As declarações de Sérgio Sousa Pinto sobre a candidatura de Manuel Alegre, expressa em seu nome pessoal, à RTPN, no mesmo dia em que António Costa se pronunciou sobre o mesmo assunto na SIC, evidenciam o grau de maturidade que distingue a seriedade política da jocosidade provocatória e subserviente... Sérgio Sousa Pinto fez-me pensar na célebre frase: "Por qué no te callas?". De facto, o auto-convencimento e o esforço "espertalhaço" de querer agradar ao que se presume que se esboça nos bastidores numa atitude "embirrante" de inoportuna e desadequada rebeldia, confirma a opinião de que há políticos que apenas falam bem enquanto correias de transmissão... na sociedade tradicional chamavam-se "moços de recados" e penso que os imaginamos a delirar como seria se pudesse ser sua a iniciativa... nessa noite, Sérgio Sousa Pinto, cativo do narcisismo que o torna desagradável, cedeu, uma vez mais, à tentação mediática e deu a sua opinião, deixando assim que os portugueses percebessem que, de facto, será sempre um político com um sentido estratégico marcado pelos interesses de protagonismo pessoal.
Categorias
Entidades
As declarações de Sérgio Sousa Pinto sobre a candidatura de Manuel Alegre, expressa em seu nome pessoal, à RTPN, no mesmo dia em que António Costa se pronunciou sobre o mesmo assunto na SIC, evidenciam o grau de maturidade que distingue a seriedade política da jocosidade provocatória e subserviente... Sérgio Sousa Pinto fez-me pensar na célebre frase: "Por qué no te callas?". De facto, o auto-convencimento e o esforço "espertalhaço" de querer agradar ao que se presume que se esboça nos bastidores numa atitude "embirrante" de inoportuna e desadequada rebeldia, confirma a opinião de que há políticos que apenas falam bem enquanto correias de transmissão... na sociedade tradicional chamavam-se "moços de recados" e penso que os imaginamos a delirar como seria se pudesse ser sua a iniciativa... nessa noite, Sérgio Sousa Pinto, cativo do narcisismo que o torna desagradável, cedeu, uma vez mais, à tentação mediática e deu a sua opinião, deixando assim que os portugueses percebessem que, de facto, será sempre um político com um sentido estratégico marcado pelos interesses de protagonismo pessoal.