O líder socialista insular falava numa conferência de imprensa no decorrer da reunião da comissão política regional do partido, esta noite, na sede, no Funchal, para analisar de forma exaustiva os “maus resultados” eleitorais do PS nas legislativas regionais que se realizaram no passado domingo, em que os socialistas perderam um dos sete deputados que tinham.
“Cabe aos militantes e dirigentes fazer uma profunda reflexão interna. Por isso, solicitei uma reunião da comissão regional para o próximo dia 23 de outubro, para agendar a realização de eleições internas e elegermos o futuro presidente e marcamos o próximo congresso regional”, declarou Jacinto Serrão.
Garantiu que não será “candidato a liderança do partido”.
Jacinto Serrão declarou que o PS “estará à altura dos desafios que tem pela frente, designadamente, recuperar a confiança e ser de novo o farol de esperança para madeirenses e portossantenses, particularmente nestes tempos muitos difíceis que estão pela frente”.
O líder socialista regional sustentou que “pelos alertas que foi fazendo e caminhos alternativos que foi apontando durante estas décadas de governação do PSD, o PS-M continua a ter legitimidade para se apresentar como consciência crítica de um Governo que assumirá para os próximos quatro anos os destinos da Madeira”.
Salientou que depois de ter ganho as eleições, o PSD-M “perante as circunstâncias actuais, deverá rectificar objectivos e estratégias para que se efective uma boa governação na região”.
Jacinto Serrão frisou que o PS “está disponível para discussão e viabilização de projectos políticos” que visem “a criação de emprego, a promoção de um bom ambiente económico adequado à realidade económica e social, do turismo, o fomento de sectores abandonados como a agricultura e pescas, o incremento da qualidade no sistema educativo e para combater a corrupção e o clientelismo”.
O líder socialista manifestou disponibilidade “para apoiar todos os projectos políticos que venham neste sentido”, garantindo que o PS “não será um fator de instabilidade governativa” e realçando que os socialistas madeirenses estão na luta pela democracia, liberdade e justiça social na Madeira há quase 40 anos, “um legado histórico que precisa ser valorizado”.
Jacinto Serrão concluiu que “está dado o tiro de partida” para os militantes se candidatarem à liderança do partido, para que este reúna condições de “voltar a reconquistar a confiança do eleitoral perdido e a ser força alternativa no âmbito do poder local e regional”.
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O líder socialista insular falava numa conferência de imprensa no decorrer da reunião da comissão política regional do partido, esta noite, na sede, no Funchal, para analisar de forma exaustiva os “maus resultados” eleitorais do PS nas legislativas regionais que se realizaram no passado domingo, em que os socialistas perderam um dos sete deputados que tinham.
“Cabe aos militantes e dirigentes fazer uma profunda reflexão interna. Por isso, solicitei uma reunião da comissão regional para o próximo dia 23 de outubro, para agendar a realização de eleições internas e elegermos o futuro presidente e marcamos o próximo congresso regional”, declarou Jacinto Serrão.
Garantiu que não será “candidato a liderança do partido”.
Jacinto Serrão declarou que o PS “estará à altura dos desafios que tem pela frente, designadamente, recuperar a confiança e ser de novo o farol de esperança para madeirenses e portossantenses, particularmente nestes tempos muitos difíceis que estão pela frente”.
O líder socialista regional sustentou que “pelos alertas que foi fazendo e caminhos alternativos que foi apontando durante estas décadas de governação do PSD, o PS-M continua a ter legitimidade para se apresentar como consciência crítica de um Governo que assumirá para os próximos quatro anos os destinos da Madeira”.
Salientou que depois de ter ganho as eleições, o PSD-M “perante as circunstâncias actuais, deverá rectificar objectivos e estratégias para que se efective uma boa governação na região”.
Jacinto Serrão frisou que o PS “está disponível para discussão e viabilização de projectos políticos” que visem “a criação de emprego, a promoção de um bom ambiente económico adequado à realidade económica e social, do turismo, o fomento de sectores abandonados como a agricultura e pescas, o incremento da qualidade no sistema educativo e para combater a corrupção e o clientelismo”.
O líder socialista manifestou disponibilidade “para apoiar todos os projectos políticos que venham neste sentido”, garantindo que o PS “não será um fator de instabilidade governativa” e realçando que os socialistas madeirenses estão na luta pela democracia, liberdade e justiça social na Madeira há quase 40 anos, “um legado histórico que precisa ser valorizado”.
Jacinto Serrão concluiu que “está dado o tiro de partida” para os militantes se candidatarem à liderança do partido, para que este reúna condições de “voltar a reconquistar a confiança do eleitoral perdido e a ser força alternativa no âmbito do poder local e regional”.