Agora que as coisas começavam a ficar encaminhados, ultrapassadas que foram as questões entre os militares e os bombeiros, acerca de quem mandava em quem no terreno, é que o Estado chegou à conclusão que o dinheiro também não chega para assegurar a continuidade das equipas de sapadores florestais. Perante mais este corte, resta-nos continuarmos a confiar no voluntariado, como garante na protecção de pessoas e bens, não só nas épocas consideradas de maior risco de incêndio, como em todas as outras, no seguimento aliás, daquilo a que sempre nos habituaram.
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Agora que as coisas começavam a ficar encaminhados, ultrapassadas que foram as questões entre os militares e os bombeiros, acerca de quem mandava em quem no terreno, é que o Estado chegou à conclusão que o dinheiro também não chega para assegurar a continuidade das equipas de sapadores florestais. Perante mais este corte, resta-nos continuarmos a confiar no voluntariado, como garante na protecção de pessoas e bens, não só nas épocas consideradas de maior risco de incêndio, como em todas as outras, no seguimento aliás, daquilo a que sempre nos habituaram.