No final da reunião com António Costa, Arménio Carlos acusou Miguel Macedo de "fugir de se sentar" com a central sindical.
Arménio Carlos continua convicto que não haverá qualquer problema com a manifestação marcada para o próximo Sábado dia 19 de Outubro na Ponte 25 de Abril, em Lisboa. À saída da reunião com António Costa, presidente da câmara de Lisboa, o líder da central sindical afastou a possibilidade de receber qualquer parecer negativo à realização do protesto. E mesmo manifestando-se disponível para "ultrapassar problemas técnicos ou de segurança", Arménio Carlos lançou mais um ataque. "Isto não é um problema técnico, é um problema político", reiterou o líder sindical que acusou o ministro da Administração Interna de "fugir de se sentar" com a central sindical.
"Quando se diz que há parecer negativo, mas não nos enviam os pareceres, não se sentam connosco para discutir o problema e andam a fugir de o fazer. Então temos de dizer que não é
um problema técnico, é um problema político", questionou Arménio Carlos garantindo que a pouco mais de uma semana já se regista "um nível de mobilização incomparavelmente superior a todas as manifestações".
De recordar que tanto o Sistema de Segurança Interna como a Polícia de Segurança Pública terão emitido pareceres desfavoráveis à realização da manifestação, deixando a última palavra ás câmaras envolvidas. Por sua vez, hoje, António Costa falou de um "vazio legal". "Era útil que, em vez de criarmos aqui qualquer drama, o senhor ministro tomasse a iniciativa de sentar todos os interessados à mesa", disse o autarca.
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No final da reunião com António Costa, Arménio Carlos acusou Miguel Macedo de "fugir de se sentar" com a central sindical.
Arménio Carlos continua convicto que não haverá qualquer problema com a manifestação marcada para o próximo Sábado dia 19 de Outubro na Ponte 25 de Abril, em Lisboa. À saída da reunião com António Costa, presidente da câmara de Lisboa, o líder da central sindical afastou a possibilidade de receber qualquer parecer negativo à realização do protesto. E mesmo manifestando-se disponível para "ultrapassar problemas técnicos ou de segurança", Arménio Carlos lançou mais um ataque. "Isto não é um problema técnico, é um problema político", reiterou o líder sindical que acusou o ministro da Administração Interna de "fugir de se sentar" com a central sindical.
"Quando se diz que há parecer negativo, mas não nos enviam os pareceres, não se sentam connosco para discutir o problema e andam a fugir de o fazer. Então temos de dizer que não é
um problema técnico, é um problema político", questionou Arménio Carlos garantindo que a pouco mais de uma semana já se regista "um nível de mobilização incomparavelmente superior a todas as manifestações".
De recordar que tanto o Sistema de Segurança Interna como a Polícia de Segurança Pública terão emitido pareceres desfavoráveis à realização da manifestação, deixando a última palavra ás câmaras envolvidas. Por sua vez, hoje, António Costa falou de um "vazio legal". "Era útil que, em vez de criarmos aqui qualquer drama, o senhor ministro tomasse a iniciativa de sentar todos os interessados à mesa", disse o autarca.