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22-06-2002
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Zaballa: «Só me lembrava da minha mãe»

Quinta-feira, 2de Agosto de 2001 O primeiro camisola amarela da Volta a Portugal 2001, o espanhol da Kelme Constantino Zeballa, já cumpriu o objectivo principal na prova: vencer uma etapa e chegar à liderança. Zeballa dedicou o triunfo à mãe e prometeu manter a amarela, que lhe foi entregue por Vítor Gamito, vencedor em 2000, e que se preocupou mais com as quedas do que com os fugitivos. Constantino Zaballa (Kelme), vencedor da etapa e camisola amarela: "Quando me aproximava da meta só me lembrava da minha mãe, que se encontra doente, e a quem dedico especialmente a minha vitória, que se estende aos meus amigos e à família da minha noiva, que me tem apoiado bastante". "O primeiro objectivo da minha vinda a esta prova está cumprido: vencer uma etapa e envergar a camisola amarela. Agora é preciso mantê-la, e é isso que vou tentar fazer." Jorge Silva (P. Ravessa), segundo na etapa: "Fazer o segundo lugar foi muito bom para mim, pois estou na Volta essencialmente para ajudar o Gamito, e será nessa perspectiva que vou encarar o meu futuro nesta Volta." Vítor Gamito (P. Ravessa), vencedor em 2000: "A fuga não se me apresentava decisiva, e até foi bom que ela acontecesse para que a chegada se fizesse gradualmente, evitando-se assim os perigos que a zona da meta apresentava." "Perder a camisola amarela não teve qualquer significado porque a sua posse era meramente simbólica. Aliás, tive muito cuidado com a chegada para evitar eventuais quedas." "As primeiras etapas serão assim, rápidas e movimentadas, mas estou cá para tentar renovar o título do ano passado. Foi para isso que trabalhei tanto este ano, e esta constipação e inflamação na garganta serão passageiras." Manuel Zeferino, técnico da Milaneza/MSS: "Trabalhámos bastante mas dentro da normalildade, até porque não ganhámos nada. Aliás, não tínhamos como objectivo vencer a etapa, mas sim controlá-la, e foi o que fizemos. Dias mais importantes virão e, aí, sim, queremos ganhar." José Lello, ministro do Desporto: "Foi deveras empolgante esta minha passagem na Volta a Portugal, e o que me foi dado ver através das máscaras do esforço dos ciclistas deu para perceber das enormes dificuldades e que isto não é nada fácil." "Deposito uma grande esperança e tenho mesmo fé que seja um português a ganhar a prova, ainda que reconheça estarem por cá muitos e excelentes corredores estrangeiros." Declarações recolhidas pela Lusa

Zaballa: «Só me lembrava da minha mãe»

Quinta-feira, 2de Agosto de 2001 O primeiro camisola amarela da Volta a Portugal 2001, o espanhol da Kelme Constantino Zeballa, já cumpriu o objectivo principal na prova: vencer uma etapa e chegar à liderança. Zeballa dedicou o triunfo à mãe e prometeu manter a amarela, que lhe foi entregue por Vítor Gamito, vencedor em 2000, e que se preocupou mais com as quedas do que com os fugitivos. Constantino Zaballa (Kelme), vencedor da etapa e camisola amarela: "Quando me aproximava da meta só me lembrava da minha mãe, que se encontra doente, e a quem dedico especialmente a minha vitória, que se estende aos meus amigos e à família da minha noiva, que me tem apoiado bastante". "O primeiro objectivo da minha vinda a esta prova está cumprido: vencer uma etapa e envergar a camisola amarela. Agora é preciso mantê-la, e é isso que vou tentar fazer." Jorge Silva (P. Ravessa), segundo na etapa: "Fazer o segundo lugar foi muito bom para mim, pois estou na Volta essencialmente para ajudar o Gamito, e será nessa perspectiva que vou encarar o meu futuro nesta Volta." Vítor Gamito (P. Ravessa), vencedor em 2000: "A fuga não se me apresentava decisiva, e até foi bom que ela acontecesse para que a chegada se fizesse gradualmente, evitando-se assim os perigos que a zona da meta apresentava." "Perder a camisola amarela não teve qualquer significado porque a sua posse era meramente simbólica. Aliás, tive muito cuidado com a chegada para evitar eventuais quedas." "As primeiras etapas serão assim, rápidas e movimentadas, mas estou cá para tentar renovar o título do ano passado. Foi para isso que trabalhei tanto este ano, e esta constipação e inflamação na garganta serão passageiras." Manuel Zeferino, técnico da Milaneza/MSS: "Trabalhámos bastante mas dentro da normalildade, até porque não ganhámos nada. Aliás, não tínhamos como objectivo vencer a etapa, mas sim controlá-la, e foi o que fizemos. Dias mais importantes virão e, aí, sim, queremos ganhar." José Lello, ministro do Desporto: "Foi deveras empolgante esta minha passagem na Volta a Portugal, e o que me foi dado ver através das máscaras do esforço dos ciclistas deu para perceber das enormes dificuldades e que isto não é nada fácil." "Deposito uma grande esperança e tenho mesmo fé que seja um português a ganhar a prova, ainda que reconheça estarem por cá muitos e excelentes corredores estrangeiros." Declarações recolhidas pela Lusa

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