Mário Soares, classificou Vítor Gaspar de "político ocasional", alertando para a necessidade que Portugal tem, nesta hora, de um político e não de um contabilista que corte sem olhar para as pessoas, obcecado que está em regularizar as contas do Estado. Por um lado dou razão a Soares, quando diz que é necessário alguém que esteja mais atento aos problemas das pessoas e às suas necessidades. Por outro lado, não me revejo nas suas afirmações, sobretudo quando diz que esse alguém terá de ser um político, não ocasional subentenda-se.Ora, se foram os políticos que nos trouxeram até aqui, porque motivos é que o ministro das finanças, ou outro qualquer, teria que ser um político, parecido com aqueles que levaram o primeiro-ministro à necessidade de ter que recorrer a um técnico para pôr ordem nas contas públicas.
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Mário Soares, classificou Vítor Gaspar de "político ocasional", alertando para a necessidade que Portugal tem, nesta hora, de um político e não de um contabilista que corte sem olhar para as pessoas, obcecado que está em regularizar as contas do Estado. Por um lado dou razão a Soares, quando diz que é necessário alguém que esteja mais atento aos problemas das pessoas e às suas necessidades. Por outro lado, não me revejo nas suas afirmações, sobretudo quando diz que esse alguém terá de ser um político, não ocasional subentenda-se.Ora, se foram os políticos que nos trouxeram até aqui, porque motivos é que o ministro das finanças, ou outro qualquer, teria que ser um político, parecido com aqueles que levaram o primeiro-ministro à necessidade de ter que recorrer a um técnico para pôr ordem nas contas públicas.