Depois de terem interrompido de forma abruta a sua lua-de-mel nas Seychelles, devido à perseguição dos paparazzi, que os fotografaram incessantemente na praia e foram ao ponto de se instalar no bungalow ao lado daquele em que estavam hospedados, Madalena da Suécia e o marido estão agora a usufruir de mais uns dias de descanso na residência de verão da família real, o Palácio de Solliden, na ilha de Öland, antes de regressarem a Nova Iorque, onde ambos trabalham. E foi nos jardins desta casa que a princesa e Christopher O’Neill posaram para as fotos que ilustraram a primeira entrevista que deram após o casamento, ao jornal Svenska Dagbladet. Uma conversa descontraída, bem disposta e em que um e outro falaram sem reservas das emoções que viveram nos últimos meses. Enquanto Madalena assumiu que apesar de a viagem de núpcias ter terminado, e de Chris já passar algumas horas do dia a trabalhar no seu portátil, ainda se sente “no paraíso”, o investidor confessou que no dia do casamento estava tão nervoso com todo o aparato que se sentiu à beira do desmaio enquanto esperava pela noiva no altar. “Mas assim que vi a Madalena todo o nervosismo desapareceu. Só tinha olhos para ela.”
Ao Dagbladet, Madalena não se furtou a recordar que a sua relação com Chris só foi possível por ter rompido o seu noivado com Jonas Bergström, garantindo que hoje dá graças por isso: “Tudo acontece por um motivo. Acredito verdadeiramente nisso. Nessa altura eu precisei de uma mudança e de me afastar da Suécia por algum tempo. E hoje estou grata por isso, porque não estaria agora casada com este homem fantástico.” Ainda sobre esse período doloroso da sua vida, Madalena diz que aprendeu muito: “Às vezes, quando sofremos muito, tornamo-nos pessoas mais fortes. E talvez eu precisasse mesmo do que me aconteceu para descer à terra. Foi realmente uma experiência com que aprendi muito.”
Romântica, a filha mais nova dos reis suecos confidenciou ainda que “o melhor, agora que estamos casados, é que somos realmente uma equipa. Isso cria um laço...”. “Especial”, rematou Chris.
Categorias
Entidades
Depois de terem interrompido de forma abruta a sua lua-de-mel nas Seychelles, devido à perseguição dos paparazzi, que os fotografaram incessantemente na praia e foram ao ponto de se instalar no bungalow ao lado daquele em que estavam hospedados, Madalena da Suécia e o marido estão agora a usufruir de mais uns dias de descanso na residência de verão da família real, o Palácio de Solliden, na ilha de Öland, antes de regressarem a Nova Iorque, onde ambos trabalham. E foi nos jardins desta casa que a princesa e Christopher O’Neill posaram para as fotos que ilustraram a primeira entrevista que deram após o casamento, ao jornal Svenska Dagbladet. Uma conversa descontraída, bem disposta e em que um e outro falaram sem reservas das emoções que viveram nos últimos meses. Enquanto Madalena assumiu que apesar de a viagem de núpcias ter terminado, e de Chris já passar algumas horas do dia a trabalhar no seu portátil, ainda se sente “no paraíso”, o investidor confessou que no dia do casamento estava tão nervoso com todo o aparato que se sentiu à beira do desmaio enquanto esperava pela noiva no altar. “Mas assim que vi a Madalena todo o nervosismo desapareceu. Só tinha olhos para ela.”
Ao Dagbladet, Madalena não se furtou a recordar que a sua relação com Chris só foi possível por ter rompido o seu noivado com Jonas Bergström, garantindo que hoje dá graças por isso: “Tudo acontece por um motivo. Acredito verdadeiramente nisso. Nessa altura eu precisei de uma mudança e de me afastar da Suécia por algum tempo. E hoje estou grata por isso, porque não estaria agora casada com este homem fantástico.” Ainda sobre esse período doloroso da sua vida, Madalena diz que aprendeu muito: “Às vezes, quando sofremos muito, tornamo-nos pessoas mais fortes. E talvez eu precisasse mesmo do que me aconteceu para descer à terra. Foi realmente uma experiência com que aprendi muito.”
Romântica, a filha mais nova dos reis suecos confidenciou ainda que “o melhor, agora que estamos casados, é que somos realmente uma equipa. Isso cria um laço...”. “Especial”, rematou Chris.