Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas

13-04-2002
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Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas

Quarta-feira, 3 de Abril de 2002

ARMANDO SEVINATE PINTO

56 anos, casado, dois filhos

Engenheiro agrónomo, consultor e professor universitário

Licenciado em Engenharia Agrónoma no Instituto Superior de Agronomia

Sem filiação partidária

Armando Sevinate Pinto nasceu em Ferreira do Alentejo e, apesar de a sua vida profissional e académica se ter desenvolvido entre Lisboa e Bruxelas, diz quem o conhece que é um homem que vive de e para o Alentejo. Caracterizado como um "militante da agricultura", a sua capacidade técnica e o seu profundo conhecimento dos "dossiers" e do funcionamento de todas as instituições que tutelam e definem a política agrícola, ao nível nacional e comunitário, são unanimemente reconhecidos. É ainda definido como um homem "duro" nas negociações - o que parece não jogar com o trato extremamente afável e a simpatia e charme pessoal que lhe são atribuídos - e visto como senhor de um discurso reconhecido e extremamente coerente. O seu conservadorismo é outra nota em que as apreciações convergem: Sevinate Pinto defende o proteccionismo na Política Agrícola Comum e rejeita as tendências de liberalização de preços e mercados.

O seu currículo é extensíssimo. Iniciou a sua actividade profissional no Centro de Estudos de Economia Agrária da Fundação Gulbenkian, passou pelo Ministério da Agricultura (onde chegou a director-geral), e de 1987 a 1993 foi director da Comissão Europeia. É sócio e coordenador técnico da empresa de consultoria Agrogés.

R.S.

Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas

Quarta-feira, 3 de Abril de 2002

ARMANDO SEVINATE PINTO

56 anos, casado, dois filhos

Engenheiro agrónomo, consultor e professor universitário

Licenciado em Engenharia Agrónoma no Instituto Superior de Agronomia

Sem filiação partidária

Armando Sevinate Pinto nasceu em Ferreira do Alentejo e, apesar de a sua vida profissional e académica se ter desenvolvido entre Lisboa e Bruxelas, diz quem o conhece que é um homem que vive de e para o Alentejo. Caracterizado como um "militante da agricultura", a sua capacidade técnica e o seu profundo conhecimento dos "dossiers" e do funcionamento de todas as instituições que tutelam e definem a política agrícola, ao nível nacional e comunitário, são unanimemente reconhecidos. É ainda definido como um homem "duro" nas negociações - o que parece não jogar com o trato extremamente afável e a simpatia e charme pessoal que lhe são atribuídos - e visto como senhor de um discurso reconhecido e extremamente coerente. O seu conservadorismo é outra nota em que as apreciações convergem: Sevinate Pinto defende o proteccionismo na Política Agrícola Comum e rejeita as tendências de liberalização de preços e mercados.

O seu currículo é extensíssimo. Iniciou a sua actividade profissional no Centro de Estudos de Economia Agrária da Fundação Gulbenkian, passou pelo Ministério da Agricultura (onde chegou a director-geral), e de 1987 a 1993 foi director da Comissão Europeia. É sócio e coordenador técnico da empresa de consultoria Agrogés.

R.S.

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