seia portugal: Beiralã manda 160 trabalhadores para casa até Dezembro

02-07-2011
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A partir de 2ª feira, dia 15 de Setembro, cerca de 160 trabalhadores da Beiralã vão ficar em casa até ao fim do ano sem trabalho, tendo de ficar à espera 4 meses para ver se surgem encomendas.Ao que parece não havia muitas soluções. Corria a leve esperança de que Fábrica pudesse vir a ser viabilizada, mas as encomendas não têm justificado a laboração normal. Agora a alternativa é esperar 4 meses, ou como alguns dizem, adiar a agonia.Nesta emblemática empresa de Seia, ficam assim pouco mais de 40 trabalhadores até ao fim do ano.Neste cenário, há quem admita que este pode ser o principio do fim da Beiralã, mas há outros que têm esperança em melhores dias no início de 2009.Para já, o aviso à administração por parte dos trabalhadores que vão para casa é que não conte mandá-los para o fundo de desemprego. Um aviso partilhado pelo sindicato, que também não tem grandes alternativas.Nesta hora difícil para os trabalhadores, importa manter firme determinação e sem desânimo aguardar pelo desenrolar dos acontecimentos, mas sempre vigilantes. Da minha parte, manifesto humilde solidariedade e disponibilidade para a “luta” que se avizinha.


A partir de 2ª feira, dia 15 de Setembro, cerca de 160 trabalhadores da Beiralã vão ficar em casa até ao fim do ano sem trabalho, tendo de ficar à espera 4 meses para ver se surgem encomendas.Ao que parece não havia muitas soluções. Corria a leve esperança de que Fábrica pudesse vir a ser viabilizada, mas as encomendas não têm justificado a laboração normal. Agora a alternativa é esperar 4 meses, ou como alguns dizem, adiar a agonia.Nesta emblemática empresa de Seia, ficam assim pouco mais de 40 trabalhadores até ao fim do ano.Neste cenário, há quem admita que este pode ser o principio do fim da Beiralã, mas há outros que têm esperança em melhores dias no início de 2009.Para já, o aviso à administração por parte dos trabalhadores que vão para casa é que não conte mandá-los para o fundo de desemprego. Um aviso partilhado pelo sindicato, que também não tem grandes alternativas.Nesta hora difícil para os trabalhadores, importa manter firme determinação e sem desânimo aguardar pelo desenrolar dos acontecimentos, mas sempre vigilantes. Da minha parte, manifesto humilde solidariedade e disponibilidade para a “luta” que se avizinha.

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