O PS quer saber junto do ministro da Economia quantos centros Novas Oportunidades o Governo já encerrou desde que iniciou funções e quantos trabalhadores e prestadores de serviços entraram em situação de desemprego em consequência dessas decisões.
Estas questões dirigidas a Álvaro Santos Pereira constam de uma pergunta formulada por deputados socialistas, subscrita em primeiro lugar por Miguel Laranjeiro, membro do Secretariado Nacional do PS.
Além de Miguel Laranjeiro, assinam a pergunta os ex-ministros Vieira da Silva e Helena André, a ex-secretária de Estado Idália Serrão, e os deputados João Paulo Pedrosa, Nuno Sá e Rui Jorge Santos.
Os socialistas querem também saber que razões levaram o executivo a fechar os centros Novas Oportunidades e em que estudos se baseou o Governo para tomar essa decisão, bem como quantos trabalhadores e prestadores de serviços desses centros "ficam sem proteção no desemprego".
A bancada socialista questiona ainda o Governo sobre "qual a utilidade objetiva da anunciada auditoria às Novas Oportunidades, quais vão ser as consequências da mesma auditoria relativamente aos centros entretanto desmantelados pelo Governo e se o executivo considera coerente e adequado fechar centros sem conhecer previamente os resultados da auditoria".
Socialistas querem resultados de auditoria
Para o PS, considera-se "inaceitável que sem resultados da auditoria prometida - e jogando com o fator surpresa - o Governo encerre centros Novas Oportunidades, penalizando os mais de 50 mil adultos em processo de formação e lançando centenas de trabalhadores no desemprego sem proteção social e num dos momentos mais difíceis que Portugal atravessa".
Segundo o PS, desde que o Governo tomou posse, começou por extinguir três centros Novas Oportunidades que funcionavam nas escolas de hotelaria e turismo de Coimbra, Lisboa e Faro.
"Esta semana foi o encerramento dos centos Novas Oportunidades afetos ao Instituto de Emprego e Formação Profissional que, sem aviso prévio e de surpresa, lança no desemprego (segundo notícias vindas a público) mais de 800 formadores e cerca de 214 técnicos de educação e formação de adultos, sendo que muitos não terão qualquer proteção social por exercerem a atividade em regime de prestação de serviços", refere a pergunta formulada pela bancada socialista.
Categorias
Entidades
O PS quer saber junto do ministro da Economia quantos centros Novas Oportunidades o Governo já encerrou desde que iniciou funções e quantos trabalhadores e prestadores de serviços entraram em situação de desemprego em consequência dessas decisões.
Estas questões dirigidas a Álvaro Santos Pereira constam de uma pergunta formulada por deputados socialistas, subscrita em primeiro lugar por Miguel Laranjeiro, membro do Secretariado Nacional do PS.
Além de Miguel Laranjeiro, assinam a pergunta os ex-ministros Vieira da Silva e Helena André, a ex-secretária de Estado Idália Serrão, e os deputados João Paulo Pedrosa, Nuno Sá e Rui Jorge Santos.
Os socialistas querem também saber que razões levaram o executivo a fechar os centros Novas Oportunidades e em que estudos se baseou o Governo para tomar essa decisão, bem como quantos trabalhadores e prestadores de serviços desses centros "ficam sem proteção no desemprego".
A bancada socialista questiona ainda o Governo sobre "qual a utilidade objetiva da anunciada auditoria às Novas Oportunidades, quais vão ser as consequências da mesma auditoria relativamente aos centros entretanto desmantelados pelo Governo e se o executivo considera coerente e adequado fechar centros sem conhecer previamente os resultados da auditoria".
Socialistas querem resultados de auditoria
Para o PS, considera-se "inaceitável que sem resultados da auditoria prometida - e jogando com o fator surpresa - o Governo encerre centros Novas Oportunidades, penalizando os mais de 50 mil adultos em processo de formação e lançando centenas de trabalhadores no desemprego sem proteção social e num dos momentos mais difíceis que Portugal atravessa".
Segundo o PS, desde que o Governo tomou posse, começou por extinguir três centros Novas Oportunidades que funcionavam nas escolas de hotelaria e turismo de Coimbra, Lisboa e Faro.
"Esta semana foi o encerramento dos centos Novas Oportunidades afetos ao Instituto de Emprego e Formação Profissional que, sem aviso prévio e de surpresa, lança no desemprego (segundo notícias vindas a público) mais de 800 formadores e cerca de 214 técnicos de educação e formação de adultos, sendo que muitos não terão qualquer proteção social por exercerem a atividade em regime de prestação de serviços", refere a pergunta formulada pela bancada socialista.