A estratégia de exportar o ensino superior

20-03-2012
marcar artigo

Nova School of Business and Economics está em Angola.

O director da Nova School Business and Economics, José Ferreira Machado, diz que é "estratégico" exportar ensino superior. E que este é um negócio do qual pode apresentar números e rentabilidade concreta: "A Nova exporta mais que 95% das empresas portuguesas", disse Ferreira Machado antes de concretizar que o negócio da sua Faculdade em Angola gera sete milhões de euros anuais. "Alemanha, Itália e Espanha estão mal colocados neste sector face a Portugal", referiu ainda o professor universitário para quem esta exportação não deve ser feita com base no ensino do português, mas numa perspectiva global e em inglês.

José Ferreira Machado defendeu que a actividade garante "impactos indirectos importantes" e que "se Portugal jogar as cartas bem jogadas, pode ter sucesso". Centrado na ideia de que os estudantes escolhem pela qualidade de ensino, preço, estilo de vida associado e segurança, o director da Nova SBE salientou que "é preciso haver escala e que ser pequeno não traz vantagem nenhuma". Em 120 milhões de estudantes universitários a nível mundial, as estatísticas indicam que 2,5% estão a estudar fora do seu sistema de origem, o que prenuncia um negócio de valor para o professor de Economia, José Ferreira Machado. Mas a imagem que se projecta de Portugal é outro aspecto relevante da exportação de ensino superior. "Numa vaga de globalização, os consumidores não estão confinados a esta ou aquela universidade. Depende deles, à distância de um clique apenas, e com o acordo de Bolonha criou-se um mercado transeuropeu de estudantes", disse Ferreira Machado. "Por isto, as escolas têm que ser capazes de atrair os melhores estudantes e de exportar estudantes transaccionáveis", disse.

Nova School of Business and Economics está em Angola.

O director da Nova School Business and Economics, José Ferreira Machado, diz que é "estratégico" exportar ensino superior. E que este é um negócio do qual pode apresentar números e rentabilidade concreta: "A Nova exporta mais que 95% das empresas portuguesas", disse Ferreira Machado antes de concretizar que o negócio da sua Faculdade em Angola gera sete milhões de euros anuais. "Alemanha, Itália e Espanha estão mal colocados neste sector face a Portugal", referiu ainda o professor universitário para quem esta exportação não deve ser feita com base no ensino do português, mas numa perspectiva global e em inglês.

José Ferreira Machado defendeu que a actividade garante "impactos indirectos importantes" e que "se Portugal jogar as cartas bem jogadas, pode ter sucesso". Centrado na ideia de que os estudantes escolhem pela qualidade de ensino, preço, estilo de vida associado e segurança, o director da Nova SBE salientou que "é preciso haver escala e que ser pequeno não traz vantagem nenhuma". Em 120 milhões de estudantes universitários a nível mundial, as estatísticas indicam que 2,5% estão a estudar fora do seu sistema de origem, o que prenuncia um negócio de valor para o professor de Economia, José Ferreira Machado. Mas a imagem que se projecta de Portugal é outro aspecto relevante da exportação de ensino superior. "Numa vaga de globalização, os consumidores não estão confinados a esta ou aquela universidade. Depende deles, à distância de um clique apenas, e com o acordo de Bolonha criou-se um mercado transeuropeu de estudantes", disse Ferreira Machado. "Por isto, as escolas têm que ser capazes de atrair os melhores estudantes e de exportar estudantes transaccionáveis", disse.

marcar artigo