Novas cidades

24-11-2002
marcar artigo

AR

Novas vilas e cidades

A Assembleia da República aprovou, por unanimidade, em votação final global, os projectos de lei de elevação de cinco vilas a cidades e de 29 povoações a vila. As cinco novas cidades aprovadas no plenário foram Foz Côa (distrito da Guarda), Sacavém (Lisboa), Fátima (Santarém), e Alcácer do Sal e Sines (Setúbal).

Em Lisboa passam a vila o Carregado, Bobadela, Olival Basto, Camarate, Sobralinho, Alhandra, Turcifal, Ribamar e Arranhó, enquanto em Viseu subiram de categoria Souselo, Nespereira, Canas de Santa Maria, S. João do Monte, S. João de Areias, Leomil, S. Martinho de Mouros, Cambres e Britiande.

As outras povoações contempladas foram Canedo, Oliveirinha, Torreira, S. João de Ovar e Aguada de Cima (Aveiro), Beringel (Beja), Soalheira (Castelo Branco), Ceira e Souselas (Coimbra), Turquel (Leiria) e Alhos Vedros (Setúbal).

Na mesma votação foram aprovadas a alteração dos limites entre Santo António dos Cavaleiros (concelho de Loures) e a integração do lugar de Taberna Seca na freguesia de Castelo Branco (concelho de Castelo Branco).

Edite Estrela esquece

parecer camarário

«Incompreensivelmente, Edite Estrela não fez chegar atempadamente à Assembleia da República o parecer camarário que aprovava a elevação a cidade das vilas de Queluz, Agualva-Cacém e Mem-Martins, bem como os respectivos processos de reorganização administrativa». Na denúncia que faz, a Comissão Concelhia de Sintra do PCP afirma que, devido a este atraso, a Assembleia da República não sujeitou a votação esta decisão, o que veio «ferir a justa aspiração destas vilas de elevação à categoria de cidade».

Sob proposta da CDU, foram marcadas duas reuniões para discussão e aprovação desta questão, tendo o PSD tomado iniciativa idêntica para discutir a elevação a vila de Belas e Colares. Ao «guardar» estas decisões e deixar passar o prazo, Edite Estrela adiou-as incompreensivelmente e desprestigiou o concelho de Sintra, diz a concelhia do PCP, considerando que a Presidente da Câmara de Sintra deve ser por isso responsabilizada.

AR

Novas vilas e cidades

A Assembleia da República aprovou, por unanimidade, em votação final global, os projectos de lei de elevação de cinco vilas a cidades e de 29 povoações a vila. As cinco novas cidades aprovadas no plenário foram Foz Côa (distrito da Guarda), Sacavém (Lisboa), Fátima (Santarém), e Alcácer do Sal e Sines (Setúbal).

Em Lisboa passam a vila o Carregado, Bobadela, Olival Basto, Camarate, Sobralinho, Alhandra, Turcifal, Ribamar e Arranhó, enquanto em Viseu subiram de categoria Souselo, Nespereira, Canas de Santa Maria, S. João do Monte, S. João de Areias, Leomil, S. Martinho de Mouros, Cambres e Britiande.

As outras povoações contempladas foram Canedo, Oliveirinha, Torreira, S. João de Ovar e Aguada de Cima (Aveiro), Beringel (Beja), Soalheira (Castelo Branco), Ceira e Souselas (Coimbra), Turquel (Leiria) e Alhos Vedros (Setúbal).

Na mesma votação foram aprovadas a alteração dos limites entre Santo António dos Cavaleiros (concelho de Loures) e a integração do lugar de Taberna Seca na freguesia de Castelo Branco (concelho de Castelo Branco).

Edite Estrela esquece

parecer camarário

«Incompreensivelmente, Edite Estrela não fez chegar atempadamente à Assembleia da República o parecer camarário que aprovava a elevação a cidade das vilas de Queluz, Agualva-Cacém e Mem-Martins, bem como os respectivos processos de reorganização administrativa». Na denúncia que faz, a Comissão Concelhia de Sintra do PCP afirma que, devido a este atraso, a Assembleia da República não sujeitou a votação esta decisão, o que veio «ferir a justa aspiração destas vilas de elevação à categoria de cidade».

Sob proposta da CDU, foram marcadas duas reuniões para discussão e aprovação desta questão, tendo o PSD tomado iniciativa idêntica para discutir a elevação a vila de Belas e Colares. Ao «guardar» estas decisões e deixar passar o prazo, Edite Estrela adiou-as incompreensivelmente e desprestigiou o concelho de Sintra, diz a concelhia do PCP, considerando que a Presidente da Câmara de Sintra deve ser por isso responsabilizada.

marcar artigo