"Portugal não pode ser elo mais fraco na luta contra terrorismo"

18-01-2015
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É necessário um consenso político alargado para a alteração da Constituição no que diz respeito às escutas telefónicas. A convicção é do presidente do Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa, expressa em entrevista ao Diário de Notícias.

Paulo Mota Pinto encara como fundamental a revisão das normas relativas ao acesso às comunicações, que atualmente funciona “só no âmbito de um inquérito penal”.

“Mas temos de poder prevenir com base em indícios antes de os atos se concretizarem”, alertou o também deputado do PSD, certo de que “com garantias adequadas, com intervenção de um juiz, devem poder ser feitas escutas para prevenção de atos terroristas”.

“Até agora, temos tido um nível de ameaça relativamente baixo, mas os nossos serviços estão em desvantagem perante os congéneres. E sobretudo Portugal não pode tornar-se o elo mais fraco na luta contra o terrorismo, o que até poderia trazer para cá novas ameaças”, explicou.

Cauteloso, Paulo Mota Pinto rematou dizendo: “Só espero que não sejamos forçados a alterar a lei sob a pressão dos factos, dizendo que se calhar podiam ter sido evitados”.

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“Até agora, temos tido um nível de ameaça relativamente baixo, mas os nossos serviços estão em desvantagem perante os congéneres. E sobretudo Portugal não pode tornar-se o elo mais fraco na luta contra o terrorismo, o que até poderia trazer para cá novas ameaças”, explicou.

Cauteloso, Paulo Mota Pinto rematou dizendo: “Só espero que não sejamos forçados a alterar a lei sob a pressão dos factos, dizendo que se calhar podiam ter sido evitados”.

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