Itália e Espanha batem novos recordes nos juros da dívida

02-08-2011
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De acordo com os dados da Reuters, as taxas de juro das Obrigações do Tesouro (OT) espanholas a dez anos, o prazo que é considerado a referência para os investidores, dispararam para os 6,38 por cento, o valor mais alto desde que o país entrou na zona euro.

A pressão estende-se aos prazos mais curtos – dois, três e cinco anos – onde os juros também estão a bater recorde ou muito perto disso.

Em Itália, o cenário é ainda pior, com as taxas de juro da dívida a dez anos a registarem uma subida vertiginosa, para o máximo histórico de 6,191 por cento. Nos outros prazos – dois, três e cinco anos – os juros da OT também estão em níveis recorde desde a criação da moeda única.

Já Portugal segue em contraciclo, com as taxas de juro a descer ou a estabilizar nas principais maturidades.

Os mercados mostram-se, assim, receosos de que Itália e Espanha não consigam resolver os seus problemas de dívida e sejam obrigadas a pedir ajuda europeia e internacional, à semelhança do que aconteceu com a Grécia, a Irlanda e Portugal.

O receio dos investidores agravou-se ainda mais nas últimas semanas devido ao impasse político nos EUA para subir o limite legal de endividamento. E, agora, apesar de as autoridades terem chegado a um acordo, subsistem os receios do impacto que os problemas da dívida norte-americana e europeia tenham na recuperação económica mundial.

De acordo com os dados da Reuters, as taxas de juro das Obrigações do Tesouro (OT) espanholas a dez anos, o prazo que é considerado a referência para os investidores, dispararam para os 6,38 por cento, o valor mais alto desde que o país entrou na zona euro.

A pressão estende-se aos prazos mais curtos – dois, três e cinco anos – onde os juros também estão a bater recorde ou muito perto disso.

Em Itália, o cenário é ainda pior, com as taxas de juro da dívida a dez anos a registarem uma subida vertiginosa, para o máximo histórico de 6,191 por cento. Nos outros prazos – dois, três e cinco anos – os juros da OT também estão em níveis recorde desde a criação da moeda única.

Já Portugal segue em contraciclo, com as taxas de juro a descer ou a estabilizar nas principais maturidades.

Os mercados mostram-se, assim, receosos de que Itália e Espanha não consigam resolver os seus problemas de dívida e sejam obrigadas a pedir ajuda europeia e internacional, à semelhança do que aconteceu com a Grécia, a Irlanda e Portugal.

O receio dos investidores agravou-se ainda mais nas últimas semanas devido ao impasse político nos EUA para subir o limite legal de endividamento. E, agora, apesar de as autoridades terem chegado a um acordo, subsistem os receios do impacto que os problemas da dívida norte-americana e europeia tenham na recuperação económica mundial.

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