Paulo Portas

27-07-2003
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Paulo Portas

Sexta-feira, 04 de Julho de 2003

"PS prefere frentismo de rua a consensos de Estado"

O encerramento do debate por parte do Governo foi feito em tom auto-elogioso pelo ministro de Estado e da Defesa Nacional, Paulo Portas. "Não há comparação entre o ritmo das reformas deste Governo e do anterior", afirmou. A cada louvor ao Executivo, seguiu-se a respectiva crítica aos socialistas. Segundo Portas, o maior partido da oposição "radicalizou-se" e prefere o "frentismo de rua" aos "consensos de Estado".

O ministro reiterou que o PSD e o CDS estão unidos, ao contrário da oposição, em especial do PS. Portas sublinhou que o Governo colabora "em harmonia" com o Presidente da República e com o Parlamento e lembrou que Durão Barroso foi dar contas à Assembleia da República o dobro das vezes do seu antecessor, António Guterres.

O ministro destacou o acordo conseguido em torno do Código do Trabalho como exemplo da "moderação social" da maioria PSD-CDS. Afirmou que o mesmo método será utilizado na reforma da Administração Pública, mas quis diferenciar-se do diálogo rosa. "A concertação não é pretexto para não fazer nada", disse, até porque o Governo "não procura a popularidade nem a simpatia dos grupos de pressão". A prová-lo estão, insistiu, os medicamentos genéricos, as propinas e a reintrodução de portagens nalgumas estradas.

Portas repetiu os argumentos de Durão Barroso em relação à guerra do Iraque e à política económica e social do Governo. Congratulou-se ainda pela manutenção do comando da NATO em Oeiras e pelo papel de Portugal na resistência dos pequenos e médios países europeus às propostas franco-alemãs para a União Europeia.

Paulo Portas

Sexta-feira, 04 de Julho de 2003

"PS prefere frentismo de rua a consensos de Estado"

O encerramento do debate por parte do Governo foi feito em tom auto-elogioso pelo ministro de Estado e da Defesa Nacional, Paulo Portas. "Não há comparação entre o ritmo das reformas deste Governo e do anterior", afirmou. A cada louvor ao Executivo, seguiu-se a respectiva crítica aos socialistas. Segundo Portas, o maior partido da oposição "radicalizou-se" e prefere o "frentismo de rua" aos "consensos de Estado".

O ministro reiterou que o PSD e o CDS estão unidos, ao contrário da oposição, em especial do PS. Portas sublinhou que o Governo colabora "em harmonia" com o Presidente da República e com o Parlamento e lembrou que Durão Barroso foi dar contas à Assembleia da República o dobro das vezes do seu antecessor, António Guterres.

O ministro destacou o acordo conseguido em torno do Código do Trabalho como exemplo da "moderação social" da maioria PSD-CDS. Afirmou que o mesmo método será utilizado na reforma da Administração Pública, mas quis diferenciar-se do diálogo rosa. "A concertação não é pretexto para não fazer nada", disse, até porque o Governo "não procura a popularidade nem a simpatia dos grupos de pressão". A prová-lo estão, insistiu, os medicamentos genéricos, as propinas e a reintrodução de portagens nalgumas estradas.

Portas repetiu os argumentos de Durão Barroso em relação à guerra do Iraque e à política económica e social do Governo. Congratulou-se ainda pela manutenção do comando da NATO em Oeiras e pelo papel de Portugal na resistência dos pequenos e médios países europeus às propostas franco-alemãs para a União Europeia.

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