O Zé custa um dinheirão

09-07-2011
marcar artigo

O Zé não para. Não satisfeito com os 17,8 milhões de euros de indeminizações referentes ao túnel do Marquês, agora decidou acrescentar

mais alguns milhões ao passivo da CML.

Sporting vai receber 23, 200 milhões de euros da câmara municipal em terrenos e projectos de reabilitação urbana na cidade de Lisboa. Clube e autarquia chegaram a um acordo sobre a forma de pagamento, depois de o tribunal arbitral, constituído para analisar o processo de loteamento dos terrenos do antigo Estádio José Alvalade, ter dado razão ao clube.(…)

O diferendo remonta a 2003 quando a autarquia assumiu o compromisso de elaborar um plano de pormenor para conceder ao Sporting direitos de edificabilidade de 29 mil metros quadrados a acrescer aos 109 mil metros quadrados previstos para o UOP 30 do Plano Director Municipal. Mas, como tal não aconteceu, e o vereador Sá Fernandes não abdicou do espaço verde, o caso foi parar a um tribunal arbitral que deu razão ao Sporting. E decidiu que os 29 mil metros quadrados dos terrenos do antigo estádio deviam ser avaliados e a edilidade iria ceder outros com idêntico valor.

O Zé não para. Não satisfeito com os 17,8 milhões de euros de indeminizações referentes ao túnel do Marquês, agora decidou acrescentar

mais alguns milhões ao passivo da CML.

Sporting vai receber 23, 200 milhões de euros da câmara municipal em terrenos e projectos de reabilitação urbana na cidade de Lisboa. Clube e autarquia chegaram a um acordo sobre a forma de pagamento, depois de o tribunal arbitral, constituído para analisar o processo de loteamento dos terrenos do antigo Estádio José Alvalade, ter dado razão ao clube.(…)

O diferendo remonta a 2003 quando a autarquia assumiu o compromisso de elaborar um plano de pormenor para conceder ao Sporting direitos de edificabilidade de 29 mil metros quadrados a acrescer aos 109 mil metros quadrados previstos para o UOP 30 do Plano Director Municipal. Mas, como tal não aconteceu, e o vereador Sá Fernandes não abdicou do espaço verde, o caso foi parar a um tribunal arbitral que deu razão ao Sporting. E decidiu que os 29 mil metros quadrados dos terrenos do antigo estádio deviam ser avaliados e a edilidade iria ceder outros com idêntico valor.

marcar artigo