Outra tontinha que anda a ameaçar a França com a hipótese de ser "presidenta", é a sra. D. Ségolène Royal. De Gaulle, Mitterrand, e até Giscard d'Estaing, os dois primeiros na tumba, devem rebolar-se de riso com a emergência desta criatura puramente artificial que pretende aquele que, malgré tout, ainda é um belo posto político neste mundo de Cristo. Não, policiazinhos de costumes, não é por ser uma mulher. Já aqui saudei a sra. Clinton em quem, se fosse americano, não hesitaria em votar. Ségolène apresentou ontem as suas "ideias" para a França. Tudo disparates despesistas que incluem uma extravagância musculada: o enquadramento militar dos jovens criminosos, para, julga ela, agradar à "direita". Há dias saiu um livrinho de uma antiga colaboradora da senhora Royal, de seu nome Evelyne Pathouot, Ségolène Royal, ombre et lumiére (Editions Michalon). Nós não temos esta tradição de "biografar", em tempo real, os nossos políticos. Na verdade, para a maior parte daqueles que estão no activo, qualquer nota de rodapé serviria. Ségolène lembra um Blair da "loja dos trezentos". Infelizmente não está sozinha. Esperemos, para sossego da Europa, que a senhora desapareça tão depressa como apareceu.
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Outra tontinha que anda a ameaçar a França com a hipótese de ser "presidenta", é a sra. D. Ségolène Royal. De Gaulle, Mitterrand, e até Giscard d'Estaing, os dois primeiros na tumba, devem rebolar-se de riso com a emergência desta criatura puramente artificial que pretende aquele que, malgré tout, ainda é um belo posto político neste mundo de Cristo. Não, policiazinhos de costumes, não é por ser uma mulher. Já aqui saudei a sra. Clinton em quem, se fosse americano, não hesitaria em votar. Ségolène apresentou ontem as suas "ideias" para a França. Tudo disparates despesistas que incluem uma extravagância musculada: o enquadramento militar dos jovens criminosos, para, julga ela, agradar à "direita". Há dias saiu um livrinho de uma antiga colaboradora da senhora Royal, de seu nome Evelyne Pathouot, Ségolène Royal, ombre et lumiére (Editions Michalon). Nós não temos esta tradição de "biografar", em tempo real, os nossos políticos. Na verdade, para a maior parte daqueles que estão no activo, qualquer nota de rodapé serviria. Ségolène lembra um Blair da "loja dos trezentos". Infelizmente não está sozinha. Esperemos, para sossego da Europa, que a senhora desapareça tão depressa como apareceu.