Maioria dos universitários arranja emprego por recomendação

16-10-2012
marcar artigo

Estudo do portal Universia revela que 58% dos universitários portugueses encontra o seu primeiro emprego através da recomendação de amigos ou familiares.

Numa altura em que o desemprego entre os jovens está acima dos 36%, as relações pessoais e o chamado ‘networking' são cada vez mais uma porta de entrada para o mercado de trabalho.

De acordo com um inquérito dos portais Univesia e trabalhando.com sobre o primeiro emprego, 58% dos recém-licenciados conseguiu o primeiro emprego através da recomendação de algum amigo, familiar ou conhecido. Em 25% dos casos esse emprego chegou entre os 21 e os 26 anos e em exactamente metade (50%) não estava sequer relacionado com o curso.

Os números deste estudo apontam claramente para uma conclusão: embora na maior parte dos casos o primeiro emprego não esteja relacionado com o curso que tirou, 62% dos recém-licenciados consideram que essa foi, contudo, uma experiência positiva, uma vez que contribuiu para a entrada no mercado de trabalho.

Este é já o segundo inquérito sobre emprego realizado pela rede Universia e o portal trabalhando.com. Foi realizado em 10 países ibero-americanos e foi respondido por mais de 13 mil pessoas da Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Espanha, México, Peru, Portugal, Porto Rico e Uruguai.

Dos inquiridos portugueses, 78% estão entre o primeiro e o terceiro ano dos seus cursos e apenas 35% estudam e trabalham em simultâneo, um valor inferior à média dos países ibero-americanos, onde o valor chega aos 67%.

Em Portugal, o perfil dos participantes é determinado por uma maioria de inquiridos (53%) com mais de 27 anos, seguindo-se as faixas de 21 a 26 anos (41%). A predominância foi do sexo feminino, que compõe 65% dos inquiridos, uma diferença significativa face aos outros países que se ficou pelos 45%.

Das conclusões, fica a saber-se que 50% dos universitários portugueses conseguiram o seu primeiro emprego entre os 21 e os 26 anos - mais tarde do que os restantes países analisados, onde a média se situa nos 17 anos - e que a recomendação de um amigo ou familiar continua a ser o meio através do qual a maioria consegue o primeiro emprego.

A importância deste estudo foi explicada pelo director-geral do Universia Portugal, Bernardo Sá Nogueira, que salientou a necessidade do inquérito "para compreender se a formação nas universidades é adequada à realidade laboral e se as expectativas dos estudantes são cumpridas ao chegar ao mercado de trabalho, além de se perceber como é que os jovens encontram o seu primeiro emprego e a crescente importância de facilitar a procura de emprego, nomeadamente através de recursos online.

Estudo do portal Universia revela que 58% dos universitários portugueses encontra o seu primeiro emprego através da recomendação de amigos ou familiares.

Numa altura em que o desemprego entre os jovens está acima dos 36%, as relações pessoais e o chamado ‘networking' são cada vez mais uma porta de entrada para o mercado de trabalho.

De acordo com um inquérito dos portais Univesia e trabalhando.com sobre o primeiro emprego, 58% dos recém-licenciados conseguiu o primeiro emprego através da recomendação de algum amigo, familiar ou conhecido. Em 25% dos casos esse emprego chegou entre os 21 e os 26 anos e em exactamente metade (50%) não estava sequer relacionado com o curso.

Os números deste estudo apontam claramente para uma conclusão: embora na maior parte dos casos o primeiro emprego não esteja relacionado com o curso que tirou, 62% dos recém-licenciados consideram que essa foi, contudo, uma experiência positiva, uma vez que contribuiu para a entrada no mercado de trabalho.

Este é já o segundo inquérito sobre emprego realizado pela rede Universia e o portal trabalhando.com. Foi realizado em 10 países ibero-americanos e foi respondido por mais de 13 mil pessoas da Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Espanha, México, Peru, Portugal, Porto Rico e Uruguai.

Dos inquiridos portugueses, 78% estão entre o primeiro e o terceiro ano dos seus cursos e apenas 35% estudam e trabalham em simultâneo, um valor inferior à média dos países ibero-americanos, onde o valor chega aos 67%.

Em Portugal, o perfil dos participantes é determinado por uma maioria de inquiridos (53%) com mais de 27 anos, seguindo-se as faixas de 21 a 26 anos (41%). A predominância foi do sexo feminino, que compõe 65% dos inquiridos, uma diferença significativa face aos outros países que se ficou pelos 45%.

Das conclusões, fica a saber-se que 50% dos universitários portugueses conseguiram o seu primeiro emprego entre os 21 e os 26 anos - mais tarde do que os restantes países analisados, onde a média se situa nos 17 anos - e que a recomendação de um amigo ou familiar continua a ser o meio através do qual a maioria consegue o primeiro emprego.

A importância deste estudo foi explicada pelo director-geral do Universia Portugal, Bernardo Sá Nogueira, que salientou a necessidade do inquérito "para compreender se a formação nas universidades é adequada à realidade laboral e se as expectativas dos estudantes são cumpridas ao chegar ao mercado de trabalho, além de se perceber como é que os jovens encontram o seu primeiro emprego e a crescente importância de facilitar a procura de emprego, nomeadamente através de recursos online.

marcar artigo