CDS-PP: Concelhia de Lisboa

01-07-2011
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PSD, o PCP e o CDS-PP criticaram no passado dia 15 a reestruturação consular, aprovada em Conselho de Ministros, considerando que se trata de um plano economicista e que vai afastar as comunidades do país.Em declarações aos jornalistas no Parlamento, José Cesário, deputado do PSD pela Emigração, considerou que o plano consular do governo "é grave para os interesses das comunidades portuguesas, sobretudo em Paris e em Santos, no Brasil"."Há situações delicadas com as quais não concordamos, nomeadamente com a situação parisiense, já que vai haver uma concentração de mais de meio milhão de emigrantes no consulado de Portugal em Paris", afirmou o ex-secretário de Estado das Comunidades."Isto é o regresso do 24 de Abril de 1974", disse José Cesário, que criticou ainda a falta de diplomatas nos dois consulados dos Estados Unidos.Segundo a reestruturação hoje aprovada, o consulado de Nova Iorque passa a escritório consular e o de Providence a vice-consulado, deixando estas estruturas de ser dirigidas por diplomatas.O ex-secretário de Estado destacou, no entanto, tem "alguns aspectos positivos", como a abertura de pequenas estruturas.Por seu lado, o deputado do PCP Jorge Machado, que vai estar presente domingo em Paris na manifestação organizada pela comunidade portuguesa contra o encerramento de consulados, também criticou o plano do governo, considerando que "há uma falta de sensibilidade" para as comunidades portuguesas".Para o deputado comunista, os consulados são "um elemento essencial de ligação entre os emigrantes e Portugal"."Esta reestruturação é meramente economicista e visa apenas poupar meia dúzia de tostões", disse, considerando que o governo tem afastado os portugueses que moram no estrangeiro.Já o deputado do CDS-PP Helder Amaral considerou que este plano "é um sinal positivo", mas ressalvou que "fica muito aquém daquilo que os portugueses precisam".Entre os aspectos positivos, o deputado destacou a manutenção dos consulados nos Estados Unidos e de dois em França, em relação à proposta do governo de Dezembro último.Helder Amaral afirmou que vai agora aguardar a reacção das comunidades, manifestando o receio que haja um afastamento dos emigrantes em relação a Portugal.A reestruturação consular foi hoje aprovada em Conselho de Ministros com o governo a recuar em relação ao projecto apresentado em Dezembro último, decidindo encerrar 11 consulados e não os 17 inicialmente previstos.Em conferência de imprensa após a reunião de Conselho de Ministros, o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, anunciou as linhas gerais da reestruturação, tendo-se registado recuos em França e nos Estados Unidos, países onde os emigrantes mais contestaram os encerramentos previstos.Notícia LUSA

PSD, o PCP e o CDS-PP criticaram no passado dia 15 a reestruturação consular, aprovada em Conselho de Ministros, considerando que se trata de um plano economicista e que vai afastar as comunidades do país.Em declarações aos jornalistas no Parlamento, José Cesário, deputado do PSD pela Emigração, considerou que o plano consular do governo "é grave para os interesses das comunidades portuguesas, sobretudo em Paris e em Santos, no Brasil"."Há situações delicadas com as quais não concordamos, nomeadamente com a situação parisiense, já que vai haver uma concentração de mais de meio milhão de emigrantes no consulado de Portugal em Paris", afirmou o ex-secretário de Estado das Comunidades."Isto é o regresso do 24 de Abril de 1974", disse José Cesário, que criticou ainda a falta de diplomatas nos dois consulados dos Estados Unidos.Segundo a reestruturação hoje aprovada, o consulado de Nova Iorque passa a escritório consular e o de Providence a vice-consulado, deixando estas estruturas de ser dirigidas por diplomatas.O ex-secretário de Estado destacou, no entanto, tem "alguns aspectos positivos", como a abertura de pequenas estruturas.Por seu lado, o deputado do PCP Jorge Machado, que vai estar presente domingo em Paris na manifestação organizada pela comunidade portuguesa contra o encerramento de consulados, também criticou o plano do governo, considerando que "há uma falta de sensibilidade" para as comunidades portuguesas".Para o deputado comunista, os consulados são "um elemento essencial de ligação entre os emigrantes e Portugal"."Esta reestruturação é meramente economicista e visa apenas poupar meia dúzia de tostões", disse, considerando que o governo tem afastado os portugueses que moram no estrangeiro.Já o deputado do CDS-PP Helder Amaral considerou que este plano "é um sinal positivo", mas ressalvou que "fica muito aquém daquilo que os portugueses precisam".Entre os aspectos positivos, o deputado destacou a manutenção dos consulados nos Estados Unidos e de dois em França, em relação à proposta do governo de Dezembro último.Helder Amaral afirmou que vai agora aguardar a reacção das comunidades, manifestando o receio que haja um afastamento dos emigrantes em relação a Portugal.A reestruturação consular foi hoje aprovada em Conselho de Ministros com o governo a recuar em relação ao projecto apresentado em Dezembro último, decidindo encerrar 11 consulados e não os 17 inicialmente previstos.Em conferência de imprensa após a reunião de Conselho de Ministros, o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, anunciou as linhas gerais da reestruturação, tendo-se registado recuos em França e nos Estados Unidos, países onde os emigrantes mais contestaram os encerramentos previstos.Notícia LUSA

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