As marginais de Xangai

29-09-2013
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As marginais de Xangai

Até meados do século XIX, Xangai era apenas mais uma cidade chinesa sem muito a distingui-la de tantas outras. Ganhou vida quando os britânicos chegaram, principalmente à zona junto ao rio Huangpu. Depois apareceram russos, franceses, americanos e japoneses. Na longa marginal à beira-rio, hoje conhecida como Bund e um dos principais pontos turísticos da China, foram construídos dezenas de prédios. Bancos, empresas, jornais, consulados e hotéis foram os primeiros a fixarem-se.

Num passeio pela marginal, ainda é possível reviver esses tempos áureos do fim do século XIX e início do XX, quando Xangai era o terceiro maior centro financeiro do mundo.

Começando pela ponta sul da longa avenida, o Banco de Hong Kong e Xangai é dos primeiros prédios e um dos mais imponentes. Construído em 1921, foi durante muitos anos considerado o mais elegante da Ásia. Mantém, no interior, belíssimos murais restaurados. À entrada estão os leões de bronze e a tradição garante que traz boa sorte tocar-lhes na cabeça e nas patas.

Ao lado, no edifício da Alfândega, impressiona um átrio decorado com mosaicos marítimos. Os edifícios do Banco Russo-Asiático, do antigo Banco de Taiwan e do jornal North China Daily News são outros bons exemplos da época colonial.

A estrutura do antigo Palace Hotel, construído em 1906 e durante décadas considerado o melhor da cidade, é outro ex-líbris. Hoje está integrado no vizinho Peace Hotel, outro edifício emblemático do Bund. Construído em 1930 pelo milionário Victor Sassoon, mantém o ambiente art déco que identifica os anos dourados de Xangai.

Já quase no fim do Bund, o edifício do Banco da China cruza elementos arquitectónicos do estilo tradicional chinês e dos anos 20 norte-americanos.

Da marginal vê-se o outro lado do rio Huangpu, onde nos últimos anos tem vindo a nascer uma nova área, Pudong, com os seus arranha-céus.

COMO IR

A Swiss Air Lines voa de Lisboa para Xangai com tarifas a partir dos € 660, já com taxas incluídas.

As marginais de Xangai

Até meados do século XIX, Xangai era apenas mais uma cidade chinesa sem muito a distingui-la de tantas outras. Ganhou vida quando os britânicos chegaram, principalmente à zona junto ao rio Huangpu. Depois apareceram russos, franceses, americanos e japoneses. Na longa marginal à beira-rio, hoje conhecida como Bund e um dos principais pontos turísticos da China, foram construídos dezenas de prédios. Bancos, empresas, jornais, consulados e hotéis foram os primeiros a fixarem-se.

Num passeio pela marginal, ainda é possível reviver esses tempos áureos do fim do século XIX e início do XX, quando Xangai era o terceiro maior centro financeiro do mundo.

Começando pela ponta sul da longa avenida, o Banco de Hong Kong e Xangai é dos primeiros prédios e um dos mais imponentes. Construído em 1921, foi durante muitos anos considerado o mais elegante da Ásia. Mantém, no interior, belíssimos murais restaurados. À entrada estão os leões de bronze e a tradição garante que traz boa sorte tocar-lhes na cabeça e nas patas.

Ao lado, no edifício da Alfândega, impressiona um átrio decorado com mosaicos marítimos. Os edifícios do Banco Russo-Asiático, do antigo Banco de Taiwan e do jornal North China Daily News são outros bons exemplos da época colonial.

A estrutura do antigo Palace Hotel, construído em 1906 e durante décadas considerado o melhor da cidade, é outro ex-líbris. Hoje está integrado no vizinho Peace Hotel, outro edifício emblemático do Bund. Construído em 1930 pelo milionário Victor Sassoon, mantém o ambiente art déco que identifica os anos dourados de Xangai.

Já quase no fim do Bund, o edifício do Banco da China cruza elementos arquitectónicos do estilo tradicional chinês e dos anos 20 norte-americanos.

Da marginal vê-se o outro lado do rio Huangpu, onde nos últimos anos tem vindo a nascer uma nova área, Pudong, com os seus arranha-céus.

COMO IR

A Swiss Air Lines voa de Lisboa para Xangai com tarifas a partir dos € 660, já com taxas incluídas.

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