figueiredobatista
12.07.2012 - 14:09 denunciar
Politica Escorreita 35.0. A ventoinha político-social do primeiro ministro de Portugal.
Na mais recente demanda carismática de Pedro Passos Coelho, sempre disposto a brindar o País com a sua clarividência politica e social, desta vez a argumenticia politica roça as raias do burlesco e do ridículo, não só procurando virar o bico ao prego, mas também expondo-nos Passos Coelho os seus limites políticos, ficando um amargo de boca cada vez mais latente e proeminente de como é que é possível sermos governados por esta cambada de maltrapilhos políticos, ignaros pátrios e obtusos de raciocínio, por na verdade estarem arredados do circulo e circuito politico e social onde os factos realmente acontecem, a chamada causa social em uma vertente analítica da sociologia mas também a linha de raciocínio inexorável, imprescindível para uma correta observação, interpretação e interacção a realidade social, em suma da realidade do terreno, dos reais problemas das pessoas e a correta forma de os abordar e resolver. A explicação em parte para este fenómeno reside no facto de Passos Coelho, também extensível ao carisma político de lacrau de Miguel Relvas, o oportunismo maquiavélico, o chico-espertismo, o nacional porreirismo, a chafurda, a pocilga, o oportunismo, o ranço bafiento e bacoco deste tipo de classe politica claramente constitui o problema e não a solução para os problemas estruturais do País. Mas, na explicação dos pássaros, que é como quem diz, este tipo de classe politica de aviário, criados, apaparicados de uma forma subversiva dentro das Jotas , constitui um verdadeiro perigo politico na medida em que o dirigismo politico é directamente vilipendiado acontecendo na verdade o revivalismo da receita da mocidade portuguesa aliada a formação politica das Jotas de direita, tal aviário politico constitui na verdade e é de uma perigosidade recorrente e iminente, e a ideia que se faz deste fenómeno, é apenas uma ideia perene do que a manipulação politica de que lhe esta subjacente. No paralelo trinta e três português, na Madeira, tropeçamos a todo o instante com este repugnante fenómeno, a escola politica da Jota maioritariamente, forma e visa formar gente com noções deturpadas, abnóxias e que servem sob a forma de sistema de controlo, o sistema politico totalitário vigente, que pretende assim passar sob uma falsa forma de mutualismo social uma mensagem politico social inquinada, se vê gente plena da sua idade activa que nunca celebrou nem sabe tão pouco o que é o vinte e cinco de Abril, ocultado deliberada e criminalmente este facto fulcral e outros, acabam estes entes por se tornar uma espécie de cães de fila e acérrimos defensores da selvajaria a que a democracia é continuadamente sujeita, para gaudio das chamadas ratas velhas da estrutura das Jotas de direita, sempre gozando de uma falsa impunidade, fétidos e repugnantes pela sobreposição de seus pares pela continuada frequência e jugo destes próprios das latrinas proto politicas que representam. Ora o aviário político que constitui as Jotas a direita, remake da mocidade portuguesa, catecismo deturpado e à medida da democracia destes e não do povo para qual governam, produz e faz produzir cegos seguidores, senão vejamos se Passos Coelho não é uma versão recauchutada de Cavaco. É aqui que reside o verdadeiro perigo e, cabe a nos cidadãos mais ou menos esclarecidos acabar com este verdadeiro torpor, acabar com esta esgana e oportunismo politico, com esta falha estrutural que mina o País, ao dirigismo politico da ignominia, do mandar areia para os olhos e ficarem-se a rir a gozarem ainda por cima da civilidade e daquilo que nunca foram, Portugueses interessados e presentes, com identidade e carisma na verdadeira e génese acepção da palavra. Escarrar na democracia parece tão fácil para esta espécie de terroristas políticos, e pegando no exemplo do surgimento de epidemias como as vacas loucas ou a gripe suína, estas surgem em parte quando os tratadores colocam o gado a comer o próprio excremento, tais como os ossos moídos dos seus congéneres sob a forma de ração, interrompendo assim o ciclo, circulo e circuito de ligação com a natureza e da cadeia alimentar dando aso a doença, o mesmo se passa com Passos Coelho e o seu raciocínio politico estapafúrdio, ficando cada vez mais evidente a sua falta de carisma politico, ficando-se pelos bitaites e manobras de diversão, contramedidas argumentativas com a finalidade de iludir e enganar o Português e que agora, era aqui que eu queria chegar, procura atirar a sua própria porcaria pra a ventoinha, para a ventoinha que o primeiro-ministro tem por cima da sua boininha, a de catraio politico, com sentido pátrio residual, o carisma de um Dâmaso Salcede e a intrujice politica digna de um Alves dos Reis, e tal como tem vindo sucessivamente a demonstrar. O consenso politico de que Passos Coelho ostenta deve-se em grande parte ao trabalho construtivo das oposições designadamente do PS, sendo verdade que o papel de Sócrates na labuta de levar o País para a frente seja em parte discutível, constituído este facto recorrentemente arma de arremesso politico por parte do Governo, as tais contra medidas e manobras de diversão politica, a desculpa fácil, a conversa do camafeu para o bêbado, és feia como a noite dos trovões, ao que o camafeu retorqui, e tu estas bêbado , e na resposta se ouve, pois é mas amanha eu já estou bom ; não é menos verdade que o somatório da erosão provocada por sucessivos anos de governação Cavaquista, em uma altura em que poderiam ter sido aproveitados os fundos estruturais oriundos da então C.E.E para estruturar e solidificar a economia do País, em vez disso, escarrapachou-se a divida publica da altura, actualmente denominada de divida soberana na fasquia sem precedentes de trezentos e cinquenta por cento, tudo isto faz-nos pensar e leva-nos a conclusão que o governo, esta coligação PSD-CDS trôpega e amorfa anda a cuspir na sopa e vive no engano e auto engano politico com resultados e reflexos evidentes á vista para Portugal. Descentralização, transportes e acessibilidades, desertificação do interior, sobretudo o problema do desemprego parece passar ao largo deste governo, obcecados com o cumprimentos das metas orçamentais, esquecem-se de governar, na não assunção de que só através desta forma e de uma forma não paradoxal, as metas serão atingidas. A muito que a porcaria ventilada por Passos Coelho é deitada na ventoinha, mas, aprece-se, o correctivo democrático através do sufrágio não tarda, fruto da sargeta e da verborreia do seu discurso, e da falta de espirito de liderança ao não assumir sequer que é absolutamente imprescindível uma remodelação para no mínimo injectar alguma credibilidade no governo afastando por exemplo o impostor iconoclasta, a abécula e preversão democrática Miguel Relvas. A asfixia e aniquilação dos recursos humanos e do direito ao trabalho, aliadas a falta de carisma, de encorajamento, de consciência social, de sentido de estado, o mingar da simbiose e construtivismo democrático, a prepotência e sobretudo a porcaria a muita deitada na ventoinha, ditara a curto médio prazo, o fim deste governo PSD/CDS, para Portugal.
Jorge Batista de Figueiredo
Categorias
Entidades
figueiredobatista
12.07.2012 - 14:09 denunciar
Politica Escorreita 35.0. A ventoinha político-social do primeiro ministro de Portugal.
Na mais recente demanda carismática de Pedro Passos Coelho, sempre disposto a brindar o País com a sua clarividência politica e social, desta vez a argumenticia politica roça as raias do burlesco e do ridículo, não só procurando virar o bico ao prego, mas também expondo-nos Passos Coelho os seus limites políticos, ficando um amargo de boca cada vez mais latente e proeminente de como é que é possível sermos governados por esta cambada de maltrapilhos políticos, ignaros pátrios e obtusos de raciocínio, por na verdade estarem arredados do circulo e circuito politico e social onde os factos realmente acontecem, a chamada causa social em uma vertente analítica da sociologia mas também a linha de raciocínio inexorável, imprescindível para uma correta observação, interpretação e interacção a realidade social, em suma da realidade do terreno, dos reais problemas das pessoas e a correta forma de os abordar e resolver. A explicação em parte para este fenómeno reside no facto de Passos Coelho, também extensível ao carisma político de lacrau de Miguel Relvas, o oportunismo maquiavélico, o chico-espertismo, o nacional porreirismo, a chafurda, a pocilga, o oportunismo, o ranço bafiento e bacoco deste tipo de classe politica claramente constitui o problema e não a solução para os problemas estruturais do País. Mas, na explicação dos pássaros, que é como quem diz, este tipo de classe politica de aviário, criados, apaparicados de uma forma subversiva dentro das Jotas , constitui um verdadeiro perigo politico na medida em que o dirigismo politico é directamente vilipendiado acontecendo na verdade o revivalismo da receita da mocidade portuguesa aliada a formação politica das Jotas de direita, tal aviário politico constitui na verdade e é de uma perigosidade recorrente e iminente, e a ideia que se faz deste fenómeno, é apenas uma ideia perene do que a manipulação politica de que lhe esta subjacente. No paralelo trinta e três português, na Madeira, tropeçamos a todo o instante com este repugnante fenómeno, a escola politica da Jota maioritariamente, forma e visa formar gente com noções deturpadas, abnóxias e que servem sob a forma de sistema de controlo, o sistema politico totalitário vigente, que pretende assim passar sob uma falsa forma de mutualismo social uma mensagem politico social inquinada, se vê gente plena da sua idade activa que nunca celebrou nem sabe tão pouco o que é o vinte e cinco de Abril, ocultado deliberada e criminalmente este facto fulcral e outros, acabam estes entes por se tornar uma espécie de cães de fila e acérrimos defensores da selvajaria a que a democracia é continuadamente sujeita, para gaudio das chamadas ratas velhas da estrutura das Jotas de direita, sempre gozando de uma falsa impunidade, fétidos e repugnantes pela sobreposição de seus pares pela continuada frequência e jugo destes próprios das latrinas proto politicas que representam. Ora o aviário político que constitui as Jotas a direita, remake da mocidade portuguesa, catecismo deturpado e à medida da democracia destes e não do povo para qual governam, produz e faz produzir cegos seguidores, senão vejamos se Passos Coelho não é uma versão recauchutada de Cavaco. É aqui que reside o verdadeiro perigo e, cabe a nos cidadãos mais ou menos esclarecidos acabar com este verdadeiro torpor, acabar com esta esgana e oportunismo politico, com esta falha estrutural que mina o País, ao dirigismo politico da ignominia, do mandar areia para os olhos e ficarem-se a rir a gozarem ainda por cima da civilidade e daquilo que nunca foram, Portugueses interessados e presentes, com identidade e carisma na verdadeira e génese acepção da palavra. Escarrar na democracia parece tão fácil para esta espécie de terroristas políticos, e pegando no exemplo do surgimento de epidemias como as vacas loucas ou a gripe suína, estas surgem em parte quando os tratadores colocam o gado a comer o próprio excremento, tais como os ossos moídos dos seus congéneres sob a forma de ração, interrompendo assim o ciclo, circulo e circuito de ligação com a natureza e da cadeia alimentar dando aso a doença, o mesmo se passa com Passos Coelho e o seu raciocínio politico estapafúrdio, ficando cada vez mais evidente a sua falta de carisma politico, ficando-se pelos bitaites e manobras de diversão, contramedidas argumentativas com a finalidade de iludir e enganar o Português e que agora, era aqui que eu queria chegar, procura atirar a sua própria porcaria pra a ventoinha, para a ventoinha que o primeiro-ministro tem por cima da sua boininha, a de catraio politico, com sentido pátrio residual, o carisma de um Dâmaso Salcede e a intrujice politica digna de um Alves dos Reis, e tal como tem vindo sucessivamente a demonstrar. O consenso politico de que Passos Coelho ostenta deve-se em grande parte ao trabalho construtivo das oposições designadamente do PS, sendo verdade que o papel de Sócrates na labuta de levar o País para a frente seja em parte discutível, constituído este facto recorrentemente arma de arremesso politico por parte do Governo, as tais contra medidas e manobras de diversão politica, a desculpa fácil, a conversa do camafeu para o bêbado, és feia como a noite dos trovões, ao que o camafeu retorqui, e tu estas bêbado , e na resposta se ouve, pois é mas amanha eu já estou bom ; não é menos verdade que o somatório da erosão provocada por sucessivos anos de governação Cavaquista, em uma altura em que poderiam ter sido aproveitados os fundos estruturais oriundos da então C.E.E para estruturar e solidificar a economia do País, em vez disso, escarrapachou-se a divida publica da altura, actualmente denominada de divida soberana na fasquia sem precedentes de trezentos e cinquenta por cento, tudo isto faz-nos pensar e leva-nos a conclusão que o governo, esta coligação PSD-CDS trôpega e amorfa anda a cuspir na sopa e vive no engano e auto engano politico com resultados e reflexos evidentes á vista para Portugal. Descentralização, transportes e acessibilidades, desertificação do interior, sobretudo o problema do desemprego parece passar ao largo deste governo, obcecados com o cumprimentos das metas orçamentais, esquecem-se de governar, na não assunção de que só através desta forma e de uma forma não paradoxal, as metas serão atingidas. A muito que a porcaria ventilada por Passos Coelho é deitada na ventoinha, mas, aprece-se, o correctivo democrático através do sufrágio não tarda, fruto da sargeta e da verborreia do seu discurso, e da falta de espirito de liderança ao não assumir sequer que é absolutamente imprescindível uma remodelação para no mínimo injectar alguma credibilidade no governo afastando por exemplo o impostor iconoclasta, a abécula e preversão democrática Miguel Relvas. A asfixia e aniquilação dos recursos humanos e do direito ao trabalho, aliadas a falta de carisma, de encorajamento, de consciência social, de sentido de estado, o mingar da simbiose e construtivismo democrático, a prepotência e sobretudo a porcaria a muita deitada na ventoinha, ditara a curto médio prazo, o fim deste governo PSD/CDS, para Portugal.
Jorge Batista de Figueiredo