O presidente do Governo da Madeira admitiu esta terça-feira que pode “voltar à política” e à presidência do Executivo insular, embora sem explicitar quais os contornos deste seu eventual projeto.
Numa intervenção no Parlamento da Madeira, Jardim falou sobre o próximo orçamento da região, que defendeu ter poderes e legitimidade para apresentar. Mas deixou uma resposta enigmática, quando foi questionado sobre esse seu último exercício orçamental. “Não [é o último orçamento], posso voltar à política, ninguém me impede”. E acrescentou que, “se voltar à política, é para a presidência do Governo” Regional. Quando instado a explicitar se esse regresso seria no PSD ou pertencendo a uma outra organização, respondeu: “Já conheci muita gente no PSD e muitos já não estão lá”.
Quanto ao orçamento para 2015, Jardim diz tratar-se do exercício “possível face ao tratamento colonial da República Portuguesa. Segue a linha de nesta altura de crise não deixar cair nada que diga respeito às instituições sociais, portanto, não criar o mínimo problema a tudo o que é social”.
Jardim adiantou também que o objetivo da proposta orçamental é “manter um investimento que continue a fazer descer o desemprego” e visa “continuar o apoio às empresas porque esta receita de austeridade da União Europeia não vai a parte alguma”.
Relativamente à questão das subvenções aos partidos, o denominado ‘jackpot’, cuja redução tem sido defendida inclusive pelos candidatos à liderança do PSD/Madeira, o presidente do governo regional considerou ser “uma falsa questão que tem sido utilizada por pessoas que querem fazer demagogia com coisas sérias”. “Sobre os candidatos do PSD eu vou falar é depois, vou dizer o que penso da forma como decorreu esta campanha”, vincou, a propósito da eleição de dia 19, que vai tratar da sua substituição no partido.
“Não percebo como é que há gente que quer ter uma democracia sem ter partidos políticos. Os partidos têm de funcionar”, vincou, sustentando que é preciso “escolherem” qual a opção para financiar as estruturas partidárias.
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O presidente do Governo da Madeira admitiu esta terça-feira que pode “voltar à política” e à presidência do Executivo insular, embora sem explicitar quais os contornos deste seu eventual projeto.
Numa intervenção no Parlamento da Madeira, Jardim falou sobre o próximo orçamento da região, que defendeu ter poderes e legitimidade para apresentar. Mas deixou uma resposta enigmática, quando foi questionado sobre esse seu último exercício orçamental. “Não [é o último orçamento], posso voltar à política, ninguém me impede”. E acrescentou que, “se voltar à política, é para a presidência do Governo” Regional. Quando instado a explicitar se esse regresso seria no PSD ou pertencendo a uma outra organização, respondeu: “Já conheci muita gente no PSD e muitos já não estão lá”.
Quanto ao orçamento para 2015, Jardim diz tratar-se do exercício “possível face ao tratamento colonial da República Portuguesa. Segue a linha de nesta altura de crise não deixar cair nada que diga respeito às instituições sociais, portanto, não criar o mínimo problema a tudo o que é social”.
Jardim adiantou também que o objetivo da proposta orçamental é “manter um investimento que continue a fazer descer o desemprego” e visa “continuar o apoio às empresas porque esta receita de austeridade da União Europeia não vai a parte alguma”.
Relativamente à questão das subvenções aos partidos, o denominado ‘jackpot’, cuja redução tem sido defendida inclusive pelos candidatos à liderança do PSD/Madeira, o presidente do governo regional considerou ser “uma falsa questão que tem sido utilizada por pessoas que querem fazer demagogia com coisas sérias”. “Sobre os candidatos do PSD eu vou falar é depois, vou dizer o que penso da forma como decorreu esta campanha”, vincou, a propósito da eleição de dia 19, que vai tratar da sua substituição no partido.
“Não percebo como é que há gente que quer ter uma democracia sem ter partidos políticos. Os partidos têm de funcionar”, vincou, sustentando que é preciso “escolherem” qual a opção para financiar as estruturas partidárias.