Democracia em Portugal?: PUXÃO DE ORELHAS

01-07-2011
marcar artigo


DE Hermenegildo Ferreira AO SENHOR PRESIDENTEHermenegildo Gomes de Abreu Ferreira Rua Costa Cabral, nº. 5904200 – 211 PORTOPorto, 8 de Janeiro de 2007 Carta com prova de recepção Á AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIAA/c do Excelentíssimo Sr. PresidenteProfessor Doutor Abel Moreira MateusRua Laura Alves, nº. 4 – 7º1050 – 138 LISBOAAss: Pré-decisão Oferta pública de aquisição (OPA) do BCP ao BPIExmos. Senhores:Disseminando a incerteza da decisão a tomar brevemente por V.Exªs. sobre o assunto em epigrafe, manifesto desde já que tal decisão vá no sentido de um chumbo fulminante e levando em conta esta minha missiva como uma advertência, gerando porventura consequências muito graves.De interpretação muito dúbia a falta de resposta desse Organismo á minha denuncia exposta 5 de Abril pp. que anexava 11 folhas bem como á minha ultima carta de 18 de Julho pp., não deixou indiferente o Ministério Publico, constituindo o Banco Comercial Português como ARGUIDO, bem como a Comissão Europeia não foi insensível, desencadeando o inicio de uma investigação, mesmo sendo o silencio de V.Exªs. «não inocente» recordando que as denuncias visam pessoas da classe politica e outras figuras importantes, exercendo notoriamente tráfico de influencias com o objectivo de ocultar ou dissimular graves ilícitos proporcionando desrespeito pela concorrência.Recomendo a V.Exªs. uma reflexão muito séria sobre o exposto tendo em conta não só suspeições, mas provas concludentes que há um propósito de desviar atenções e uma evidente tentativa de desresponsabilização da deficiência das graves ingerências de organismos públicos e das preocupantes pressões sobre o sistema, perturbando escandalosamente de modo perigoso os difíceis equilíbrios legais-constitucionais e sociais Europeus.A ausência total de resposta ás minhas missivas acima referidas, sendo o seu objecto fundamental requerido para informação do Ministério Publico, poderá demonstrar consequências nefastas para o País, perigosas e arrogantes, servindo largamente os interesses de quem não está interessado na eficiência do sector da Justiça, na consolidação do Estado de Direito, com violações graves de Regras Comunitárias, sendo a minha pretensão reclamada novamente com a mesma objectividade.Com os meus melhores cumprimentos, subscrevo-me com consideração,AtenciosamenteHermenegildo Ferreira


DE Hermenegildo Ferreira AO SENHOR PRESIDENTEHermenegildo Gomes de Abreu Ferreira Rua Costa Cabral, nº. 5904200 – 211 PORTOPorto, 8 de Janeiro de 2007 Carta com prova de recepção Á AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIAA/c do Excelentíssimo Sr. PresidenteProfessor Doutor Abel Moreira MateusRua Laura Alves, nº. 4 – 7º1050 – 138 LISBOAAss: Pré-decisão Oferta pública de aquisição (OPA) do BCP ao BPIExmos. Senhores:Disseminando a incerteza da decisão a tomar brevemente por V.Exªs. sobre o assunto em epigrafe, manifesto desde já que tal decisão vá no sentido de um chumbo fulminante e levando em conta esta minha missiva como uma advertência, gerando porventura consequências muito graves.De interpretação muito dúbia a falta de resposta desse Organismo á minha denuncia exposta 5 de Abril pp. que anexava 11 folhas bem como á minha ultima carta de 18 de Julho pp., não deixou indiferente o Ministério Publico, constituindo o Banco Comercial Português como ARGUIDO, bem como a Comissão Europeia não foi insensível, desencadeando o inicio de uma investigação, mesmo sendo o silencio de V.Exªs. «não inocente» recordando que as denuncias visam pessoas da classe politica e outras figuras importantes, exercendo notoriamente tráfico de influencias com o objectivo de ocultar ou dissimular graves ilícitos proporcionando desrespeito pela concorrência.Recomendo a V.Exªs. uma reflexão muito séria sobre o exposto tendo em conta não só suspeições, mas provas concludentes que há um propósito de desviar atenções e uma evidente tentativa de desresponsabilização da deficiência das graves ingerências de organismos públicos e das preocupantes pressões sobre o sistema, perturbando escandalosamente de modo perigoso os difíceis equilíbrios legais-constitucionais e sociais Europeus.A ausência total de resposta ás minhas missivas acima referidas, sendo o seu objecto fundamental requerido para informação do Ministério Publico, poderá demonstrar consequências nefastas para o País, perigosas e arrogantes, servindo largamente os interesses de quem não está interessado na eficiência do sector da Justiça, na consolidação do Estado de Direito, com violações graves de Regras Comunitárias, sendo a minha pretensão reclamada novamente com a mesma objectividade.Com os meus melhores cumprimentos, subscrevo-me com consideração,AtenciosamenteHermenegildo Ferreira

marcar artigo