Ana e Pedro Pulido Valente vivem época festiva no Castelo da CARAS

19-12-2014
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Ana e Pedro Pulido Valente iniciaram as festividades natalícias neste fim de semana que passaram ao lado das filhas, Rosarinho, de 24 anos, e Francisca, de 25, no Castelo da CARAS, no Crato. Como católicos que são, o administrador do Horto do Campo Grande e a mulher fazem questão de viver intensamente o Natal, celebrando acima de tudo o nascimento de Jesus Cristo e evitando o consumismo já tão associado a esta época do ano.

Numa conversa descontraída, Ana e Pedro Pulido Valente falaram orgulhosamente das filhas e partilharam como têm conseguido construir uma família feliz e muito unida.

– Durante esta produção, percebeu-se que gostam de celebrar o Natal…

Ana Pulido Valente – Para mim, o Natal é mesmo o nascimento de Cristo, que é celebrado em família. Como católica, até dou mais importância à Páscoa, que é uma época vivida sem aquele ambiente comercial à volta. Confesso que no Natal não é fácil evitar o consumismo e acabo sempre por comprar presentes para as minhas filhas. Mas damos muita importância à religiosidade desta época.

Pedro Pulido Valente – Eu, por exemplo, detesto dar ou receber presentes por obrigação e tenho pena que o Natal esteja tão associado a esta parte comercial.

– E conseguiram transmitir esses valores às vossas filhas?

Ana – Sim, foi facílimo, adquiriram esses valores pelo exemplo. A religião nunca foi imposta e sim transmitida.

– Estão casados há quase 30 anos. Qual é o segredo?

– Penso que a nossa felicidade se deve à cumplicidade que existe entre nós os dois e à relação que temos com as nossas filhas.

Pedro – Acho que em tudo temos de ser resilientes. O casamento também é algo que tem de ser trabalhado.

– E é fácil ser o único homem lá de casa?

– Às vezes tenho de me desligar um bocadinho. As coisas têm resultado porque temos casas de banho separadas! [risos].

Ana – O Pedro é um pai cúmplice, mas sou eu que faço mais os programas com elas. Sou mãe-galinha e adoro andar com as minhas filhas ‘debaixo dos braços’. Mas o pai é um pilar para elas.

– As vossas filhas têm apenas um ano de diferença. Elas têm uma boa relação?

– São completamente diferentes uma da outra, mas são muitíssimo amigas. E isso para mim, como mãe, é muito gratificante. A Francisca é muito protetora e é mais discreta. A Rosarinho é mais extrovertida, mas é também mais insegura.

– O Pedro está há 26 anos no Horto do Campo Grande. Como é que mantém o entusiasmo?

– Comecei como diretor comercial e agora sou administrador e responsável pela área da comunicação. Sinto-me realizado com o que faço. Sempre gostei das relações-públicas e publi­cidade e gosto muito de contactar com as pessoas. Crio laços muito facilmente.

Ana e Pedro Pulido Valente iniciaram as festividades natalícias neste fim de semana que passaram ao lado das filhas, Rosarinho, de 24 anos, e Francisca, de 25, no Castelo da CARAS, no Crato. Como católicos que são, o administrador do Horto do Campo Grande e a mulher fazem questão de viver intensamente o Natal, celebrando acima de tudo o nascimento de Jesus Cristo e evitando o consumismo já tão associado a esta época do ano.

Numa conversa descontraída, Ana e Pedro Pulido Valente falaram orgulhosamente das filhas e partilharam como têm conseguido construir uma família feliz e muito unida.

– Durante esta produção, percebeu-se que gostam de celebrar o Natal…

Ana Pulido Valente – Para mim, o Natal é mesmo o nascimento de Cristo, que é celebrado em família. Como católica, até dou mais importância à Páscoa, que é uma época vivida sem aquele ambiente comercial à volta. Confesso que no Natal não é fácil evitar o consumismo e acabo sempre por comprar presentes para as minhas filhas. Mas damos muita importância à religiosidade desta época.

Pedro Pulido Valente – Eu, por exemplo, detesto dar ou receber presentes por obrigação e tenho pena que o Natal esteja tão associado a esta parte comercial.

– E conseguiram transmitir esses valores às vossas filhas?

Ana – Sim, foi facílimo, adquiriram esses valores pelo exemplo. A religião nunca foi imposta e sim transmitida.

– Estão casados há quase 30 anos. Qual é o segredo?

– Penso que a nossa felicidade se deve à cumplicidade que existe entre nós os dois e à relação que temos com as nossas filhas.

Pedro – Acho que em tudo temos de ser resilientes. O casamento também é algo que tem de ser trabalhado.

– E é fácil ser o único homem lá de casa?

– Às vezes tenho de me desligar um bocadinho. As coisas têm resultado porque temos casas de banho separadas! [risos].

Ana – O Pedro é um pai cúmplice, mas sou eu que faço mais os programas com elas. Sou mãe-galinha e adoro andar com as minhas filhas ‘debaixo dos braços’. Mas o pai é um pilar para elas.

– As vossas filhas têm apenas um ano de diferença. Elas têm uma boa relação?

– São completamente diferentes uma da outra, mas são muitíssimo amigas. E isso para mim, como mãe, é muito gratificante. A Francisca é muito protetora e é mais discreta. A Rosarinho é mais extrovertida, mas é também mais insegura.

– O Pedro está há 26 anos no Horto do Campo Grande. Como é que mantém o entusiasmo?

– Comecei como diretor comercial e agora sou administrador e responsável pela área da comunicação. Sinto-me realizado com o que faço. Sempre gostei das relações-públicas e publi­cidade e gosto muito de contactar com as pessoas. Crio laços muito facilmente.

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