País precisa urgentemente de engenheiros e técnicos

16-10-2012
marcar artigo

O ministro da Educação defendeu hoje que o país "precisa urgentemente de engenheiros e técnicos" e destacou o papel dos institutos politécnicos.

O ministro da Educação, Nuno Crato, defendeu hoje, em Bragança, que o país "precisa urgentemente de engenheiros e técnicos" e destacou o papel que os institutos politécnicos podem ter na formação destes profissionais.

O governante falava no encerramento da segunda conferência internacional da Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, equivalentes aos politécnicos portugueses.

Nuno Crato destacou "o grande papel" dos politécnicos na formação técnica e exortou os responsáveis a desenvolverem uma "interação com o ensino profissional ", que classificou de "muito vantajosa" tanto para os jovens como para estas instituições.

O ministro sublinhou "o papel fundamental que os politécnicos têm no país" e adiantou que estão a trabalhar em conjunto na "melhor maneira de fazer" a interação com o ensino profissional.

Confrontado com a redução de entradas nos cursos de engenharias atribuída às novas exigências de acesso, Nuno Crato, afirmou que, apesar das necessidades do país destes profissionais, "não pode ser abandonada a exigência na formação dos jovens".

"Nós queremos ter engenheiros e queremos ter técnicos, mas como é evidente queremos ter engenheiros que tenham uma formação base em física, em matemática, numa série de outras matérias que são essenciais e que se adquirem no secundário", frisou.

Nuno Crato afirmou que está apostado em aumentar o ingresso no ensino superior e considerou que "o povo também continua a apostar", apesar das dificuldades impostas pela crise.

O ministro classificou como "uma ligeira redução do número de jovens que entraram nas universidades e politécnicos" a quebra registada este ano no acesso ao ensino.

"Isso significa que, mesmo em momentos de grandes dificuldades, os pais, as famílias, percebem a importância da educação e, neste caso particular, a importância da educação superior e estão a apostar nela", declarou.

O ministro da Educação defendeu hoje que o país "precisa urgentemente de engenheiros e técnicos" e destacou o papel dos institutos politécnicos.

O ministro da Educação, Nuno Crato, defendeu hoje, em Bragança, que o país "precisa urgentemente de engenheiros e técnicos" e destacou o papel que os institutos politécnicos podem ter na formação destes profissionais.

O governante falava no encerramento da segunda conferência internacional da Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, equivalentes aos politécnicos portugueses.

Nuno Crato destacou "o grande papel" dos politécnicos na formação técnica e exortou os responsáveis a desenvolverem uma "interação com o ensino profissional ", que classificou de "muito vantajosa" tanto para os jovens como para estas instituições.

O ministro sublinhou "o papel fundamental que os politécnicos têm no país" e adiantou que estão a trabalhar em conjunto na "melhor maneira de fazer" a interação com o ensino profissional.

Confrontado com a redução de entradas nos cursos de engenharias atribuída às novas exigências de acesso, Nuno Crato, afirmou que, apesar das necessidades do país destes profissionais, "não pode ser abandonada a exigência na formação dos jovens".

"Nós queremos ter engenheiros e queremos ter técnicos, mas como é evidente queremos ter engenheiros que tenham uma formação base em física, em matemática, numa série de outras matérias que são essenciais e que se adquirem no secundário", frisou.

Nuno Crato afirmou que está apostado em aumentar o ingresso no ensino superior e considerou que "o povo também continua a apostar", apesar das dificuldades impostas pela crise.

O ministro classificou como "uma ligeira redução do número de jovens que entraram nas universidades e politécnicos" a quebra registada este ano no acesso ao ensino.

"Isso significa que, mesmo em momentos de grandes dificuldades, os pais, as famílias, percebem a importância da educação e, neste caso particular, a importância da educação superior e estão a apostar nela", declarou.

marcar artigo