PSD explica subida dos juros da dívida com “fraca execução orçamental de 2010”

22-06-2011
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“É uma situação preocupante, que resulta da fraca execução orçamental de 2010. Entretanto, o PSD conferiu ao Governo, em nome do interesse nacional, as condições políticas para haver um Orçamento para 2011 e para o Governo o poder executar. E será dessa forma que se pode reganhar a confiança dos mercados e inverter esta tendência de subida do juro da dívida”, declarou o deputado e vice-presidente do grupo parlamentar do PSD Luís Montenegro, no Parlamento.

Questionado pelos jornalistas, Luís Montenegro afastou a possibilidade de a troca de acusações no debate de terça e quarta feira do Orçamento do Estado para 2011 ter contribuído para esta subida dos juros da dívida portuguesa: “Tenho a certeza de que não houve qualquer influência do debate orçamental no comportamento dos mercados”.

Os juros exigidos pelos investidores para comprar dívida pública portuguesa a dez anos bateram hoje o máximo histórico e estão agora em 6,66 por cento no mercado secundário, um dia depois da aprovação do Orçamento do Estado.

“É uma situação preocupante, que resulta da fraca execução orçamental de 2010. Entretanto, o PSD conferiu ao Governo, em nome do interesse nacional, as condições políticas para haver um Orçamento para 2011 e para o Governo o poder executar. E será dessa forma que se pode reganhar a confiança dos mercados e inverter esta tendência de subida do juro da dívida”, declarou o deputado e vice-presidente do grupo parlamentar do PSD Luís Montenegro, no Parlamento.

Questionado pelos jornalistas, Luís Montenegro afastou a possibilidade de a troca de acusações no debate de terça e quarta feira do Orçamento do Estado para 2011 ter contribuído para esta subida dos juros da dívida portuguesa: “Tenho a certeza de que não houve qualquer influência do debate orçamental no comportamento dos mercados”.

Os juros exigidos pelos investidores para comprar dívida pública portuguesa a dez anos bateram hoje o máximo histórico e estão agora em 6,66 por cento no mercado secundário, um dia depois da aprovação do Orçamento do Estado.

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