PS considera ilegítimo modelo de privatização da TAP
Tiago Freire
17:11
Partido quer divulgação imediata do caderno de encargos da operação, para saber que direitos terá o Estado quanto à posição que, para já, vai manter.
O Partido Socialista considera "ilegítima" a forma escolhida pelo Governo para privatizar a TAP, nomeadamente no que toca à futura saída total do Estado do capital da transportadora.
Falando aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado Rui Paulo Figueiredo exigiu "a divulgação imediata do caderno de encargos da privatização", para que o partido possa ter conhecimento de tudo o que lá ficou estabelecido e se algo de fundamental muda face ao decreto-lei da operação, já conhecido.
É que nesse decreto-lei, que serve de enquadramento geral da privatização, vinha definido que o comprador que ficar agora com os mais de 60% da TAP que estão à venda terá opção de compra da posição do Estado, no prazo de dois anos. Ou seja, mesmo que o futuro Governo quisesse manter uma posição na empresa, não teria qualquer palavra a dizer acerca do assunto, por tal ficar já definido em contrato com o comprador.
"Consideramos ilegítimo que um Governo em fim de ciclo, no último semestre da sua governação", tome uma decisão que retira margem ao próximo Governo de decidir o que fazer com a posição restante, defendeu o deputado Rui Paulo Figueiredo.
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PS considera ilegítimo modelo de privatização da TAP
Tiago Freire
17:11
Partido quer divulgação imediata do caderno de encargos da operação, para saber que direitos terá o Estado quanto à posição que, para já, vai manter.
O Partido Socialista considera "ilegítima" a forma escolhida pelo Governo para privatizar a TAP, nomeadamente no que toca à futura saída total do Estado do capital da transportadora.
Falando aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado Rui Paulo Figueiredo exigiu "a divulgação imediata do caderno de encargos da privatização", para que o partido possa ter conhecimento de tudo o que lá ficou estabelecido e se algo de fundamental muda face ao decreto-lei da operação, já conhecido.
É que nesse decreto-lei, que serve de enquadramento geral da privatização, vinha definido que o comprador que ficar agora com os mais de 60% da TAP que estão à venda terá opção de compra da posição do Estado, no prazo de dois anos. Ou seja, mesmo que o futuro Governo quisesse manter uma posição na empresa, não teria qualquer palavra a dizer acerca do assunto, por tal ficar já definido em contrato com o comprador.
"Consideramos ilegítimo que um Governo em fim de ciclo, no último semestre da sua governação", tome uma decisão que retira margem ao próximo Governo de decidir o que fazer com a posição restante, defendeu o deputado Rui Paulo Figueiredo.