[Gentes do Pico] [Home]
Da lei do anonimato, já há muito se havia libertado.
Para honra sua e glória dos seus familiares, amigos e conterrâneos.
O seu timbre de voz inconfundível tornou-a familiar em todas as nossas ilhas, os seus programas, para além de sugestivos, extraordinariamente desejados e até apreciados com sofreguidão.
Mais uma vez esteve entre nós, desta feita, para lançar mais um livro. Foi um momento singular que contou, afortunadamente, com a presença dos dignos representantes das nossas comunidades, muitos deles bem nossos conhecidos e estimados amigos.
A sessão, só por si, marcou indelevelmente, no tempo e na memória, um momento inesquecível de enorme requinte cultural.
O livro —Afectos de Alma— um verdadeiro hino à verticalidade duma mulher do Pico, sofrida e admirada, calou fundo na alma e no coração de tantos emigrantes e presentes, pois retrata uma longa e penosa vida de trabalho árduo e mesmo de solidão.
Parabéns à Judite Jorge, parabéns a quantos acolheram e leram o livro com a avidez e lucidez, capazes de entender este verdadeiro hino, tão sabiamente contado e cantado pela distinta jornalista e amiga Judite.
Ilha Maior 3-8-01
JASA
20.07.2001
Bolsa atribuída a escritora do Pico
A jornalista e escritora Judite Jorge foi uma das 12 contempladas, entre 202 concorrentes, com a bolsa de criação artística atribuída pelo Ministério da Cultura.
Este prémio foi atribuído pela primeira vez a um escritor açoriano com residência nos Açores.
A bolsa, que é de um ano, começa a contar a partir do próximo mês de Maio e vai permitir a dedicação exclusiva da escritora ao acto de criação literária. Para a decisão do Ministério da Cultura terá contribuído o curriculum de Judite Jorge que já tinha ganho, em 1987, o prémio Revelação Ficção da Associação Portuguesa de Escritores com o texto "Notas para um discurso de amor" e em 1993 o Prémio Açores da direcção regional dos Assuntos Culturais com a novela "Permanências".
Judite Maria Jorge Silva nasceu em 1965 nas Pontas Negras, freguesia das Ribeiras, tendo publicado, aos 17 anos, o seu primeiro livro de poemas intitulado "Ainda Não o Silêncio".
Durante o próximo ano Judite Jorge vai andar entre os Estados Unidos e o Pico a registar informações de pessoas antigas e também a ficcionar a história de uma mulher do Pico, de nome Maria, nascida nas Pontas Negras em 1898 e que emigrou para os Estados Unidos no início deste século. Maria é uma mulher que nunca esquece a terra natal e que vai ter um percurso humano muito importante e um forte peso na comunidade de onde partiu. Nas Pontas Negras, Maria, transformou-se numa espécie de lenda com um modelo de comportamento e de generosidade inigualável.
São estas as linhas básicas da história que Judite Jorge se propõe passar para o papel durante o próximo ano. O romance ainda não tem título e a escritora espera poder colocar o livro nas bancas nos próximos dois anos.
Parabéns Judite.
ILHA MAIOR
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Da lei do anonimato, já há muito se havia libertado.
Para honra sua e glória dos seus familiares, amigos e conterrâneos.
O seu timbre de voz inconfundível tornou-a familiar em todas as nossas ilhas, os seus programas, para além de sugestivos, extraordinariamente desejados e até apreciados com sofreguidão.
Mais uma vez esteve entre nós, desta feita, para lançar mais um livro. Foi um momento singular que contou, afortunadamente, com a presença dos dignos representantes das nossas comunidades, muitos deles bem nossos conhecidos e estimados amigos.
A sessão, só por si, marcou indelevelmente, no tempo e na memória, um momento inesquecível de enorme requinte cultural.
O livro —Afectos de Alma— um verdadeiro hino à verticalidade duma mulher do Pico, sofrida e admirada, calou fundo na alma e no coração de tantos emigrantes e presentes, pois retrata uma longa e penosa vida de trabalho árduo e mesmo de solidão.
Parabéns à Judite Jorge, parabéns a quantos acolheram e leram o livro com a avidez e lucidez, capazes de entender este verdadeiro hino, tão sabiamente contado e cantado pela distinta jornalista e amiga Judite.
Ilha Maior 3-8-01
JASA
20.07.2001
Bolsa atribuída a escritora do Pico
A jornalista e escritora Judite Jorge foi uma das 12 contempladas, entre 202 concorrentes, com a bolsa de criação artística atribuída pelo Ministério da Cultura.
Este prémio foi atribuído pela primeira vez a um escritor açoriano com residência nos Açores.
A bolsa, que é de um ano, começa a contar a partir do próximo mês de Maio e vai permitir a dedicação exclusiva da escritora ao acto de criação literária. Para a decisão do Ministério da Cultura terá contribuído o curriculum de Judite Jorge que já tinha ganho, em 1987, o prémio Revelação Ficção da Associação Portuguesa de Escritores com o texto "Notas para um discurso de amor" e em 1993 o Prémio Açores da direcção regional dos Assuntos Culturais com a novela "Permanências".
Judite Maria Jorge Silva nasceu em 1965 nas Pontas Negras, freguesia das Ribeiras, tendo publicado, aos 17 anos, o seu primeiro livro de poemas intitulado "Ainda Não o Silêncio".
Durante o próximo ano Judite Jorge vai andar entre os Estados Unidos e o Pico a registar informações de pessoas antigas e também a ficcionar a história de uma mulher do Pico, de nome Maria, nascida nas Pontas Negras em 1898 e que emigrou para os Estados Unidos no início deste século. Maria é uma mulher que nunca esquece a terra natal e que vai ter um percurso humano muito importante e um forte peso na comunidade de onde partiu. Nas Pontas Negras, Maria, transformou-se numa espécie de lenda com um modelo de comportamento e de generosidade inigualável.
São estas as linhas básicas da história que Judite Jorge se propõe passar para o papel durante o próximo ano. O romance ainda não tem título e a escritora espera poder colocar o livro nas bancas nos próximos dois anos.
Parabéns Judite.
ILHA MAIOR
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