O presidente do PS-Madeira diz que Alberto João Jardim «já não engana ninguém» e que o programa de ajustamento estrutural e de estabilização financeira enviado ao Governo da República com «extrema urgência» representará uma «dupla austeridade» para os madeirenses.
«Depois de 36 anos de governação em autonomia, com Governo e Orçamento próprios, com permanentes maiorias absolutas na Assembleia Legislativa da Madeira, que permitiu ao PSD seguir todas as políticas que preconizou, o presidente do Governo Regional vê-se obrigado a pedir um programa de ajustamento estrutural e de estabilização financeira para salvar a Região da bancarrota», afirma o líder socialista insular em comunicado distribuído hoje no Funchal.
O líder do PS madeirense, «Alberto João Jardim procurou esconder sempre a situação económico-financeira da Região, negando permanentemente os números que o PS-Madeira foi denunciando».
O presidente do governo regional «procurou sempre fugir às suas responsabilidades, acusando um mundo de fantasmas pela situação de catástrofe a que conduziu a Madeira», continua Jacinto Serrão.
Segundo Jacinto Serrão, Alberto João Jardim «trata os madeirenses como ignorantes, quando sacode as responsabilidades da sua governação, de que é o primeiro responsável».
No mesmo documento, considera que «o Governo Regional do PSD é o maior responsável pela necessidade da criação do Imposto Extraordinário criado pela coligação PSD/CDS, que leva a que os trabalhadores percam metade do subsídio de natal, por causa do «buraco» de 500 milhões de euros de dívida nas contas públicas”.
«Após ter negado um pedido de ajuda específico para a Região, Alberto João Jardim é desmentido pelo ministro das Finanças, que garante que o ainda presidente do Governo Regional lhe enviou uma carta a pedir, com urgência, um programa de ajustamento estrutural e de estabilização financeira, ou seja, um pedido de ajuda externa semelhante ao que o Governo da República negociou com a troika», diz.
Realça que o ministro das Finanças reafirmou, na Assembleia da República, que recebeu o pedido de Alberto João Jardim um «programa de ajustamento financeiro [que] implicará dupla austeridade para os madeirenses, um duplo sacrifício, apesar de Alberto João Jardim continuar a negar».
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou na sexta-feira que o Governo Regional enviou uma carta ao primeiro ministro a pedir um programa ajustamento estrutural e estabilização financeira, que referiu ser «bem-vindo» e «deve ser desenhado com urgência, como a situação e crise e insustentabilidade requer».
O ministro já havia dito em público, ainda esta quarta-feira repetiu, que a Madeira deveria pedir um programa semelhante ao da República com a ‘troika’.
Lusa/SOL
Categorias
Entidades
O presidente do PS-Madeira diz que Alberto João Jardim «já não engana ninguém» e que o programa de ajustamento estrutural e de estabilização financeira enviado ao Governo da República com «extrema urgência» representará uma «dupla austeridade» para os madeirenses.
«Depois de 36 anos de governação em autonomia, com Governo e Orçamento próprios, com permanentes maiorias absolutas na Assembleia Legislativa da Madeira, que permitiu ao PSD seguir todas as políticas que preconizou, o presidente do Governo Regional vê-se obrigado a pedir um programa de ajustamento estrutural e de estabilização financeira para salvar a Região da bancarrota», afirma o líder socialista insular em comunicado distribuído hoje no Funchal.
O líder do PS madeirense, «Alberto João Jardim procurou esconder sempre a situação económico-financeira da Região, negando permanentemente os números que o PS-Madeira foi denunciando».
O presidente do governo regional «procurou sempre fugir às suas responsabilidades, acusando um mundo de fantasmas pela situação de catástrofe a que conduziu a Madeira», continua Jacinto Serrão.
Segundo Jacinto Serrão, Alberto João Jardim «trata os madeirenses como ignorantes, quando sacode as responsabilidades da sua governação, de que é o primeiro responsável».
No mesmo documento, considera que «o Governo Regional do PSD é o maior responsável pela necessidade da criação do Imposto Extraordinário criado pela coligação PSD/CDS, que leva a que os trabalhadores percam metade do subsídio de natal, por causa do «buraco» de 500 milhões de euros de dívida nas contas públicas”.
«Após ter negado um pedido de ajuda específico para a Região, Alberto João Jardim é desmentido pelo ministro das Finanças, que garante que o ainda presidente do Governo Regional lhe enviou uma carta a pedir, com urgência, um programa de ajustamento estrutural e de estabilização financeira, ou seja, um pedido de ajuda externa semelhante ao que o Governo da República negociou com a troika», diz.
Realça que o ministro das Finanças reafirmou, na Assembleia da República, que recebeu o pedido de Alberto João Jardim um «programa de ajustamento financeiro [que] implicará dupla austeridade para os madeirenses, um duplo sacrifício, apesar de Alberto João Jardim continuar a negar».
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou na sexta-feira que o Governo Regional enviou uma carta ao primeiro ministro a pedir um programa ajustamento estrutural e estabilização financeira, que referiu ser «bem-vindo» e «deve ser desenhado com urgência, como a situação e crise e insustentabilidade requer».
O ministro já havia dito em público, ainda esta quarta-feira repetiu, que a Madeira deveria pedir um programa semelhante ao da República com a ‘troika’.
Lusa/SOL