Tsipras quer Parlamento Europeu a monitorizar programa

19-08-2015
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O Parlamento Europeu é a instituição cujos membros são eleitos pelos cidadãos do espaço comum, e como tal deve estar presente no grupo das instituições que vão supervisionar o terceiro resgate à Grécia. A ideia é defendida pelo primeiro-ministro grego, conta a Reuters.

Alexis Tsipras enviou uma carta ao presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, considerando "politicamente imperativo que a única instituição europeia com mandato popular directo aja como o garante último do escrutínio democrático e compatibilidade da política económica na Europa".

A reacção de Schulz à proposta de Tsipras foi positiva, afirmou o gabinete do primeiro-ministro à agência noticiosa. Logo que o Parlamento Europeu reabra, os grupos parlamentares terão oportunidade de analisar esta junção da instituição ao quarteto já previsto.

Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Mecanismo Europeu de Estabilidade irão ao longo dos próximos três anos acompanhar o processo de resgate que levará à injecção de 86 mil milhões de euros na economia grega. Se a proposta de Tsipras for aceite no PE, também esta instituição fará parte do processo que nos dois resgates anteriores foi executado pela designada Troika, a qual Portugal tão bem conhece.

O Parlamento Europeu é a instituição cujos membros são eleitos pelos cidadãos do espaço comum, e como tal deve estar presente no grupo das instituições que vão supervisionar o terceiro resgate à Grécia. A ideia é defendida pelo primeiro-ministro grego, conta a Reuters.

Alexis Tsipras enviou uma carta ao presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, considerando "politicamente imperativo que a única instituição europeia com mandato popular directo aja como o garante último do escrutínio democrático e compatibilidade da política económica na Europa".

A reacção de Schulz à proposta de Tsipras foi positiva, afirmou o gabinete do primeiro-ministro à agência noticiosa. Logo que o Parlamento Europeu reabra, os grupos parlamentares terão oportunidade de analisar esta junção da instituição ao quarteto já previsto.

Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Mecanismo Europeu de Estabilidade irão ao longo dos próximos três anos acompanhar o processo de resgate que levará à injecção de 86 mil milhões de euros na economia grega. Se a proposta de Tsipras for aceite no PE, também esta instituição fará parte do processo que nos dois resgates anteriores foi executado pela designada Troika, a qual Portugal tão bem conhece.

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