Governo: confiança dos portugueses em baixa é «natural»

27-01-2012
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O ministro da Economia reconheceu esta quinta-feira em Torres Vedras que o clima económico e a confiança dos consumidores atingiram níveis baixos devido à situação económica do país, considerando a situação «natural».

«É compreensível que, face à situação económica e às exigências de regularização das contas públicas, que haja uma reacção [negativa] do ponto de vista da confiança e das expectativas futuras», disse Vieira da Silva.

«Todos sabem que vivemos um momento difícil e é natural que as pessoas o sintam», disse o governante, citado pela Lusa, à margem do seminário sobre «Oportunidades para a Regeneração Urbana», promovido pela Agência de Desenvolvimento Regional do Oeste.

O clima económico e a confiança dos consumidores voltaram a diminuir em Janeiro, com este último a atingir o valor mais baixo desde o mínimo da série registado em Março de 2009, indicou o INE.

Os portugueses estão ainda mais pessimistas quanto à situação económica do país nos próximos 12 meses.

Restrições ao crédito são reflexo da crise

Já sobre as restrições impostas pela banca ao financiamento das empresas, Vieira da Silva defende que são justificadas pela situação financeira «difícil» do país.

«Gostaria que não houvesse restrições ao financiamento, mas não estamos a viver um momento positivo na nossa economia», disse Vieira da Silva.

No que ao Governo diz respeito, o ministro adiantou que têm sido criados programas de apoio para ajudar as empresas em dificuldade, mas não se pode substituir aos bancos.

«O Governo tem criado condições do ponto de vista macroeconómico para melhorar o financiamento dos bancos e tem um conjunto de linhas de crédito para apoiar as pequenas e médias empresas».

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O ministro da Economia reconheceu esta quinta-feira em Torres Vedras que o clima económico e a confiança dos consumidores atingiram níveis baixos devido à situação económica do país, considerando a situação «natural».

«É compreensível que, face à situação económica e às exigências de regularização das contas públicas, que haja uma reacção [negativa] do ponto de vista da confiança e das expectativas futuras», disse Vieira da Silva.

«Todos sabem que vivemos um momento difícil e é natural que as pessoas o sintam», disse o governante, citado pela Lusa, à margem do seminário sobre «Oportunidades para a Regeneração Urbana», promovido pela Agência de Desenvolvimento Regional do Oeste.

O clima económico e a confiança dos consumidores voltaram a diminuir em Janeiro, com este último a atingir o valor mais baixo desde o mínimo da série registado em Março de 2009, indicou o INE.

Os portugueses estão ainda mais pessimistas quanto à situação económica do país nos próximos 12 meses.

Restrições ao crédito são reflexo da crise

Já sobre as restrições impostas pela banca ao financiamento das empresas, Vieira da Silva defende que são justificadas pela situação financeira «difícil» do país.

«Gostaria que não houvesse restrições ao financiamento, mas não estamos a viver um momento positivo na nossa economia», disse Vieira da Silva.

No que ao Governo diz respeito, o ministro adiantou que têm sido criados programas de apoio para ajudar as empresas em dificuldade, mas não se pode substituir aos bancos.

«O Governo tem criado condições do ponto de vista macroeconómico para melhorar o financiamento dos bancos e tem um conjunto de linhas de crédito para apoiar as pequenas e médias empresas».

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