CDS-PP: Concelhia de Lisboa

03-07-2011
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O CDS-PP congratulou-se hoje pela decisão de promover o coronel Jaime Neves a major-general, pelo papel «relevante» deste militar durante o 25 de Novembro.«O CDS-PP associa-se a esta decisão tendo em conta o papel muito relevante que Jaime Neves teve para evitar que Portugal caísse numa ditadura comunista», afirmou o deputado João Rebelo e membro da Comissão de Defesa do CDS-PP.João Rebelo considerou «justo» que passados estes anos, o militar veja reconhecido o papel que teve no 25 de Novembro no sentido de «garantir que Portugal seguia no sentido do pluralismo, da democracia e da liberdade de expressão».O coronel Jaime Neves, figura preponderante dos operacionais do golpe militar de 25 de Novembro de 1975, nasceu na freguesia de São Dinis, no concelho de Vila Real, em 1936, tendo entrado na Escola do Exército em 1953 e feito cinco missões de serviço em África e na Índia.Durante o 25 de Novembro de 1975, Jaime Neves estava nos Comandos da Amadora, uma das unidades militares que pôs fim à influência da esquerda militar radical e conduziu ao fim do PREC (Período Revolucionário Em Curso). Em 1995, foi condecorado pelo então Presidente da República, Mário Soares, com a medalha de grande-oficial com Palma, da Ordem Militar da Torre e Espada, do valor, Lealdade e Mérito.A decisão de promover o coronel não está a ser pacífica.O presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, considerou em declarações anteriores à Lusa que a promoção do «vai contra todas as regras» e não dignifica o Exército e Forças Armadas.Diário Digital/ Lusa Etiquetas: Defesa, Jaime Neves, João Rebelo

O CDS-PP congratulou-se hoje pela decisão de promover o coronel Jaime Neves a major-general, pelo papel «relevante» deste militar durante o 25 de Novembro.«O CDS-PP associa-se a esta decisão tendo em conta o papel muito relevante que Jaime Neves teve para evitar que Portugal caísse numa ditadura comunista», afirmou o deputado João Rebelo e membro da Comissão de Defesa do CDS-PP.João Rebelo considerou «justo» que passados estes anos, o militar veja reconhecido o papel que teve no 25 de Novembro no sentido de «garantir que Portugal seguia no sentido do pluralismo, da democracia e da liberdade de expressão».O coronel Jaime Neves, figura preponderante dos operacionais do golpe militar de 25 de Novembro de 1975, nasceu na freguesia de São Dinis, no concelho de Vila Real, em 1936, tendo entrado na Escola do Exército em 1953 e feito cinco missões de serviço em África e na Índia.Durante o 25 de Novembro de 1975, Jaime Neves estava nos Comandos da Amadora, uma das unidades militares que pôs fim à influência da esquerda militar radical e conduziu ao fim do PREC (Período Revolucionário Em Curso). Em 1995, foi condecorado pelo então Presidente da República, Mário Soares, com a medalha de grande-oficial com Palma, da Ordem Militar da Torre e Espada, do valor, Lealdade e Mérito.A decisão de promover o coronel não está a ser pacífica.O presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, considerou em declarações anteriores à Lusa que a promoção do «vai contra todas as regras» e não dignifica o Exército e Forças Armadas.Diário Digital/ Lusa Etiquetas: Defesa, Jaime Neves, João Rebelo

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