; na defesa Secretário, Jorge Costa (no lugar de Ricardon Silva), Aloísio e Esquerdinha formavam o quarteto habitual; Chainho, Drulovic e Deco (ocupando a posição do lesionado Paulinho Santos) constituíam um triângulo mais ofensivo que aquele apresentado na final; Capucho, Clayton (trocou com Rubens Júnior) e Jardel tinham como missão atacar a baliza do Sporting.

Os "leões" entraram melhor na partida e aos 3' já Duscher fazia um remate que quase surpreendia Baía.

Embora fosse o Sporting a atacar mais (preferencialmente pelo flanco direito), os portistas não deixavam de mostrar acutilância ofensiva. Exemplos disso são os remates de Deco (num livre directo) e Jardel (cabeceamento a passar ao lado do poste direito).

Mas, embora o "dragão" mostra-se de quando em vez "as garras", era o "leão" a dar cartas, senão vejamos:

- Aos 10', André Cruz centra e encontra Duscher sozinho no centro da área, mas o cabeceamento do argentino sai torto.

- Aos 14', Mpenza e Saber fazem uma grande jogada de entendimento. O marroquino centra a meia altura mas Jorge Costa tira o pão da boca a Ayew, que aparecia isolado frente a Baía.

- Aos 17', Vidigal descobre Ayew à entrada da área, mas o ganês remata de forma acrobática por alto.

- Aos 21', Ayew ganha sobre Secretário e consegue isolar-se sobre o lado esquerdo do ataque, mas remata muito torto.

O Sporting ganhava o meio-campo aproveitando a grande forma evidenciada por Duscher, Vidigal e Pedro Barbosa e aproveitava depois a velocidade de Mpenza, que colocava "em água a cabeça" aos defensores portistas.

O antídoto para tanto jogo ofensivo chamava-se Aloísio.

FC Porto com pézinhos de lã...

No entanto, a partir da meia-hora os portistas começaram ao pouco a equilibrar o meio-campo e as situações de perigo começaram a surgir.

Primeiro foi Deco a fazer um cruzamento fantástico mas Jardel atrapalhou-se no momento de concretizar.

Entretanto, Augusto Inácio teve de trocar André Cruz por Quiroga, já que o brasileiro ressentiu-se da lesão que o afectou durante a semana.

Nos últimos cinco minutos da 1ª parte, Jardel mostrou que estava numa noite atípica, já que por duas vezes teve o golo nos pés e falhou de forma inacreditável. Primeiro, conseguiu fintar Beto e isolou-se, fintou depois Schmeichel e quando tinha a baliza deserta, rematou às redes... laterais. Depois, na melhor jogada de contra-ataque da 1ª parte, Chainho desmarcou Jardel que se deixou antecipar de forma infantil por Schmeichel.

Os portistas falhavam mas estava dado o mote para uma 2ª parte em que entrou em grande... A confirmação após o intervalo

O FC Porto já tinha avisado no final da 1ª parte e entrou na 2ª parte a marcar: aos 47', Clayton ganha a linha de fundo e engana Schmeichel que estava à espera de um cruzamento, rematando cruzado e com efeito.

No minuto seguinte, Jardel faz um chapéu a Vidigal e na cara de Schmeichel chuta por cima.

Os "dragões" não tiravam o pé do acelerador e, aos 54', Capucho ganhava a linha de fundo e conseguia centrar para Jardel, que se deixou antecipar. No entanto, Clayton aproveitou a sobra de bola e rematou rasteiro, com o esférico a rasar o poste esquerdo.

Inácio tentou a reacção aos 65', fazendo entrar Toñito e De Franchesci para os lugares de Pedro Barbosa e Edmilson e durante alguns momentos os "leões" deram mostras de poder reagir.

Mas a reacção não o chegou a ser, porque os portistas fariam o segundo golo no preciso momento em que o Sporting começava a atacar de forma mais consistente.

Deco marca um livre de forma irrepreensível e Schmeichel dá um passo para a direita sendo que o brasileiro coloca a bola no lado esquerdo da baliza. Estava feito o resultado final aos 72'.

Fernando Santos tinha então razões para dar a Rui Barros a sua "festa de despedida", saindo Clayton.

"A última letra"

No último quarto-de-hora, o Sporting tentou o tudo por tudo, mas sempre utilizando mais o coração do que a cabeça.

Exemplo disso foi a forma como Toñito foi expulso em apenas dois minutos, por protestos com o árbitro e o árbitro auxiliar.

Entretanto, o Sporting ia ganhando cantos atrás de cantos, facto que possibilitou constantes subidas de Schmeichel à área leonina, embora sem nunca conseguir criar perigo.

Aos 90+1' entravam Domingos e Alessandro e saía Deco e Capucho, apenas com o intuito de "queimar tempo".

E foi já no último minuto que Jardel se isola e quando Schmeichel sai ao encontro dos seus pés, o brasileiro tenta o golo "de letra" mas a habilidade resulta numa bola ao lado.

Os portistas conseguiam acabar em beleza um jogo em que se mostrou superior durante os últimos dois terços do jogo.

As estrelas

FC PORTO

Aloísio - Tal como no jogo da final, o veterano defesa brasileiro passeou a sua classe pelo Jamor. Sempre seguro a defender, não perdeu uma bola de cabeça. Cometeu somente uma falta e levou um cartão amarelo por pontapear a bola para longe já depois do encontro parado.

Chainho - Foi o pulmão do meio-campo do FC Porto. Sempre incansável tanto a defender como a atacar, foi o elemento mais sereno da equipa quando foi preciso. Para quando a selecção?

SPORTING

Duscher - o motor do meio-campo sportinguista, principalmente na primeira parte. Foi o municiador do ataque, o mais rematador da equipa e um dos mais inconformados da formação portista, pertencendo-lhe mesmo as oportunidades mais flagrantes - remate de cabeça ao lado e outro de fora da área por cima da área. Fez as despesas do ataque leonino e mais uma vez roubou muitas bolas ao adversário. Vidigal - depois de uma segunda metade de campeonato de grande nível, a temporada nacional não podia acabar da melhor maneira para o "leão": dois bons jogos na final e finalíssima da Taça de Portugal e o justo prémio da convocação para o EURO'2000.

As reacções

Vítor Baía, agradecido: «Foi algo de extraordinário chegar aqui e alcançar a glória. Queria dedicar esta vitória ao Rodolfo Moura, que é o melhor fisioterapeuta do mundo e que graças a ele estou aqui»

Fernando Santos, fazendo o retrato do jogo: «Na primeira fase do jogo o Sporting entrou melhor, mas nós criámos mais oportunidades de golo e acabámos o jogo sendo a melhor equipa.

Fizemos uma boa época a que só faltou o campeonato nacional.»

Drulovic: «Tivemos azar no campeonato, embora tenhamos sido a melhor equipa. Mostrámos isso mesmo aqui na finalíssima. Fizemos uma época muito positiva e tivemos agora a recompensa»

Clayton, explicando o golo: «Foi um jogo muito importante na minha vida. Foi um jogo muito difícil. Estou muito feliz por ter marcado e ter ajudado o FC Porto. No golo eu notei que Schmeichel estava adiantado e tentei propositadamente rematar»

Capucho, lacónico: «Mais uma vez o Sporting mereceu ganhar»

Hilário: «É um orgulho muito grande. Sinto-me privilegiado por estar aqui»

José Roquette, e o "fair-play": «Não era o resultado que eu esperava mas parabéns ao FC Porto»

Luís Duque: «Ganhámos o campeonato, perdemos a Taça. Parabéns ao FC Porto»

Pedro Barbosa: «Foi um grande espectáculo de futebol. O FC Porto foi mais feliz e acabou por merecer ganhar. A nossa massa associativa foi espectacular e merecia esta Taça, mas fica para o ano»

Valentim Loureiro, Presidente da Liga: «O Sporting começou bem mas a partir dos 20' o FC Porto pegou no jogo e marcou dois golos justos. São dois grandes clubes, mas hoje o FC Porto teve o domínio do jogo e os golos reflectem isso mesmo. Há que dar os parabéns aos adeptos presentes, que fizeram disto uma grande festa»

António Guterres, Primeiro-Ministro: «O Sporting jogou melhor na 1ª parte e o FC Porto na 2ª. O resultado acaba por ser justo»

João Soares, Presidente da Câmara de Lisboa: «O FC Porto mereceu ganhar. É indiscutível. Foi a equipa que melhor jogou e mais oportunidades criou» Ricardo Soares

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