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16-07-2012
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Dinheiro

Moita Flores pede suspensão do mandato em Santarém alegando motivos de saúde e obrigações da vida literária

O presidente da Câmara Municipal de Santarém, Francisco Moita Flores, pediu hoje a suspensão do mandato por três meses, alegando motivos de saúde e obrigações da sua vida literária.

Por Lusa - Jornal de Negócios

O pedido de suspensão contou com a abstenção dos dois vereadores eleitos pelo PS, que alegaram "respeitar" os motivos de saúde mas não compreender a invocação das obrigações da vida literária, uma vez que Moita Flores (independente eleito pelo PSD) sempre conciliou essa actividade com a de autarca ao longo dos últimos anos.

"O doutor Moita Flores já trocou Santarém por Oeiras. Não vamos deixar que nos deitem areia para os olhos, não somos pategos", afirmou o vereador socialista António Carmo, acusando o autarca de não só não ter resolvido os problemas de Santarém mas de os ter agravado, "duplicando a dívida de 50 milhões para 100 milhões de euros".

Ricardo Gonçalves, que assume a presidência da autarquia durante a ausência de Moita Flores, saiu em defesa do autarca, frisando que "a obra fala por ele" e elogiando a "assertividade e visibilidade" que levou a Santarém.

Referindo-se ao valor da dívida do município de Santarém, Ricardo Gonçalves reafirmou que a dívida encontrada quando o PSD assumiu a gestão do município, em 2005, era bastante superior a 50 milhões de euros e lembrou os 17 milhões de euros de aquisição da antiga Escola Prática de Cavalaria, que agravaram os números de 2011.

"O doutor Moita Flores deu muito de si a Santarém", disse, referindo os reflexos dessa entrega na saúde do autarca.

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Moita Flores pede suspensão do mandato em Santarém alegando motivos de saúde e obrigações da vida literária

O presidente da Câmara Municipal de Santarém, Francisco Moita Flores, pediu hoje a suspensão do mandato por três meses, alegando motivos de saúde e obrigações da sua vida literária.

Por Lusa - Jornal de Negócios

O pedido de suspensão contou com a abstenção dos dois vereadores eleitos pelo PS, que alegaram "respeitar" os motivos de saúde mas não compreender a invocação das obrigações da vida literária, uma vez que Moita Flores (independente eleito pelo PSD) sempre conciliou essa actividade com a de autarca ao longo dos últimos anos.

"O doutor Moita Flores já trocou Santarém por Oeiras. Não vamos deixar que nos deitem areia para os olhos, não somos pategos", afirmou o vereador socialista António Carmo, acusando o autarca de não só não ter resolvido os problemas de Santarém mas de os ter agravado, "duplicando a dívida de 50 milhões para 100 milhões de euros".

Ricardo Gonçalves, que assume a presidência da autarquia durante a ausência de Moita Flores, saiu em defesa do autarca, frisando que "a obra fala por ele" e elogiando a "assertividade e visibilidade" que levou a Santarém.

Referindo-se ao valor da dívida do município de Santarém, Ricardo Gonçalves reafirmou que a dívida encontrada quando o PSD assumiu a gestão do município, em 2005, era bastante superior a 50 milhões de euros e lembrou os 17 milhões de euros de aquisição da antiga Escola Prática de Cavalaria, que agravaram os números de 2011.

"O doutor Moita Flores deu muito de si a Santarém", disse, referindo os reflexos dessa entrega na saúde do autarca.

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