O alegado desconhecimento gulaguiano da deputada do PCP Rita Rita, já motivou tanta escrita que é impossÃvel de referenciar sem a ajuda do Paulo Querido e de um daqueles seus agregadores. Os textos publicados, excluindo propositadamente os de teor machista, podem dividir-se em dois tipos de comentário:
1. [versão intimista] Conheço a Rita Rato desde criancinha. Já aos 6 anos, em plenários dos pioneiros, fazia crÃticas vergonhosas à Perestroika, sobretudo no que diz respeito à forma como Gorbatchev tratava o papel das mulheres.
2. [versão tecnocrata] O desconhecimento da Sra. deputada do PCP, apenas reflecte que a discussão em torno dos Gulag e o ensino de boas práticas estalinistas é uma matéria, diariamente, presente na acção polÃtica do PCP.
A minha versão é um pouco menos fabulosa e consideravelmente mais desinteressante.
Num contexto duma entrevista que imagino extensa, a Rita Rato julgou que havia coisas mais interessantes sobre as quais gostaria de falar. Respondeu rápido para passar à frente.
Para continuar a discussão, seria importante clarificar que respostas terão ficado fora da entrevista publicada (e já agora os seus motivos) e analisar as respostas de cada um dos deputados se, um dia, um qualquer jornalista cometesse a ousadia de fazer umas quantas perguntas objectivas sobre os Gulag (sem espaço para chavões ou resposta-tipo)?
O alegado desconhecimento gulaguiano da deputada do PCP Rita Rita, já motivou tanta escrita que é impossÃvel de referenciar sem a ajuda do Paulo Querido e de um daqueles seus agregadores. Os textos publicados, excluindo propositadamente os de teor machista, podem dividir-se em dois tipos de comentário:
1. [versão intimista] Conheço a Rita Rato desde criancinha. Já aos 6 anos, em plenários dos pioneiros, fazia crÃticas vergonhosas à Perestroika, sobretudo no que diz respeito à forma como Gorbatchev tratava o papel das mulheres.
2. [versão tecnocrata] O desconhecimento da Sra. deputada do PCP, apenas reflecte que a discussão em torno dos Gulag e o ensino de boas práticas estalinistas é uma matéria, diariamente, presente na acção polÃtica do PCP.
A minha versão é um pouco menos fabulosa e consideravelmente mais desinteressante.
Num contexto duma entrevista que imagino extensa, a Rita Rato julgou que havia coisas mais interessantes sobre as quais gostaria de falar. Respondeu rápido para passar à frente.
Para continuar a discussão, seria importante clarificar que respostas terão ficado fora da entrevista publicada (e já agora os seus motivos) e analisar as respostas de cada um dos deputados se, um dia, um qualquer jornalista cometesse a ousadia de fazer umas quantas perguntas objectivas sobre os Gulag (sem espaço para chavões ou resposta-tipo)?