PS questiona Governo sobre Novas Oportunidades > Política > TVI24

14-01-2012
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O PS quer saber, junto do ministro da Economia, quantos centros Novas Oportunidades o Governo já encerrou desde que iniciou funções e quantos trabalhadores e prestadores de serviços entraram em situação de desemprego em consequência dessas decisões.

Estas questões dirigidas a Álvaro Santos Pereira constam de uma pergunta formulada por deputados socialistas, subscrita em primeiro lugar por Miguel Laranjeiro, membro do Secretariado Nacional do PS. Além de Miguel Laranjeiro, assinam a pergunta os ex-ministros Vieira da Silva e Helena André, a ex-secretária de Estado Idália Serrão, e os deputados João Paulo Pedrosa, Nuno Sá e Rui Jorge Santos.

Os socialistas querem também saber que razões levaram o Executivo a fechar os centros Novas Oportunidades e em que estudos se baseou o Governo para tomar essa decisão, bem como quantos trabalhadores e prestadores de serviços desses centros «ficam sem protecção no desemprego».

A bancada socialista questiona ainda o Governo sobre «qual a utilidade objectiva da anunciada auditoria às Novas Oportunidades, quais vão ser as consequências da mesma auditoria relativamente aos centros entretanto desmantelados pelo Governo e se o Executivo considera coerente e adequado fechar centros sem conhecer previamente os resultados da auditoria».

Para o PS, considera-se «inaceitável que sem resultados da auditoria prometida - e jogando com o factor surpresa - o Governo encerre centros Novas Oportunidades, penalizando os mais de 50 mil adultos em processo de formação e lançando centenas de trabalhadores no desemprego sem protecção social e num dos momentos mais difíceis que Portugal atravessa».

Segundo o PS, desde que o Governo tomou posse, começou por extinguir três centros Novas Oportunidades que funcionavam nas escolas de hotelaria e turismo de Coimbra, Lisboa e Faro.

«Esta semana foi o encerramento dos centos Novas Oportunidades afectos ao Instituto de Emprego e Formação Profissional que, sem aviso prévio e de surpresa, lança no desemprego (segundo notícias vindas a público) mais de 800 formadores e cerca de 214 técnicos de educação e formação de adultos, sendo que muitos não terão qualquer protecção social por exercerem a actividade em regime de prestação de serviços», refere a pergunta formulada pela bancada socialista.

O PS quer saber, junto do ministro da Economia, quantos centros Novas Oportunidades o Governo já encerrou desde que iniciou funções e quantos trabalhadores e prestadores de serviços entraram em situação de desemprego em consequência dessas decisões.

Estas questões dirigidas a Álvaro Santos Pereira constam de uma pergunta formulada por deputados socialistas, subscrita em primeiro lugar por Miguel Laranjeiro, membro do Secretariado Nacional do PS. Além de Miguel Laranjeiro, assinam a pergunta os ex-ministros Vieira da Silva e Helena André, a ex-secretária de Estado Idália Serrão, e os deputados João Paulo Pedrosa, Nuno Sá e Rui Jorge Santos.

Os socialistas querem também saber que razões levaram o Executivo a fechar os centros Novas Oportunidades e em que estudos se baseou o Governo para tomar essa decisão, bem como quantos trabalhadores e prestadores de serviços desses centros «ficam sem protecção no desemprego».

A bancada socialista questiona ainda o Governo sobre «qual a utilidade objectiva da anunciada auditoria às Novas Oportunidades, quais vão ser as consequências da mesma auditoria relativamente aos centros entretanto desmantelados pelo Governo e se o Executivo considera coerente e adequado fechar centros sem conhecer previamente os resultados da auditoria».

Para o PS, considera-se «inaceitável que sem resultados da auditoria prometida - e jogando com o factor surpresa - o Governo encerre centros Novas Oportunidades, penalizando os mais de 50 mil adultos em processo de formação e lançando centenas de trabalhadores no desemprego sem protecção social e num dos momentos mais difíceis que Portugal atravessa».

Segundo o PS, desde que o Governo tomou posse, começou por extinguir três centros Novas Oportunidades que funcionavam nas escolas de hotelaria e turismo de Coimbra, Lisboa e Faro.

«Esta semana foi o encerramento dos centos Novas Oportunidades afectos ao Instituto de Emprego e Formação Profissional que, sem aviso prévio e de surpresa, lança no desemprego (segundo notícias vindas a público) mais de 800 formadores e cerca de 214 técnicos de educação e formação de adultos, sendo que muitos não terão qualquer protecção social por exercerem a actividade em regime de prestação de serviços», refere a pergunta formulada pela bancada socialista.

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