2642Para a presente situação não há nome. Mas há/tem. Muitos! porém nenhum é bastante para, por si só, substantivar e/ou adjectivar o todo. Há contudo um pormenor, que me parece, que todos (os que andam a meter a mão no esterco, a chafurdar na porcaria) têm ignorado. Pormenor que é tudo, menos "menor". Além de ser tão óbvio e antigo quanto é o empírico conhecimento, que o ser humano tem de que coisas mais pesadas do que a água, satisfeitas certas condições, flutuama porcaria flutuaPor isso, Sócrates, ainda se dá ao luxo de dizer que "andam a ultrapassar as marcas" – os outros! apesar da sua massa específica, da concentração que existe em si. O factor que explica isso é, pois! a respectiva densidade. Se a densidade de Sócrates é elevada ou não (e não tenho a mais pequena dúvida de que é) facto é, que flutua. Porquê? porque a densidade do meio (sem exclusão de ninguém - PGR, Supremo, PR, ...) é maior do que a sua. Me parece que prescinde até do princípio de Arquimedes. É uma rudimentar analogia física. É o que se me oferece dizer. Num fim-de-semana em que parece muito mais prazenteiro e útil pegar em Wittgenstein ... Wittgenstein de quem lemos algumas notas - Cultura e Valor - como esta de 1914"Temos tendência para confundir a fala de um chinês com um gorgolejo inarticulado. Alguém que compreenda o chinês reconhecerá, no que ouve, a língua. Muitas vezes, não consigo, analogamente, distinguir num homem a humanidade" ou esta de 1929"É difícil indicar o caminho a um míope, visto que não se lhe pode dizer: «Olhe para aquela torre de igreja a dez milhas daqui e siga nessa direcção»" e esta de 1930"quando se choca com os limites da própria honestidade é como se os pensamentos entrassem em redemoinho, num retrocesso infinito. Pode dizer-se o que se quiser, não se vai mais além" a que recorri, quando deparei com a condicional (claro!) apropriação que Marcos Perestrello (sim! dois éles ... lês) - a que o Expresso recorre para por um lado, encher de letras parte considerável do papel e por outro, cumprir com enformantes quesitos "democráticos" - faz do título de um livro de Viktor Kravchenko - "Eu escolhi a Justiça" - usando-o para titular o seu próprio "inexpressivo artigo" - em um sexto de página não almeja/não consegue mais do que "transliterar" quatro acessos wikipédicos (2 a Kravchenko, 1 ao Le Monde, 1 a Slavoj Zizek e 1 a H. Védrine) dando forma a um presumido background ... Que "escolheu a justiça", o Marcos!... Opta, clama "por", perora "sobre" quem outra coisa faz senão testar/afinar/apurar métodos na arte de bem parasitar o sistema.Queira a Divina Providência, a vontade e a força dos vindouros, que a Verdade seja "não nos ocorrer que a marcha é sinuosa e não em linha recta, e que a sua direcção, constantemente se altera", porque "quando pensamos no futuro do mundo, temos sempre em mente a situação que ele virá a alcançar se prosseguir na direcção em que o vemos agora mover-se"-Wittgenstein, 1929continua...
Categorias
Entidades
2642Para a presente situação não há nome. Mas há/tem. Muitos! porém nenhum é bastante para, por si só, substantivar e/ou adjectivar o todo. Há contudo um pormenor, que me parece, que todos (os que andam a meter a mão no esterco, a chafurdar na porcaria) têm ignorado. Pormenor que é tudo, menos "menor". Além de ser tão óbvio e antigo quanto é o empírico conhecimento, que o ser humano tem de que coisas mais pesadas do que a água, satisfeitas certas condições, flutuama porcaria flutuaPor isso, Sócrates, ainda se dá ao luxo de dizer que "andam a ultrapassar as marcas" – os outros! apesar da sua massa específica, da concentração que existe em si. O factor que explica isso é, pois! a respectiva densidade. Se a densidade de Sócrates é elevada ou não (e não tenho a mais pequena dúvida de que é) facto é, que flutua. Porquê? porque a densidade do meio (sem exclusão de ninguém - PGR, Supremo, PR, ...) é maior do que a sua. Me parece que prescinde até do princípio de Arquimedes. É uma rudimentar analogia física. É o que se me oferece dizer. Num fim-de-semana em que parece muito mais prazenteiro e útil pegar em Wittgenstein ... Wittgenstein de quem lemos algumas notas - Cultura e Valor - como esta de 1914"Temos tendência para confundir a fala de um chinês com um gorgolejo inarticulado. Alguém que compreenda o chinês reconhecerá, no que ouve, a língua. Muitas vezes, não consigo, analogamente, distinguir num homem a humanidade" ou esta de 1929"É difícil indicar o caminho a um míope, visto que não se lhe pode dizer: «Olhe para aquela torre de igreja a dez milhas daqui e siga nessa direcção»" e esta de 1930"quando se choca com os limites da própria honestidade é como se os pensamentos entrassem em redemoinho, num retrocesso infinito. Pode dizer-se o que se quiser, não se vai mais além" a que recorri, quando deparei com a condicional (claro!) apropriação que Marcos Perestrello (sim! dois éles ... lês) - a que o Expresso recorre para por um lado, encher de letras parte considerável do papel e por outro, cumprir com enformantes quesitos "democráticos" - faz do título de um livro de Viktor Kravchenko - "Eu escolhi a Justiça" - usando-o para titular o seu próprio "inexpressivo artigo" - em um sexto de página não almeja/não consegue mais do que "transliterar" quatro acessos wikipédicos (2 a Kravchenko, 1 ao Le Monde, 1 a Slavoj Zizek e 1 a H. Védrine) dando forma a um presumido background ... Que "escolheu a justiça", o Marcos!... Opta, clama "por", perora "sobre" quem outra coisa faz senão testar/afinar/apurar métodos na arte de bem parasitar o sistema.Queira a Divina Providência, a vontade e a força dos vindouros, que a Verdade seja "não nos ocorrer que a marcha é sinuosa e não em linha recta, e que a sua direcção, constantemente se altera", porque "quando pensamos no futuro do mundo, temos sempre em mente a situação que ele virá a alcançar se prosseguir na direcção em que o vemos agora mover-se"-Wittgenstein, 1929continua...