"É de um oportunismo exacerbado o incidente aqui criado há pouco pelo Partido Socialista de querer trazer para o Parlamento a campanha que corre na Madeira", afirmou Luís Montenegro no Parlamento durante o debate quinzenal com o Governo.
O secretário-geral do PS, António José Seguro, exigiu hoje saber qual o suporte "da dívida oculta" da Madeira, designadamente se houve emissão de facturas e recibos nas obras públicas realizadas e se houve pagamento de IVA.
"Trata-se de um incidente não propriamente para ter ganhos eleitorais nessa campanha eleitoral, mas mais directamente relacionado com a tentativa de branqueamento daquelas que são as suas responsabilidades na situação financeira do país", afirmou Luís Montenegro.
O líder parlamentar do PSD cumprimentou, por outro lado, o primeiro-ministro, Passos Coelho, pela "forma correcta como tem tratado da questão das contas da Madeira, com total afastamento do seu interesse partidário".
Para Luís Montenegro, o PS "é hoje um partido politicamente egoísta", um partido que "pensa de tal forma em si próprio, que às vezes até parece que vai ter eleições na próxima semana".
"Não, senhores deputados, as eleições legislativas são só em 2015", frisou.
"O voto contra do Partido Socialista na criação da sobretaxa extraordinária, o voto contra do Partido Socialista na alteração às leis laborais e na alteração às taxas do IVA no gás e da electricidade, estas duas últimas medidas previstas no memorando de entendimento que eles assinaram, são a maior demonstração desse egoísmo político", sustentou.
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"É de um oportunismo exacerbado o incidente aqui criado há pouco pelo Partido Socialista de querer trazer para o Parlamento a campanha que corre na Madeira", afirmou Luís Montenegro no Parlamento durante o debate quinzenal com o Governo.
O secretário-geral do PS, António José Seguro, exigiu hoje saber qual o suporte "da dívida oculta" da Madeira, designadamente se houve emissão de facturas e recibos nas obras públicas realizadas e se houve pagamento de IVA.
"Trata-se de um incidente não propriamente para ter ganhos eleitorais nessa campanha eleitoral, mas mais directamente relacionado com a tentativa de branqueamento daquelas que são as suas responsabilidades na situação financeira do país", afirmou Luís Montenegro.
O líder parlamentar do PSD cumprimentou, por outro lado, o primeiro-ministro, Passos Coelho, pela "forma correcta como tem tratado da questão das contas da Madeira, com total afastamento do seu interesse partidário".
Para Luís Montenegro, o PS "é hoje um partido politicamente egoísta", um partido que "pensa de tal forma em si próprio, que às vezes até parece que vai ter eleições na próxima semana".
"Não, senhores deputados, as eleições legislativas são só em 2015", frisou.
"O voto contra do Partido Socialista na criação da sobretaxa extraordinária, o voto contra do Partido Socialista na alteração às leis laborais e na alteração às taxas do IVA no gás e da electricidade, estas duas últimas medidas previstas no memorando de entendimento que eles assinaram, são a maior demonstração desse egoísmo político", sustentou.