A confirmarem-se os traços gerais hoje apresentados pelo Governo aos partidos com assento parlamentar, Heloísa Apolónia diz que o PEV votará contra. E à declaração do primeiro-ministro de que este orçamento é o "mais difícil de fechar", a deputada contrapõe: "É o mais difícil de aceitar".
Qualificando a proposta como uma "calamidade social", Heloísa Apolónia lança o apelo. "Nas ruas, os portugueses têm de se fazer ouvir. Este Governo é de uma submissão absoluta à União Europeia, esquece-se que foi eleito pelos portugueses e que está aqui para os servir", disse a deputada, no final da reunião com o ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Um encontro, ao abrigo do estatuto da oposição, e no qual não foram fornecidos quaisquer dados macroeconómicos. "Uma formalidade", resumiu.
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A confirmarem-se os traços gerais hoje apresentados pelo Governo aos partidos com assento parlamentar, Heloísa Apolónia diz que o PEV votará contra. E à declaração do primeiro-ministro de que este orçamento é o "mais difícil de fechar", a deputada contrapõe: "É o mais difícil de aceitar".
Qualificando a proposta como uma "calamidade social", Heloísa Apolónia lança o apelo. "Nas ruas, os portugueses têm de se fazer ouvir. Este Governo é de uma submissão absoluta à União Europeia, esquece-se que foi eleito pelos portugueses e que está aqui para os servir", disse a deputada, no final da reunião com o ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Um encontro, ao abrigo do estatuto da oposição, e no qual não foram fornecidos quaisquer dados macroeconómicos. "Uma formalidade", resumiu.