John Gray tem qualquer coisa de VPV: está sempre a mudar a mudar de posição, porque parece que precisa de estar sempre do contra, é culto e escreve bem, mas também diz muito disparate, e gasta em artigos e opúsculos o que devia guardar para obras de mais substância. Mas deixá-lo: o artigo do Guardian de hoje tem um pouco de tudo isto mas é thought provoking que chegue para merecer ser lido. Para mim, o melhor vem no quarto parágrafo a contar do fim (começa por: “Writing of the Trotskyite-Luxemburgist sect to which he once belonged”; até na maldade o homem se parece com o nosso Vasco).
John Gray tem qualquer coisa de VPV: está sempre a mudar a mudar de posição, porque parece que precisa de estar sempre do contra, é culto e escreve bem, mas também diz muito disparate, e gasta em artigos e opúsculos o que devia guardar para obras de mais substância. Mas deixá-lo: o artigo do Guardian de hoje tem um pouco de tudo isto mas é thought provoking que chegue para merecer ser lido. Para mim, o melhor vem no quarto parágrafo a contar do fim (começa por: “Writing of the Trotskyite-Luxemburgist sect to which he once belonged”; até na maldade o homem se parece com o nosso Vasco).