BES: "O que falhou? Não foram os auditores, claramente"

28-01-2015
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Por Correio da ManhãInês Viegas, auditora da KPMG que analisou as contas da Espírito Santo Internacional (ESI), recusou no Parlamento que a culpa da resolução do BES seja dos auditores.A auditora da KPMG foi questionada pela deputada do CDS-PP Teresa Anjinho sobre o que tinha falhado na supervisão ao banco então liderado por Ricardo Salgado. Inês Viegas foi taxativa: "O que falhou? O que falhou não foram os auditores, claramente."Inês Viegas adiantou também, na comissão de inquérito ao BES, que a KPMG teve "um papel importante desde o início do processo, em meados de 2013". "Neste caso concreto, procedemos como tínhamos de proceder", resumiu.A mesma responsável admitiu também que as cartas conforto passadas por Salgado aos clientes venezuelanos e a recompra de obrigações através da Eurofin foram "dois factores que contribuíram para agravar os prejuízos [do BES]. "Obviamente que tiveram impacto, mas se foi isso que causou a resolução do BES não me vou pronunciar".Nessa altura, Teresa Anjinho pediu a Inês Viegas que comentasse se achava que o BER era sólido antes do impacto das operações realizadas em julho, no período em que Salgado estava já de saída. "Antes destes impactos? Isso é opinativo", atirou.

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Por Correio da ManhãInês Viegas, auditora da KPMG que analisou as contas da Espírito Santo Internacional (ESI), recusou no Parlamento que a culpa da resolução do BES seja dos auditores.A auditora da KPMG foi questionada pela deputada do CDS-PP Teresa Anjinho sobre o que tinha falhado na supervisão ao banco então liderado por Ricardo Salgado. Inês Viegas foi taxativa: "O que falhou? O que falhou não foram os auditores, claramente."Inês Viegas adiantou também, na comissão de inquérito ao BES, que a KPMG teve "um papel importante desde o início do processo, em meados de 2013". "Neste caso concreto, procedemos como tínhamos de proceder", resumiu.A mesma responsável admitiu também que as cartas conforto passadas por Salgado aos clientes venezuelanos e a recompra de obrigações através da Eurofin foram "dois factores que contribuíram para agravar os prejuízos [do BES]. "Obviamente que tiveram impacto, mas se foi isso que causou a resolução do BES não me vou pronunciar".Nessa altura, Teresa Anjinho pediu a Inês Viegas que comentasse se achava que o BER era sólido antes do impacto das operações realizadas em julho, no período em que Salgado estava já de saída. "Antes destes impactos? Isso é opinativo", atirou.

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