Comissão toma posse para analisar serviço público
Propostas para RTP em curso
Até final do próximo mês deverão ser conhecidas as propostas para um novo serviço público de televisão, saídas da comissão nomeada pelo Governo e que hoje toma posse. A comissão independente que vai propor um novo modelo de serviço público de televisão tem dois meses para apresentar trabalho, contados a partir da posse do próximo conselho de administração da RTP. A entrada em funções da nova administração da RTP depende da decisão do Tribunal Constitucional, onde está agora o diploma do Governo que altera a lei da televisão, enviado por Jorge Sampaio aos juízes na última sexta-feira. A entrada em funções da nova administração da RTP depende da decisão do Tribunal Constitucional, onde está agora o diploma do Governo que altera a lei da televisão, enviado por Jorge Sampaio aos juízes na última sexta-feira. Acreditando na promulgação da Lei da Televisão, fonte governamental considerou que no fim do próximo mês a comissão terá pronta a proposta de um novo modelo de serviço público de televisão. Acreditando na promulgação da Lei da Televisão, fonte governamental considerou que no fim do próximo mês a comissão terá pronta a proposta de um novo modelo de serviço público de televisão. O serviço público prestado até agora vem expresso na lei 21/92, a mesma que transformou a Radiotelevisão Portuguesa EP (empresa pública) em SA (Sociedade Anónima). No artigo quatro da lei salienta-se que, como serviço público, a RTP deve ser independente de qualquer poder e «pautar a programação por exigências de qualidade e diversidade e de respeito pelo interesse público». O serviço público prestado até agora vem expresso na lei 21/92, a mesma que transformou a Radiotelevisão Portuguesa EP (empresa pública) em SA (Sociedade Anónima). No artigo quatro da lei salienta-se que, como serviço público, a RTP deve ser independente de qualquer poder e «pautar a programação por exigências de qualidade e diversidade e de respeito pelo interesse público». A 31 de Dezembro de 1996, a RTP celebrou com o Governo um contrato de concessão do serviço público de televisão, destinado a clarificar os termos da prestação desse mesmo serviço público. A 31 de Dezembro de 1996, a RTP celebrou com o Governo um contrato de concessão do serviço público de televisão, destinado a clarificar os termos da prestação desse mesmo serviço público. No âmbito do contrato, a RTP-1 deve ter uma programação generalista que informe, forme e divirta, respeitando «elevados e rigorosos padrões de qualidade». No âmbito do contrato, a RTP-1 deve ter uma programação generalista que informe, forme e divirta, respeitando «elevados e rigorosos padrões de qualidade». Entre outras obrigações, a televisão do Estado deve promover a divulgação de cinema, teatro, música, dança, literatura e pintura portuguesas, divulgar o desporto amador e profissional, Entre outras obrigações, a televisão do Estado deve promover a divulgação de cinema, teatro, música, dança, literatura e pintura portuguesas, divulgar o desporto amador e profissional, assegurar pelo menos 10 por cento de produção independente e promover a produção nacional. assegurar pelo menos 10 por cento de produção independente e promover a produção nacional. A RTP tem também a obrigação de transmitir obras clássicas, produzir e transmitir regularmente obras dramáticas e obras de ficção de autores «qualificados e em língua portuguesa, num mínimo de 26 horas por ano». A RTP tem também a obrigação de transmitir obras clássicas, produzir e transmitir regularmente obras dramáticas e obras de ficção de autores «qualificados e em língua portuguesa, num mínimo de 26 horas por ano». A comissão hoje empossada é chefiada pela presidente do Centro Nacional de Cultura, Helena Vaz da Silva, e integra Maria José Nogueira Pinto, Miguel Sousa Tavares, José Manuel Fernandes, Cáceres Monteiro, João David Nunes, Luís Osório, Manuel Falcão, Eduardo Cintra Torres, Nuno Rogeiro, Pedro Brandão Rodrigues e José Manuel Azeredo Lopes. A comissão hoje empossada é chefiada pela presidente do Centro Nacional de Cultura, Helena Vaz da Silva, e integra Maria José Nogueira Pinto, Miguel Sousa Tavares, José Manuel Fernandes, Cáceres Monteiro, João David Nunes, Luís Osório, Manuel Falcão, Eduardo Cintra Torres, Nuno Rogeiro, Pedro Brandão Rodrigues e José Manuel Azeredo Lopes. 08:37 5 Junho 2002
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Comentários
1 a 2 de 2 BOB ESCARRO 09:47 5 Junho 2002 Interessante...
... o Expresso referir-se à Comissão simplesmente como a "Comissão", sem nunca tocar na sua independência. É tão óbvio que seria ridículo considerá-la como tal. Anarca 08:49 5 Junho 2002 Tudo vai melhorar....
...o impoluto governo cherne (que apenas beneficia vilavinhos que ajudam a genhar eleições) vai acabar com a "bandalheira reinante na RTP TAP e demais empresas desde que não dirigidas por amigos tipo vilavinho".
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Propostas para RTP em curso
Até final do próximo mês deverão ser conhecidas as propostas para um novo serviço público de televisão, saídas da comissão nomeada pelo Governo e que hoje toma posse. A comissão independente que vai propor um novo modelo de serviço público de televisão tem dois meses para apresentar trabalho, contados a partir da posse do próximo conselho de administração da RTP. A entrada em funções da nova administração da RTP depende da decisão do Tribunal Constitucional, onde está agora o diploma do Governo que altera a lei da televisão, enviado por Jorge Sampaio aos juízes na última sexta-feira. A entrada em funções da nova administração da RTP depende da decisão do Tribunal Constitucional, onde está agora o diploma do Governo que altera a lei da televisão, enviado por Jorge Sampaio aos juízes na última sexta-feira. Acreditando na promulgação da Lei da Televisão, fonte governamental considerou que no fim do próximo mês a comissão terá pronta a proposta de um novo modelo de serviço público de televisão. Acreditando na promulgação da Lei da Televisão, fonte governamental considerou que no fim do próximo mês a comissão terá pronta a proposta de um novo modelo de serviço público de televisão. O serviço público prestado até agora vem expresso na lei 21/92, a mesma que transformou a Radiotelevisão Portuguesa EP (empresa pública) em SA (Sociedade Anónima). No artigo quatro da lei salienta-se que, como serviço público, a RTP deve ser independente de qualquer poder e «pautar a programação por exigências de qualidade e diversidade e de respeito pelo interesse público». O serviço público prestado até agora vem expresso na lei 21/92, a mesma que transformou a Radiotelevisão Portuguesa EP (empresa pública) em SA (Sociedade Anónima). No artigo quatro da lei salienta-se que, como serviço público, a RTP deve ser independente de qualquer poder e «pautar a programação por exigências de qualidade e diversidade e de respeito pelo interesse público». A 31 de Dezembro de 1996, a RTP celebrou com o Governo um contrato de concessão do serviço público de televisão, destinado a clarificar os termos da prestação desse mesmo serviço público. A 31 de Dezembro de 1996, a RTP celebrou com o Governo um contrato de concessão do serviço público de televisão, destinado a clarificar os termos da prestação desse mesmo serviço público. No âmbito do contrato, a RTP-1 deve ter uma programação generalista que informe, forme e divirta, respeitando «elevados e rigorosos padrões de qualidade». No âmbito do contrato, a RTP-1 deve ter uma programação generalista que informe, forme e divirta, respeitando «elevados e rigorosos padrões de qualidade». Entre outras obrigações, a televisão do Estado deve promover a divulgação de cinema, teatro, música, dança, literatura e pintura portuguesas, divulgar o desporto amador e profissional, Entre outras obrigações, a televisão do Estado deve promover a divulgação de cinema, teatro, música, dança, literatura e pintura portuguesas, divulgar o desporto amador e profissional, assegurar pelo menos 10 por cento de produção independente e promover a produção nacional. assegurar pelo menos 10 por cento de produção independente e promover a produção nacional. A RTP tem também a obrigação de transmitir obras clássicas, produzir e transmitir regularmente obras dramáticas e obras de ficção de autores «qualificados e em língua portuguesa, num mínimo de 26 horas por ano». A RTP tem também a obrigação de transmitir obras clássicas, produzir e transmitir regularmente obras dramáticas e obras de ficção de autores «qualificados e em língua portuguesa, num mínimo de 26 horas por ano». A comissão hoje empossada é chefiada pela presidente do Centro Nacional de Cultura, Helena Vaz da Silva, e integra Maria José Nogueira Pinto, Miguel Sousa Tavares, José Manuel Fernandes, Cáceres Monteiro, João David Nunes, Luís Osório, Manuel Falcão, Eduardo Cintra Torres, Nuno Rogeiro, Pedro Brandão Rodrigues e José Manuel Azeredo Lopes. A comissão hoje empossada é chefiada pela presidente do Centro Nacional de Cultura, Helena Vaz da Silva, e integra Maria José Nogueira Pinto, Miguel Sousa Tavares, José Manuel Fernandes, Cáceres Monteiro, João David Nunes, Luís Osório, Manuel Falcão, Eduardo Cintra Torres, Nuno Rogeiro, Pedro Brandão Rodrigues e José Manuel Azeredo Lopes. 08:37 5 Junho 2002
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1 a 2 de 2 BOB ESCARRO 09:47 5 Junho 2002 Interessante...
... o Expresso referir-se à Comissão simplesmente como a "Comissão", sem nunca tocar na sua independência. É tão óbvio que seria ridículo considerá-la como tal. Anarca 08:49 5 Junho 2002 Tudo vai melhorar....
...o impoluto governo cherne (que apenas beneficia vilavinhos que ajudam a genhar eleições) vai acabar com a "bandalheira reinante na RTP TAP e demais empresas desde que não dirigidas por amigos tipo vilavinho".
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