5/10/2002
Itália Puzzle gigantesco PIER PAOLO CITO - AP PHOTO
Foram necessárias 50 mil horas de trabalho e muita paciência, mas os 80 mil fragmentos recuperados entre os destroços resultantes do terramoto que a 26 de Setembro de 1997 atingiu a basílica de S. Francisco de Assis, ocupam, de novo, a sua posição original na abóbada da igreja. Cinco anos depois do fresco, atribuído a Giotto, ter caído de uma altura de 22 metros, é quase possível falar em «milagre». A imagem de S. Jerónimo, lendo sentado num trono de mármore, está de novo visível. A cidade italiana de Assis rejubilou e celebrou esta autêntica proeza com um simpósio, onde se explicou todo o processo utilizado para a recuperação do fresco - projecto que ascendeu a cerca de dois milhões de euros. A equipa responsável pela tarefa reconstruiu as imagens desaparecidas com base em fotografias em tamanho real, modelos sobre os quais foi montando os pedaços recuperados. Depois de terem sido apresentadas ao público as imagens de quatro dos oito pares de santos representados no fresco (em 1999 e 2001), foi a vez de S. Jerónimo recuperar o seu lugar. 1 Foram necessárias 50 mil horas de trabalho e muita paciência, mas os 80 mil fragmentos recuperados entre os destroços resultantes do terramoto que a 26 de Setembro de 1997 atingiu a basílica de S. Francisco de Assis, ocupam, de novo, a sua posição original na abóbada da igreja. Cinco anos depois do fresco, atribuído a Giotto, ter caído de uma altura de 22 metros, é quase possível falar em «milagre». A imagem de S. Jerónimo, lendo sentado num trono de mármore, está de novo visível. A cidade italiana de Assis rejubilou e celebrou esta autêntica proeza com um simpósio, onde se explicou todo o processo utilizado para a recuperação do fresco - projecto que ascendeu a cerca de dois milhões de euros. A equipa responsável pela tarefa reconstruiu as imagens desaparecidas com base em fotografias em tamanho real, modelos sobre os quais foi montando os pedaços recuperados. Depois de terem sido apresentadas ao público as imagens de quatro dos oito pares de santos representados no fresco (em 1999 e 2001), foi a vez de S. Jerónimo recuperar o seu lugar.
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5/10/2002
Itália Puzzle gigantesco PIER PAOLO CITO - AP PHOTO
Foram necessárias 50 mil horas de trabalho e muita paciência, mas os 80 mil fragmentos recuperados entre os destroços resultantes do terramoto que a 26 de Setembro de 1997 atingiu a basílica de S. Francisco de Assis, ocupam, de novo, a sua posição original na abóbada da igreja. Cinco anos depois do fresco, atribuído a Giotto, ter caído de uma altura de 22 metros, é quase possível falar em «milagre». A imagem de S. Jerónimo, lendo sentado num trono de mármore, está de novo visível. A cidade italiana de Assis rejubilou e celebrou esta autêntica proeza com um simpósio, onde se explicou todo o processo utilizado para a recuperação do fresco - projecto que ascendeu a cerca de dois milhões de euros. A equipa responsável pela tarefa reconstruiu as imagens desaparecidas com base em fotografias em tamanho real, modelos sobre os quais foi montando os pedaços recuperados. Depois de terem sido apresentadas ao público as imagens de quatro dos oito pares de santos representados no fresco (em 1999 e 2001), foi a vez de S. Jerónimo recuperar o seu lugar. 1 Foram necessárias 50 mil horas de trabalho e muita paciência, mas os 80 mil fragmentos recuperados entre os destroços resultantes do terramoto que a 26 de Setembro de 1997 atingiu a basílica de S. Francisco de Assis, ocupam, de novo, a sua posição original na abóbada da igreja. Cinco anos depois do fresco, atribuído a Giotto, ter caído de uma altura de 22 metros, é quase possível falar em «milagre». A imagem de S. Jerónimo, lendo sentado num trono de mármore, está de novo visível. A cidade italiana de Assis rejubilou e celebrou esta autêntica proeza com um simpósio, onde se explicou todo o processo utilizado para a recuperação do fresco - projecto que ascendeu a cerca de dois milhões de euros. A equipa responsável pela tarefa reconstruiu as imagens desaparecidas com base em fotografias em tamanho real, modelos sobre os quais foi montando os pedaços recuperados. Depois de terem sido apresentadas ao público as imagens de quatro dos oito pares de santos representados no fresco (em 1999 e 2001), foi a vez de S. Jerónimo recuperar o seu lugar.
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