portugal dos pequeninos: PREPARAÇÃO E FARSA

06-07-2011
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Disse a Passos Coelho, em São Pedro de Sintra, que tem a obrigação política - e até moral - de derrubar Sócrates. Tantos anos de "preparação" deste Sócrates - deputado, secretário de Estado, ministro, 1º ministro - e entre ele e os portugueses estão, à cabeça, 78 mil milhões de euros pedidos emprestados à conta de tamanha "preparação". Tantos anos de "preparação" deste Sócrates e entre ele e os portugueses está um partido e uma estratégica comunicacional que vivem de amedrontar e de mistificar. Sim, Passos não estará preparado para tudo. Sobretudo nunca deve estar preparado para se exibir como um perigoso farsante.Adenda (do leitor Barroca Monteiro): «O país prepara-se para o duelo de 5 de Junho, sujeito mais ao Acordo com o FMI (34 páginas) do que a qualquer Programa Eleitoral (70 páginas, no PS) – a sintomática verborreia lusitana por escrito. Incapaz da caridade de um antigo PR para com Sócrates (Eanes), depois de um Barroso que se pira para Bruxelas seguido de um Santana de circunstância, faltava-nos um PM a lembrar-me um tipo de comerciantes que duas décadas atrás vendiam aos sábados as suas mercadorias junto ao Casão Militar na Feira da Ladra – os vendedores de banha da cobra. Ouvi-lo na AR, vê-lo em público quase diariamente em acção/campanha, lembra-me a observação de um coronel professor universitário de Sociologia: que tempo lhe resta para governar (pensar)?»


Disse a Passos Coelho, em São Pedro de Sintra, que tem a obrigação política - e até moral - de derrubar Sócrates. Tantos anos de "preparação" deste Sócrates - deputado, secretário de Estado, ministro, 1º ministro - e entre ele e os portugueses estão, à cabeça, 78 mil milhões de euros pedidos emprestados à conta de tamanha "preparação". Tantos anos de "preparação" deste Sócrates e entre ele e os portugueses está um partido e uma estratégica comunicacional que vivem de amedrontar e de mistificar. Sim, Passos não estará preparado para tudo. Sobretudo nunca deve estar preparado para se exibir como um perigoso farsante.Adenda (do leitor Barroca Monteiro): «O país prepara-se para o duelo de 5 de Junho, sujeito mais ao Acordo com o FMI (34 páginas) do que a qualquer Programa Eleitoral (70 páginas, no PS) – a sintomática verborreia lusitana por escrito. Incapaz da caridade de um antigo PR para com Sócrates (Eanes), depois de um Barroso que se pira para Bruxelas seguido de um Santana de circunstância, faltava-nos um PM a lembrar-me um tipo de comerciantes que duas décadas atrás vendiam aos sábados as suas mercadorias junto ao Casão Militar na Feira da Ladra – os vendedores de banha da cobra. Ouvi-lo na AR, vê-lo em público quase diariamente em acção/campanha, lembra-me a observação de um coronel professor universitário de Sociologia: que tempo lhe resta para governar (pensar)?»

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