“O Governo escolhe os suspeitos do costume para pagar essa taxa. Os trabalhadores dependentes, os trabalhadores a recibos verdes, até desempregados, pensionistas, vão pagar esta taxa, quando isenta o capital dos seus lucros, dos seus dividendos do pagamento deste esforço”, afirmou Pedro Filipe Soares aos jornalistas no Parlamento.
Para o Bloco, “os sacrifícios continuam a estar mal distribuídos e os suspeitos do costume são chamados a pagar”.
“Este imposto extraordinário é recessivo e sobre isso o ministro das Finanças foge a explicar quais são os efeitos reais deste novo imposto sobre a economia e particularmente sobre as pequenas e médias empresas”, declarou.
O deputado bloquista argumentou que “os dados tão negros do desemprego acontecem porque este é efectivamente um ataque à economia e um ataque às pessoas”.
“Em 2013, será 13,2 por cento de desemprego, que é um aumento brutal. Por isso, a austeridade é efectivamente um beco sem saída. Insistir na austeridade é insistir no abismo para que o país se dirige”, argumentou.
Por outro lado, o BE condenou a “apresentação de um projecto de privatizações que abre a porta para o leilão do que são os bens estratégicos do país e que, no fundo, abre espaço para uma fuga dos centros de decisão do capital”.
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“O Governo escolhe os suspeitos do costume para pagar essa taxa. Os trabalhadores dependentes, os trabalhadores a recibos verdes, até desempregados, pensionistas, vão pagar esta taxa, quando isenta o capital dos seus lucros, dos seus dividendos do pagamento deste esforço”, afirmou Pedro Filipe Soares aos jornalistas no Parlamento.
Para o Bloco, “os sacrifícios continuam a estar mal distribuídos e os suspeitos do costume são chamados a pagar”.
“Este imposto extraordinário é recessivo e sobre isso o ministro das Finanças foge a explicar quais são os efeitos reais deste novo imposto sobre a economia e particularmente sobre as pequenas e médias empresas”, declarou.
O deputado bloquista argumentou que “os dados tão negros do desemprego acontecem porque este é efectivamente um ataque à economia e um ataque às pessoas”.
“Em 2013, será 13,2 por cento de desemprego, que é um aumento brutal. Por isso, a austeridade é efectivamente um beco sem saída. Insistir na austeridade é insistir no abismo para que o país se dirige”, argumentou.
Por outro lado, o BE condenou a “apresentação de um projecto de privatizações que abre a porta para o leilão do que são os bens estratégicos do país e que, no fundo, abre espaço para uma fuga dos centros de decisão do capital”.