Manuel Pizarro recusa alarmismos sobre eventual saída de 500 médicos

10-07-2011
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“Recusamos nesta matéria qualquer alarmismo. O Governo encontrará soluções adequadas que permitam o minorar deste problema”, disse Manuel Pizarro à agência Lusa, à margem da apresentação dos dados sobre a actividade de colheita e de transplantação de órgãos em 2009.

A ministra da Saúde, Ana Jorge, revelou hoje que cerca de 500 médicos pediram para se reformarem antecipadamente, um número "muito elevado" e "preocupante", acrescentando que está a estudar respostas com o Ministério das Finanças e com os sindicatos dos médicos.

Segundo dados reunidos pelas administrações regionais de saúde, são quase 500 os médicos que anunciaram aos serviços onde trabalham que pretendem aderir à reforma antecipada, disse Ana Jorge, em declarações transmitidas pela TSF.

Relativamente à eventual saída de enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Manuel Pizarro adiantou que será “fácil de colmatar porque existem profissionais em condições de serem contratados pelos serviços públicos”.

No caso dos clínicos, “a dificuldade coloca-se porque não existem médicos que possam ser contratados”, argumentou o secretário de Estado.

Para atenuar a falta de médicos, o Ministério da Saúde anunciou hoje a entrada no SNS de 97 médicos com a especialidade de medicina geral e familiar, que concluíram em Fevereiro a formação e que permitirão o acesso a médico de família a mais de 150 mil portugueses.

Manuel Pizarro adiantou à Lusa que foi feito um planeamento regional de modo a preencher os locais onde haviam maiores carências de médicos de família.

Os jovens médicos iniciarão de imediato a sua actividade em todo o país, a maioria dos quais (44) na Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte e 26 na ARS de Lisboa e Vale do Tejo.

Catorze médicos irão para a ARS do Centro, seis para o Algarve e um para o Alentejo.

A estes médicos acrescem outros seis profissionais contratados diretamente pelas Unidades Locais de Saúde do Alto Minho (um), de Matosinhos (quatro) e do Norte Alentejano (um), adianta o MS.

O coordenador da Missão dos Cuidados de Saúde Primários, Luís Pisco, congratulou-se com a entrada imediata dos médicos, que veio pôr fim a um “processo muito burocrático, que durava vários meses a ser colocados”.

“É uma medida que vai ser muito bem-vinda. Ficará aquém do que é necessário, mas são quase 100 médicos e 150 mil pessoas que vão ficar com médico de família. Penso que isso é uma grande ajuda", comentou.

“Recusamos nesta matéria qualquer alarmismo. O Governo encontrará soluções adequadas que permitam o minorar deste problema”, disse Manuel Pizarro à agência Lusa, à margem da apresentação dos dados sobre a actividade de colheita e de transplantação de órgãos em 2009.

A ministra da Saúde, Ana Jorge, revelou hoje que cerca de 500 médicos pediram para se reformarem antecipadamente, um número "muito elevado" e "preocupante", acrescentando que está a estudar respostas com o Ministério das Finanças e com os sindicatos dos médicos.

Segundo dados reunidos pelas administrações regionais de saúde, são quase 500 os médicos que anunciaram aos serviços onde trabalham que pretendem aderir à reforma antecipada, disse Ana Jorge, em declarações transmitidas pela TSF.

Relativamente à eventual saída de enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Manuel Pizarro adiantou que será “fácil de colmatar porque existem profissionais em condições de serem contratados pelos serviços públicos”.

No caso dos clínicos, “a dificuldade coloca-se porque não existem médicos que possam ser contratados”, argumentou o secretário de Estado.

Para atenuar a falta de médicos, o Ministério da Saúde anunciou hoje a entrada no SNS de 97 médicos com a especialidade de medicina geral e familiar, que concluíram em Fevereiro a formação e que permitirão o acesso a médico de família a mais de 150 mil portugueses.

Manuel Pizarro adiantou à Lusa que foi feito um planeamento regional de modo a preencher os locais onde haviam maiores carências de médicos de família.

Os jovens médicos iniciarão de imediato a sua actividade em todo o país, a maioria dos quais (44) na Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte e 26 na ARS de Lisboa e Vale do Tejo.

Catorze médicos irão para a ARS do Centro, seis para o Algarve e um para o Alentejo.

A estes médicos acrescem outros seis profissionais contratados diretamente pelas Unidades Locais de Saúde do Alto Minho (um), de Matosinhos (quatro) e do Norte Alentejano (um), adianta o MS.

O coordenador da Missão dos Cuidados de Saúde Primários, Luís Pisco, congratulou-se com a entrada imediata dos médicos, que veio pôr fim a um “processo muito burocrático, que durava vários meses a ser colocados”.

“É uma medida que vai ser muito bem-vinda. Ficará aquém do que é necessário, mas são quase 100 médicos e 150 mil pessoas que vão ficar com médico de família. Penso que isso é uma grande ajuda", comentou.

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