FlipVinagre: Cancelado o Rallye Lisboa

03-07-2011
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Na quinta-feira, o governo francês desaconselhou «fortemente» os seus cidadãos a não rumarem à Mauritânia, incluindo os que iriam participar no Lisboa-Dacar, depois de, a 24 de Dezembro, quatro turistas franceses ai terem sido assassinados.O rali Lisboa-Dacar deveria realizar-se de sábado até 20 de Janeiro. A organização marcou uma conferência de imprensa «excepcional» para as 12h00, em Lisboa e optou pelo cancelamento da prova, o que provocou uma enorme desilusão e tristeza nos concorrentes, público em geral e demais agentes envolvidos, veja-se o caso dos patrocinadores etc etc.O lamentável disto tudo é concluir que uns bárbaros que dão pelo nome de Al-Qaeda podem condicionar tudo e todos. E não lhes deitam a mão? Com tanta tecnologia, toda ela sofisticadíssima, o mundo fica dependente destes bárbaros que ainda se regem por padrões da idade das trevas? Ai se eu pudesse.....O "SOL/Lusa" dizem o seguinte:"A Amaury Sports Organisation (ASO), promotor da prova, anunciou hoje a anulação do Lisboa-Dacar2008, depois de o Governo francês ter avisado a organização que havia ameaças directas à realização da prova.«Pesava sobre o Dacar um clima de insegurança geral, desde o assassínio dos quatro turistas franceses na Mauritânia. As ameaças da Al-Qaeda do Magreb citavam o Dacar. Era impossível contornar a ameaça, porque não eram visadas etapas específicas», revelou Etienne Lavigne.O director da prova disse que a decisão «foi a mais triste de tomar», mas que «o Governo francês invocou razão de Estado e isso não é discutível», enquanto «o Governo mauritano fez o que tinha a fazer, montando um grande dispositivo de segurança».«Penso que estamos numa conjuntura especial. Atentados visam todo o Mundo. O terrorismo está por toda a parte. Infelizmente, penso que esta é uma vitória do terrorismo», lamentou.Etienne Lavigne assumiu que foi estudada a hipótese de uma prova mais curta, até Marrocos, mas disse que não eram «organizadores de fiascos» e que «a recomendação do governo francês era para nem começar o rali».«A economia em torno do Dacar é colossal e todos vão ser muito penalizados», afirmou Lavigne, que adiantou que «os concorrentes vão ser reembolsados da sua inscrição antes de 28 de Fevereiro»O director da prova garantiu que «haverá um grande evento em 2009», para o qual existem «bastantes ideias», que começarão a ser trabalhadas na próxima semana.«Poderá ser outro Dacar, mas é difícil dizer o que acontecerá para o ano», referiu Lavigne, que, contudo, não negou a hipótese de o evento partir do continente africano.De acordo com Etienne Lavigne, os concorrentes e os patrocinadores compreenderam os motivos da anulação da prova.«Recebemos muitas mensagens de solidariedade, mas também há incompreensão, sobretudo dos amigos mauritanos, que têm grande desilusão e amargura», revelou.A 30ª edição do Lisboa-Dacar tinha partida marcada para sábado, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, e terminaria a 20 de Janeiro, na capital do Senegal".Lusa/SOL


Na quinta-feira, o governo francês desaconselhou «fortemente» os seus cidadãos a não rumarem à Mauritânia, incluindo os que iriam participar no Lisboa-Dacar, depois de, a 24 de Dezembro, quatro turistas franceses ai terem sido assassinados.O rali Lisboa-Dacar deveria realizar-se de sábado até 20 de Janeiro. A organização marcou uma conferência de imprensa «excepcional» para as 12h00, em Lisboa e optou pelo cancelamento da prova, o que provocou uma enorme desilusão e tristeza nos concorrentes, público em geral e demais agentes envolvidos, veja-se o caso dos patrocinadores etc etc.O lamentável disto tudo é concluir que uns bárbaros que dão pelo nome de Al-Qaeda podem condicionar tudo e todos. E não lhes deitam a mão? Com tanta tecnologia, toda ela sofisticadíssima, o mundo fica dependente destes bárbaros que ainda se regem por padrões da idade das trevas? Ai se eu pudesse.....O "SOL/Lusa" dizem o seguinte:"A Amaury Sports Organisation (ASO), promotor da prova, anunciou hoje a anulação do Lisboa-Dacar2008, depois de o Governo francês ter avisado a organização que havia ameaças directas à realização da prova.«Pesava sobre o Dacar um clima de insegurança geral, desde o assassínio dos quatro turistas franceses na Mauritânia. As ameaças da Al-Qaeda do Magreb citavam o Dacar. Era impossível contornar a ameaça, porque não eram visadas etapas específicas», revelou Etienne Lavigne.O director da prova disse que a decisão «foi a mais triste de tomar», mas que «o Governo francês invocou razão de Estado e isso não é discutível», enquanto «o Governo mauritano fez o que tinha a fazer, montando um grande dispositivo de segurança».«Penso que estamos numa conjuntura especial. Atentados visam todo o Mundo. O terrorismo está por toda a parte. Infelizmente, penso que esta é uma vitória do terrorismo», lamentou.Etienne Lavigne assumiu que foi estudada a hipótese de uma prova mais curta, até Marrocos, mas disse que não eram «organizadores de fiascos» e que «a recomendação do governo francês era para nem começar o rali».«A economia em torno do Dacar é colossal e todos vão ser muito penalizados», afirmou Lavigne, que adiantou que «os concorrentes vão ser reembolsados da sua inscrição antes de 28 de Fevereiro»O director da prova garantiu que «haverá um grande evento em 2009», para o qual existem «bastantes ideias», que começarão a ser trabalhadas na próxima semana.«Poderá ser outro Dacar, mas é difícil dizer o que acontecerá para o ano», referiu Lavigne, que, contudo, não negou a hipótese de o evento partir do continente africano.De acordo com Etienne Lavigne, os concorrentes e os patrocinadores compreenderam os motivos da anulação da prova.«Recebemos muitas mensagens de solidariedade, mas também há incompreensão, sobretudo dos amigos mauritanos, que têm grande desilusão e amargura», revelou.A 30ª edição do Lisboa-Dacar tinha partida marcada para sábado, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, e terminaria a 20 de Janeiro, na capital do Senegal".Lusa/SOL

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