Manuel Alegre,Tenho orgulho em si: como Português, como Poeta e como Individualidade de Esquerda.Chegou o tempo de se fazer ouvir a voz dos cidadãos, para além das máquinas partidárias: é este o tempo de recuperar a esperança, o tempo de reabilitar o regime e o tempo de dar novo fôlego à Democracia.Para isso confio em si.É necessário um novo Estado Estratego que se recoloque o no seu papel de regulador da vida social, económica e cultural, que não despreze a ética e o humanismo mas, que também exija a excelência, a qualidade e o rigor. Para isso, também confio em si.Aqui fica uma palavra de agradecimento pela candidatura e, de estímulo.Empenhar-me-ei neste apoio e nesta campanha, plenamente convicto que querermos o melhor para Portugal e para a Democracia.O Dr. Almeida Santos sabiamente defende que “não há Democracia sem Partidos” mas, acrescento eu, também não haverá Partidos sem Democracia. Assim, é indispensável “alargar a cidadania” para haver democracia para além e dentro dos próprios Partidos, sob pena o fosso se tornar intransponível.Por isso quero um Presidente que defenda a Constituição: não quero um presidente contra a Constituição ou um presidente para qualquer Constituição. É para que isso confio em si.
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Manuel Alegre,Tenho orgulho em si: como Português, como Poeta e como Individualidade de Esquerda.Chegou o tempo de se fazer ouvir a voz dos cidadãos, para além das máquinas partidárias: é este o tempo de recuperar a esperança, o tempo de reabilitar o regime e o tempo de dar novo fôlego à Democracia.Para isso confio em si.É necessário um novo Estado Estratego que se recoloque o no seu papel de regulador da vida social, económica e cultural, que não despreze a ética e o humanismo mas, que também exija a excelência, a qualidade e o rigor. Para isso, também confio em si.Aqui fica uma palavra de agradecimento pela candidatura e, de estímulo.Empenhar-me-ei neste apoio e nesta campanha, plenamente convicto que querermos o melhor para Portugal e para a Democracia.O Dr. Almeida Santos sabiamente defende que “não há Democracia sem Partidos” mas, acrescento eu, também não haverá Partidos sem Democracia. Assim, é indispensável “alargar a cidadania” para haver democracia para além e dentro dos próprios Partidos, sob pena o fosso se tornar intransponível.Por isso quero um Presidente que defenda a Constituição: não quero um presidente contra a Constituição ou um presidente para qualquer Constituição. É para que isso confio em si.